Açúcar fecha o dia em queda sob pressão do dólar
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O preços futuros do açúcar registraram queda nas bolsas de Nova York e Londres nesta terça-feira (13) com recuperação do dólar, segundo o Barchart. Nesta terça, foram anunciados um aumento de preços ao consumidor nos Estados Unidos e, como resultado, o adiamento dos cortes da taxa de juros pelo FED, o que fortaleceu a moeda americana no cenário internacional.
Na NYBOT, o contrato março/24 teve queda de 0,38%, negociado a 23,30 cents/lb. O maio/24 foi a 22,62 cents/lb, redução de 0,22%. O julho/24 caiu para 22,37 cents/lb e o outubro/24 para 22,39 cents/lb, ambos com redução de 0,23%.
No terminal de Londres, o açúcar branco teve uma redução modesta de 0,8 ponto no março/24, cotado a US$ 658,20 a tonelada. Porém, a queda foi maior no maio/24, de 3,6 pontos, caindo para US$ 641,90 a tonelada; de 4,50 no agosto/24, que foi a US$ 627,50 a tonelada; e de 5,30 pontos no outubro/24, que reduziu para US$ 617,90 a tonelada.
Segundo, o Barchart, além do dólar, aumento acentuado na produção de açúcar no Brasil também é negativo para os preços. “Em 25 de janeiro, a Unica informou que a produção de açúcar do Centro-Sul do Brasil saltou +148,6% a/a na primeira quinzena de janeiro para 48.000 toneladas e que a produção de açúcar na safra 2023/24 até meados de janeiro aumentou +25,5% a/a ano para 42.099 MMT”.
Entretanto, os preços do açúcar recebem apoio com sinais de que a proibição da Índia às exportações será mantida. Com isso, a oferta mundial permanecerá restrita, após o país anunciar recentemente uma taxa de exportação de 50% sobre o melaço proveniente da refinação de açúcar. Isso reduz a probabilidade de a Índia levantar as restrições à exportação de num futuro próximo.
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