Lula defendendo Bolsonaro (?!) é coisa que até criança duvida. Tem angú debaixo desse caroço !!!

Publicado em 16/09/2020 15:27 e atualizado em 16/09/2020 19:50 2267 exibições
Tempo & Dinheiro - com João Batista Olivi
Assista à íntegra do Tempo&Dinheiro desta quarta-feira, 16 de setembro, com apresentação de João Batisa Olivi

E mais:

Renato Dias: Oposição torce pela piora da vida dos mais pobres;
Alessandra Mello: OCDE projeta recuperação mais rápida para a economia global;
Vlamir Brandalizze: Tempestade perfeita a favor da Soja; 
Sérgio Braga: Boi gordo a R$ [email protected] em SP tem oferta restrita e indústria compradora; 
Vlamir Brandalizze: Milho apoiado pelo Furacão Sally; 
Frederico Olivi: Trincheira mostra raízes a 2 metros de profundidade,  com perfil e cobertura feitos com o Katrina;
Alessandra Mello: Recorde de IPO's: vale a pena investir nas empresas que acabam de entrar na bolsa?

Bolsonaro autorizou criação de programa social dentro do Orçamento, diz relator

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O senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator do Orçamento de 2021, disse nesta quarta-feira, 16, que foi autorizado pelo presidente Jair Bolsonaro a incluir a criação de um novo programa social no seu relatório. Bittar teve uma reunião com o presidente no Palácio do Planalto e falou com a imprensa após o encontro.

Na terça-feira, 15, Bolsonaro disse que estava proibido de se falar de Renda Brasil dentro do governo até o fim do mandato dele, em 2022. O Renda Brasil era o programa que o governo pretendia criar para substituir o Bolsa Família.

O presidente disse que estava desistindo do programa depois que a equipe econômica começou a defender cortes de outros benefícios para financiar o Renda Brasil. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse ao G1 que estavam sendo estudadas alternativas como o congelamento de aposentadorias e pensões e a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Bolsonaro afirmou que as medidas eram "devaneios" e que ele não permitiria retirar dos "pobres para dar aos paupérrimos". Disse ainda que mostraria um "cartão vermelho" a quem lhe apresentasse essa proposta.

Agora, o relator do Orçamento levanta novamente a criação de um novo programa social, para auxiliar trabalhadores após o fim do pagamento do auxílio emergencial, em dezembro, como era a ideia do Renda Brasil.

"Tomei café da manhã com o presidente da República. Agora, antes do almoço conversamos mais um pouco, e eu fui solicitar ao presidente, se ele me autorizava a colocar dentro do Orçamento a criação de um programa social que possa atender milhões de brasileiros que foram identificados ao longo da pandemia e que estavam fora de qualquer programa social. O presidente me autorizou", disse Bittar.

"Não adianta agora a gente especular do que vai tirar, de onde que vai cortar, mas estou autorizado pelo presidente, ele me deu sinal verde. E, a partir de agora, vou conversar com os líderes do governo no Senado e na Câmara, conversar com a equipe econômica", disse o senador, que prometeu entregar semana que vem relatório que tenham as PECs e também a criação desse programa. "A convicção é de que o melhor é que se crie agora (esse programa) para que milhões de brasileiros passem Natal e Ano Novo mais tranquilos", completou.

Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, após o presidente Jair Bolsonaro enterrar o programa Renda Brasil até 2022, o Congresso tenta puxar para si a dianteira no debate da pauta social para ampliar o Bolsa Família depois do fim do auxílio emergencial aos vulneráveis criado na pandemia da covid-19.

Parlamentares que já estavam envolvidos na elaboração de propostas com foco social veem oportunidade de avançar no reforço do Bolsa Família e na busca de novas fontes de financiamento.

Produção de milho da China deve cair após tufões arrasarem plantações

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PEQUIM/CINGAPURA (Reuters) - A safra de milho da China deve recuar em até 10 milhões de toneladas em relação às últimas estimativas do governo, ou quase 4%, depois que fortes ventos e chuvas arrasaram plantações nas principais áreas de produção no cinturão de milho do nordeste chinês, disseram analistas.

A expectativa de perdas na produção levaram os futuros de milho na China a uma alta recorde e alimentaram preocupações com a escassez de oferta no segundo maior consumidor do grão do mundo, depois de uma redução nos gigantescos estoques estatais e aumento das importações.

"Acreditamos que a produção de milho na região Nordeste cairá entre 5-10 milhões de toneladas nesta ano (safra)", disse Zhang Dalong, analista da Cofco Futures, referindo-se à última estimativa de produção do Ministério da Agricultura para a safra 2019/20, de 260,7 milhões de toneladas. 

Três tufões atingiram o principal cinturão de milho da China nas províncias de Heilongjiang, Jilin, Liaoning e na região da Mongólia Interior no final de agosto e início de setembro, destruindo plantas e inundando campos assim que a lavoura de milho atingiu a maturidade.

"Ter a plantação arrasada não é o mesmo que não ter colheita, e você talvez recupere alguma produção se houver um tratamento adequado depois", disse Meng Jinhui, analista da Shengda Futures, que deu uma projeção inicial de queda de 5 milhões de toneladas na produção no nordeste chinês.

As perdas de safra ocorrem em um momento de fortalecimento da demanda da indústria de produção de carne, que está se recuperando rapidamente, alimentando preocupações sobre a potencial escassez de oferta do grão para o setor de ração.

O contrato futuro do milho mais ativo negociado na Bolsa de Commodities de Dalian com entrega para janeiro subiu para um recorde de 2.419 iuanes (357,16 dólares) por tonelada na segunda-feira.

Com a queda da produção doméstica, a China deve importar mais de grandes fornecedores como os Estados Unidos.

O milho estrangeiro "é barato, então faz sentido comprar. Não temos grãos suficientes para ração, mas podemos simplesmente comprar", disse um executivo de uma trading agrícola estatal que não quis ser identificado por não ter autorização para falar com a mídia.

BC: posição cambial líquidado Brasil está em US$ 299,432 bilhões

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A posição cambial líquida do Banco Central atingiu US$ 299,432 bilhões, conforme dados divulgados nesta quarta-feira, 16, pela instituição. O montante tem como referência o dia 11 de setembro. No fim de agosto, essa posição estava em US$ 300,690 bilhões.

A posição cambial líquida traduz o que está disponível para que o BC faça frente a alguma necessidade de moeda estrangeira - como fornecer liquidez ao mercado em momentos de crise, por exemplo.

A posição leva em conta as reservas internacionais, o estoque de operações de linha do BC (venda de dólares com compromisso de recompra), a posição da instituição em swap cambial e os Direitos Especiais de Saque (DES) do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI).

Swap cambial

Após prejuízo de R$ 14,319 bilhões com sua posição em swap cambial em agosto, o Banco Central registrou resultado positivo de R$ 6,115 bilhões em setembro até o dia 11 com estes contratos pelo critério caixa.

Pelo conceito de competência, houve ganhos de R$ 8,120 bilhões. O resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. A liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em D+1.

O BC registrou ainda no período perdas de R$ 72,108 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais. Entram no cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros.

O resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou negativo em R$ 70,528 bilhões em setembro até o dia 11. Já o resultado das operações cambiais no período ficou negativo em R$ 62,408 bilhões.

No acumulado de 2020 até 11 de setembro, o Banco Central registra resultado negativo de R$ 48,059 bilhões com os contratos de swap pelo critério caixa. Pelo conceito de competência, houve perdas de R$ 50,304 bilhões. O BC obteve ganhos de R$ 538,703 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais no acumulado do ano. Já o resultado líquido das reservas ficou positivo em R$ 479,847 bilhões e o resultado das operações cambiais no período foi positivo em R$ 429,544 bilhões.

O BC sempre destaca que, tanto em relação às operações de swap cambial quanto à administração das reservas internacionais, não visa ao lucro, mas fornecer hegde ao mercado em tempos de volatilidade e manter um colchão de liquidez para momentos de crise.

Fluxo cambial no Brasil fica positivo em US$ 89 mi na semana passada, mostra BC

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SÃO PAULO (Reuters) - O fluxo cambial líquido no Brasil ficou positivo em 89 milhões de dólares na semana passada, mostraram dados do Banco Central nesta quarta-feira, o que ajudou a reduzir ligeiramente o saldo negativo em setembro para 568 milhões de dólares.

Entre os dias 8 e 11 de setembro, o câmbio contratado para operações comerciais registrou superávit de 641 milhões de dólares. Do lado financeiro, contudo, houve déficit de 553 milhões de dólares.

Em 2020, o fluxo cambial está negativo em 15,784 bilhões de dólares, contra déficit de 8,914 bilhões de dólares no mesmo período do ano passado.

 

BC: posição cambial líquida está em US$ 299,432 bilhões

 

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Notícias Agrícolas

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