Petróleo cai forte e pesa sobre cotações do açúcar em NY e Londres nesta 4ª
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Os contratos futuros do açúcar operam com queda expressiva nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de quarta-feira (11). O mercado sente pressão do petróleo, que recua forte, além dos dados de avanço da safra 2023/24 no Centro-Sul do Brasil.
Por volta das 13h03 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York tinha desvalorização de 1,77%, cotado a 26,58 cents/lb. Em Londres, o principal vencimento tinha baixa de 1,10%, a US$ 711,80 a tonelada.
O mercado do açúcar iniciou o dia no campo misto nas bolsas externas, mas passou a cair mais fortemente nesta tarde com atenção ao petróleo. Depois de disparada nos últimos dias, os futuros se acomodam diante dos sinais da Arábia Saudita de estabilização.
As oscilações do óleo bruto impactam diretamente nos preços do açúcar por conta da influência na decisão das usinas sobre o mix.
As baixas no mercado também repercutem a divulgação no fim da manhã de ontem da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). A produção de açúcar na segunda metade de setembro totalizou 3,36 milhões de toneladas.
Essa quantidade, quando comparada àquela registrada na safra 2022/23, de 1,7 milhão de t, representa aumento de 98,02%, segundo dados da entidade. Além disso, uma pesquisa da S&P Global Commodity Insights estimava uma produção de 3,22 milhões de toneladas de açúcar, 70% a mais que há um ano.
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