Trigo fecha com ganhos moderados em Chicago após reduzir forte alta do início da sessão
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Os contratos futuros do trigo encerraram a quinta-feira (30) em alta moderada na Bolsa de Chicago (CBOT), depois de reduzirem parte dos fortes ganhos registrados durante a manhã. O mercado foi sustentado pela cautela dos investidores em relação ao cenário global de oferta, embora o avanço da colheita no Hemisfério Norte e o ritmo das exportações tenham limitado uma valorização mais expressiva.
Na CBOT, o contrato setembro/26 fechou cotado a US$ 6,63/bushel, com alta de 2,6 pontos, avanço de 0,42%. O dezembro/26 encerrou a US$ 6,81/bushel, com ganho de 3,6 pontos, valorização de 0,53%. Já o março/27 terminou negociado a US$ 6,97/bushel, com alta de 4,4 pontos, avanço de 0,64%.
Ao longo da sessão, os preços chegaram a subir com mais intensidade, mas os investidores realizaram lucros diante do avanço da colheita nas principais regiões produtoras do Hemisfério Norte. Ainda assim, o mercado continua sensível a qualquer mudança no cenário internacional, especialmente em relação ao ritmo das exportações dos grandes fornecedores e às condições das lavouras.
Além do acompanhamento da safra nos países produtores, os agentes seguem monitorando a competitividade do trigo russo no mercado internacional e o fluxo de embarques pelo Mar Negro, fatores que continuam influenciando a formação dos preços globais. A volatilidade permanece elevada, uma vez que alterações na logística ou na disponibilidade do cereal podem provocar rápidas oscilações nas cotações.
No Brasil, o mercado segue atento à evolução da colheita e ao comportamento da demanda da indústria, enquanto as oscilações em Chicago continuam sendo um importante referencial para a formação dos preços internos. A expectativa é de que o mercado permaneça sensível às informações sobre a oferta mundial e ao andamento da comercialização nos principais países exportadores.
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