Novas tecnologias são fundamentais mas, não podemos esquecer da renda do produtor

O presidente da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão, José Paulo Molin, destacou ao Notícias Agrícolas que o mundo está tendo grandes avanços tecnológicos no que diz respeito à agricultura, mas que ainda há algumas barreiras no Brasil em função da falta de internet no campo.
Os produtores pequenos já foram, assim, excluídos de um processo, já que o sistema que possuiam não os mantêm. As tecnologias oferecidas, embora promissoras, devem ser vistas com pé no chão, já que existem etapas a serem venidas.
Há produtores que fazem amostragens manuais e enviam para os laboratórios. Na outra ponta, já existem aqueles que transformam a nova tecnologia em sustentabilidade, fazendo o negócio crescer sem ir à falência.
Para Molin, ao invés de se adaptar, o processo tem que dar um passo atrás para chamar os excluídos, para não gerar um movimento inverso ao desejado. No curto a médio prazo, o mercado pode se sentir convidado a participar disso.
O presidente salienta que os produtores devem ter o discernimento de selecionar o que é viável e compatível com seu momento histórico.
1 comentário
Suprema Corte dos EUA rejeita tarifas e reacende debate sobre exportações brasileiras de pescado
Índice STOXX 600 marca recorde após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
Porque a queda das tarifas derruba óleo de soja, soja e dólar?
Coplacampo 2026 traz oportunidades para o planejamento no campo
Indústria de bioinsumos amplia ações de controle de qualidade para sustentar crescimento do setor e promover maior eficiência no campo
Indonésia fecha acordo com EUA que isenta de taxa café, óleo de palma e outras commodities
Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR
Neste início de século está-se evidenciando o reconhecimento da valoração de um outro "capital". Enquanto no século XX a prioridade foi para os bens de capital e capital financeiro, agora entramos na era do empoderamento do "capital humano".
A parcela de migrantes altamente qualificados em relação aos migrantes poucos qualificados cresceu significativamente. No Vale do Silício, mais de 70% dos engenheiros de software são estrangeiros. É crescente o reconhecimento de que o capital humano desempenha um papel fundamental na atual economia do conhecimento. As corporações multinacionais estão em plena "guerra pelo talento" e, as empresas que gerenciam bem seus talentos globais estão avançando. A China e Índia, considerados países de renda média, estão se tornando o destino dessa mão-de-obra altamente qualificada. Enquanto esses países crescem, a influência econômica global dos países desenvolvidos tende a diminuir. Está aberta a guerra do século, a "Guerra de Talentos ou do Capital Humano" !!!