Preços do açúcar abrem com nova queda e março/25 volta a ficar abaixo dos 19 cents/lbp em NY
![]()
Os futuros do açúcar abriram mais uma vez em queda na manhã desta segunda-feira (13) nas bolsas de Nova York e Londres. Assim, o adoçante perde os últimos ganhos contabilizados diante de uma alta expressiva nos preços do petróleo. Com isso, o contrato março/25 na ICE US volta a testar valores abaixo dos 19 cents/lbp.
Em Nova York, por volta das 10h (horário de Brasília), o contrato março/25 era cotado a 18,93 cents/lbp, registrando uma queda de 0,29 cents (-1,51%) em relação ao fechamento anterior. O maio/25 era negociado a 17,84 cents/lbp, com recuo de 0,23 cents (-1,27%). O julho/25 apresentava queda de 0,23 cents (-1,30%), sendo cotado a 17,47 cents/lbp, enquanto o outubro/25 estava em 17,53 cents/lbp, registrando baixa de 0,20 cents (-1,13%).
Na Bolsa de Londres, os preços também apresentavam perdas. O contrato março/25 era negociado a US$ 495,20, com uma redução de US$ 8,30 (-1,65%) em relação ao último fechamento. O maio/25 caía US$ 8,50 (-1,67%), sendo cotado a US$ 498,90. O agosto/25 registrava recuo de US$ 6,70 (-1,35%), valendo US$ 490,70, enquanto o outubro/25 era negociado a US$ 486,60, com baixa de US$ 6,30 (-1,28%).
De acordo com o que afirma a Reuters, apesar de notícias positivas para o preço em relação à safra indiana, o recuperação dos canaviais no Brasil é fator crucial para a redução das cotações. “Os comerciantes disseram que o clima favorável no Brasil ajudou a baixar os preços recentemente, embora o mercado tenha se apoiado em uma safra menor do que a esperada na Índia”, aponta a agência internacional.
0 comentário
Açúcar recua nas bolsas após queda do petróleo e melhora das chuvas na Índia
Açúcar amplia perdas nas bolsas, mas oferta global ainda mantém mercado em alerta
Açúcar fecha sem direção única, com câmbio e clima na Índia no centro das atenções
Açúcar recua nas bolsas, mas mercado segue atento aos riscos para a oferta global
Açúcar fecha sem direção única; melhora das chuvas na Índia pressiona Nova Iorque, enquanto petróleo sustenta Londres
Açúcar amplia recuperação nas bolsas com preocupações sobre oferta global