Pauta do agro nos BRICS evolui com foco na ciência, sustentabilidade e intensificação do justo livre comércio

Publicado em 14/11/2019 14:49
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Reuniões bilaterais resultam em três acordos para o setor com a China e avanço nas agendas com Rússia, Índia e África do Sul. Objetivo é consolidar o Brasil como importância potencial agroambiental.
Flávio Betarello - Secretário-Adjunto de Comércio e Relações Internacionais do MAPA

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Entrevista com Flávio Betarello sobre os Resultado das reuniões dos BRICS

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5 comentários

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Desde a faculdade que escuto sobre cerimoniais, rapapés e regabofes, cartas de intenção, etc... Isso aí não possui valor nenhum, o que importa são os resultados concretos do que vai ser feito..., respeito demasiado por pessoas que possuem cargos de autoridade é uma coisa do capeta.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Pessoal, eu não aceito isso, tirar o governo brasileiro da economia e colocar no lugar governos comunistas ou de castas como a China, Rússia e India. Isso não é livre comércio, vejam aí na região de vocês quem são os defensores de políticos mequetrefes e que defendem a intervenção governamental toda vez que as nulidades quebram. Cuidem bem em quais partidos votarão na próxima eleição, lembrem do foro de São Paulo e do apoio de Putin a Venezuela.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Outro grande engodo, que combato há anos, é essa estória de dizer que é livre comércio colocar de um lado empresas privadas e de outro um estado e governo gigantes como é o partido comunista chinês. Não há como um individuo competir com um estado gigantesco e controlado por mão de ferro por uma casta de comunistas, há muitos anos de Mao Zedong. Por definição qualquer estado ou governo tem mais poder e dinheiro que um único individuo. E também todo estado e governo é controlado por um grupo ou associação de homens.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Pessoal, talvez o Flávio Betarello não saiba, mas procurem essa palavra sustentabilidade no google com a data de dez anos atrás, ela praticamente não existia e foi sendo colocada aos poucos no vocabulário brasileiro com uma definição bem particular, diria uma perversão do significado da palavra... e digo mais, não há uma definição precisa do que seja isso na agropecuária, é só mais um chavão para que políticos, e políticos comunistas não pensam em outra coisa, a não ser controle da sociedade através de chavões bonitinhos para enganar a massa...

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Sr. Rodrigo, eu diria que não só os políticos estão usando , mas principalmente aqueles que querem aparecer como salvadores da Pátria , meio ambiente etc..... Ocorre que ninguém comenta sobre a Verdadeira Sustentabilidade no sentido verdadeiro que a Possibilidade de o Produtor ter sustentação econômica agregada ao que os grandes palestrantes falam em sustentabilidade . Você não houve destes que é preciso a atividade sustentar a empresa rural . Essa palavra já virou piada nas mãos de Empresas , Governos e Palestrantes .

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Prezado Edmilson, a ministra Tereza Cristina preserva o ranço de pensar que somente com dinheiro público ou estrangeiro, garantido pelo governo, a agropecuária brasileira pode crescer. Ela falou que o plano estratégico junto ao banco mundial para conseguir dinheiro é a governança fundiária, seja lá que diabos seja isso, a inovação tecnológica, na mão das "instituições", entidades e multinacionais como sempre, e qualidade sanitária. Imagino que o governo esteja trabalhando para empresas exportadoras, com os brasileiros assalariados e pobres pagando a conta. Essa turma da FPA e agregados é a mesma que enriqueceu nos governos socialistas de FHC, Lula e Dilma sempre escorados em planos governamentais.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Excelente entrevista Carla, e concordo com a integração mas... é preciso olhar bem como vai ser feita essa integração tecnológica, se vamos ter acesso à novas tecnologias ou vamos ser meros consumidores de 5G, que dizem não funcionar bem..., e se entregando nossos portos para os chineses, esses não irão manipular os dados de embarque de commodities, que é só que eles compram. Vocês acham ruim negociar com as tradings americanas? Esperem dez anos para ver o que vai resultar entregar o comercio e transporte dos grãos e dos minérios aos chineses, que vocês verão o que é bom prá tosse.

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