Pesquisa da Unicamp atesta segurança do aplicador que utiliza glifosato de acordo com as recomendações técnicas

Publicado em 02/07/2019 16:12
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Em 90 amostras analisadas apenas 11 continham níveis quantificáveis de glifosato , porém, bem abaixo do aceitável pela Avisa
Ângelo Zanaga Trapé - Prof. Dr. da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp

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Pesquisa da Unicamp sobre a segurança do glifosato - Ângelo Zanaga Trapé - Prof. Dr. da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp

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Ângelo Zanaga Trapé, Prof. Dr. da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi o convidado de hoje do Notícias Agrícolas para discutir a questão do glifosato, que se encontra em consulta pública na Anvisa.

Trapé, que realizou uma pesquisa sobre o uso do glifosato com o apoio da Aprosoja-MT, conta que foram analisadas as amostras de urina de 30 aplicadores de glifosato. Foram 90 amostras analisadas - ou seja, três amostras para aplicados.

Dessas amostras, apenas 11 continham níveis quantificáveis de glifosato, mas bem abaixo do aceitável pela Anvisa. Isso, segundo o professor, mostra a segurança do produto, que não possui nível residual.

A metodologia utilizada, segundo ele, segue padrões internacionais. Essas análises, como conta Trapé, são realizadas sistematicamente em pesquisas na Alemanha, onde o produto é utilizado sem restrições.

A ingestão diária aceitável de glifosato para a Anvisa seria de 0,042 microgramas por quilo. Logo, ele acredita que os níveis residuais são muito pequenos e pouco relevantes.

Trapé avalia o glifosato como uma das moléculas mais seguras a respeito da saúde pública e que não há dado significativo que prove que este é um produto cancerígeno.

Confira - Mitos e verdades sobre o glifosato

Por:
Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte:
Notícias Agrícolas

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