Carne de 2.a mais cara que a de primeira? Sim, a foto prova: músculo a R$ 46,49 o kg; é o efeito China

Publicado em 17/11/2020 15:06 e atualizado em 17/11/2020 19:05 1428 exibições
Tempo & Dinheiro - com João Batista Olivi
Preços da carne em alta nos supermercados, resultado de compras da China, que prefere carne de dianteiro. Veja mais informações com Sérgio Braga, no quadro "Notícias da Pecuária". Acompanhe (acima) a íntegra do Tempo&Dinheiro desta terça-feira, 17/novembro/2020, com apresentação de João Batista Olivi

Economia deve receber injeção de R$ 110 bi até janeiro, estima Sachsida

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BRASÍLIA (Reuters) - O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, estimou nesta terça-feira que cerca de 110 bilhões de reais devem ser injetados na economia até janeiro por medidas tomadas durante a crise do coronavírus, recursos que irão ajudar na força da retomada.

O volume contempla a concessão do auxílio emergencial --45 bilhões de reais que ainda não foram pagos aos que têm direito-- e os saques do FGTS ainda não realizados. Também entram na conta os recursos poupados com o auxílio emergencial que já foram pagos, disse Sachsida, sem especificá-los.

"Isso nos dá muita convicção que a economia terá a necessária tração para, liderada pelo setor de serviços, fechar 2020 com tração, entrar bem em 2021 e, passo a passo em 2021 caminharmos para um crescimento cada vez maior e mais sustentável", destacou.

Sachsida afirmou que o desemprego no Brasil está vindo majoritariamente do setor informal, que é mais flexível, e estimou que a população ocupada irá crescer em 2021 com redução do distanciamento social.

Ibovespa renova máximas desde março e se aproxima de 108 mil pts

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SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa abandonava o sinal negativo e renovava máximas desde março na tarde desta terça-feira, se aproximando dos 108 mil pontos, com a Vale renovando níveis recordes e puxando reação com alta de quase 5%, apesar da fraqueza em Wall Street.

Às 14:40, o Ibovespa subia 1,14 %, a 107.640,17 pontos. Na máxima, chegou a 107.810,31 pontos, maior patamar intradiário desde 4 de março. O volume financeiro somava 18,7 bilhões de reais.

Dados da B3 também continuam mostrando entrada líquida de estrangeiros em novembro, com o saldo do mês até momento em 17,8 bilhões de reais. No ano, apenas junho (1,9 bilhão de reais) e agosto (1,5 bilhão de reais) e outubro (2,9 bilhões de reais) tiveram saldo positivo.

Na visão do superintendente da mesa de operações da Necton, Marco Tulli, a bolsa reflete entradas veementes de estrangeiros desde o fim de outubro e começo de novembro, com os resultados acima do esperado de muitas companhias.

"E de pano de fundo ainda há percepções de que uma segunda onda de coronavírus tende a ser mais branda no Brasil em razão da época do ano, de temperaturas mais elevadas, bem como os protocolos médicos estão mais conhecidos", acrescentou.

Muitos agentes financeiros também têm destacado uma rotação de setores em carteiras de investimentos na bolsa, alinhada a outros mercados emergentes, bem como um ambiente de notícias promissoras sobre uma vacina contra o Covid-19.

Nesta terça-feira, Vale ON subia 4,85%, chegando a 68,10 reais no melhor momento, máxima histórica intradia, apoiada na alta dos futuros do minério de ferro na China, um dia após a BNDESPar embolsar 2,5 bilhões de reais com a venda de 40 milhões de papéis da mineradora.

Petrobras PN também mostrava valorização relevante, de 3,3%, apesar da fraqueza dos preços do petróleo. Bradesco PN e Itaú Unibanco PN afastavam-se das mínimas, reforçando o movimento de melhora no índice da bolsa paulista.

Na ponta negativa, Notre Dame Intermédica ON caía 3,4%, mesmo após salto no lucro líquido do terceiro trimestre, tendo no radar o IPO da Rede D'Or São Luiz, que pode ser a maior oferta inicial de ações do ano.

O pregão ainda tinha de pano de fundo forte queda do dólar em relação ao real, refletindo percepção de investidores de que o Banco Central deixou porta aberta para oferta líquida de swaps cambiais tradicionais até o fim do ano.

Nos Estados Unidos, Wall Street experimentava uma pausa nos ganhos, após o S&P 500 e o Dow Jones renovarem máximas históricas para o fechamento na véspera.

Dólar vai às mínimas do dia e real tem melhor desempenho global com BC e fluxos no radar

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SÃO PAULO (Reuters) - O dólar era negociado em queda contra o real nesta terça-feira, refletindo percepção de investidores de que o Banco Central deixou a porta aberta para oferta líquida de swaps cambiais tradicionais até o fim deste ano.

A moeda dos Estados Unidos acelerou as perdas e bateu mínimas da sessão no fim da manhã, junto com os DIs. Segundo operadores, o mercado reagia a fluxos que elevavam a liquidez e beneficiavam os ativos brasileiros. O real tinha o melhor desempenho global nesta sessão.

"O 'overnight' do Brasil foi bom", disse um gestor, citando a sinalização do BC e notícia de que o novo programa social do governo federal que irá substituir o Bolsa Família já está pronto e deve ser lançado no começo de dezembro, conforme dito no fim da segunda-feira pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. O ministro acrescentou que o programa social tem um orçamento próprio.

Sobre o swap, o BC vendeu o lote integral de 12 mil contratos ofertados nesta terça-feira para rolagem do vencimento 4 de janeiro de 2021. Em comunicado divulgado na véspera, o BC informou que pretende fazer rolagem total dos ativos vincendos e disse que poderá recalibrar o montante ofertado, conforme as condições de mercado.

Em comunicados anteriores, a autarquia havia se limitado a sinalizar possibilidade de alteração do lote ofertado a cada dia ou aceitação de propostas em montante inferior à oferta.

Desta vez, o BC indicou que "poderá recalibrar o montante ofertado, conforme as condições de mercado", segundo nota na segunda-feira.

"O principal direcionamento dos mercados de câmbio tem a ver com comunicado mais recente do BC, em que (a autarquia) deixou a porta aberta para recalibrar a oferta", explicou à Reuters Alejandro Ortiz, economista da Guide Investimentos.

Segundo ele, essa medida mostra intenção do BC de corrigir disfuncionalidades relacionadas ao ajuste de "overhedge" de grandes bancos, que tem potencial para pressionar a taxa de câmbio, e destacou que a atitude não sugere a influência de temores sobre a saúde fiscal doméstica.

O desmonte do "overhedge" --proteção cambial adicional adotada por bancos e cuja eficiência foi colocada em xeque diante de mudanças, anunciadas neste ano, em regras tributárias-- pode implicar compra de mais cerca de 15 bilhões de dólares até o fim do ano, segundo cálculos de algumas instituições financeiras.

No começo de novembro, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, indicou que a autoridade monetária deveria atuar no final do ano no mercado de câmbio em função de grande fluxo esperado no país pela questão do "overhedge" dos bancos.

Às 13:25, o dólar recuava 1,53%, a 5,3565 reais na venda, após oscilar entre 5,3495 reais (-1,66%) e 5,424 reais (-0,29%).

Na B3, o dólar futuro perdia 1,20%, a 5,356 reais.

No exterior, o índice do dólar caía 0,1%, tocando mínimas em uma semana. Moedas emergentes, porém, tinham desempenho misto, em meio à queda nos mercados de ações em Wall Street diante de receios sobre a disparada de casos de Covid-19 nos EUA.

Campos Neto reforça que há tranquilidade com inflação, minimiza aumento de volatilidade cambial

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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reafirmou nesta terça-feira que há tranquilidade da autoridade monetária em relação à inflação, ao mesmo tempo em que minimizou o aumento da volatilidade cambial.

"O Banco Central está olhando, está monitorando e entendemos que grande parte do movimento (inflacionário) recente é temporal", disse ele, ao falar em evento organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O presidente do BC voltou a avaliar que uma parte desse avanço é ligada à alta do câmbio, com outra parte advinda dos efeitos na economia da concessão do auxílio emergencial e também do impacto nos preços do chamado efeito substituição, com os brasileiros consumindo menos serviços em meio à pandemia e direcionando seus gastos à alimentação em domicílio.

Em breve fala sobre o câmbio, Campos Neto reconheceu o aumento da volatilidade, mas pontuou que ele não se deu em grande magnitude.

"Teve realmente um aumento de volatilidade, o Brasil teve um pequeno descolamento de volatilidade, mas não foi muito alto", disse.

Campos Neto chamou a atenção para o aumento no número de contratos de 'daytrade' na bolsa ocorrendo concomitantemente à elevação da volatilidade, embora tenha destacado que essa não é uma relação causal.

RISCO FISCAL

Em mais uma fala pública em que destacou a importância do país retomar a trajetória de sustentabilidade nas contas públicas, o presidente do BC apontou que há "realmente" um aumento de prêmio de risco nos títulos públicos.

Ele afirmou que a ação conjunta do BC com o Tesouro implementada recentemente foi importante para tratar o elemento técnico, mas afirmou que é preciso voltar à disciplina fiscal para que haja estabilização nos preços.

Segundo Campos Neto, a curva longa de juros está hoje "muito inclinada" e isso espelha a incerteza dos agentes em relação à parte fiscal.

"País não roda na Selic, então a gente precisa ter uma curva longa mais baixa exatamente para criar esse movimento de substituição de subsídios por funding privado", afirmou ele, frisando que a credibilidade é chave para fazer com que o fluxo de investimentos estrangeiros volte ao país.

CRESCIMENTO EM 2020

Sobre o comportamento da economia neste ano, o presidente do BC estimou que, se o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre confirmar um crescimento perto de 9% sobre os três meses anteriores, algumas revisões para melhor devem ocorrer para o consolidado do ano.

"(Isso) coloca o Brasil com carry, carregamento de crescimento para 2021 mais positivo, vai estar aí entre 2,7% e 3% de carregamento, o que deve também melhorar as perspectivas para 2021", acrescentou.

Nesta manhã, o Ministério da Economia melhorou sua projeção para o PIB neste ano a -4,5%, sobre -4,7% antes, com alta estimada de 8,3% do PIB no terceiro trimestre sobre o segundo.

Enquanto economistas ouvidos pelo mais recente boletim Focus estimaram um tombo para a economia de 4,66% neste ano, o BC previu, em setembro, que o PIB cairia 5% este ano.

Em caso de segunda onda da pandemia, gasto público pode ser contracionista, diz Campos Neto

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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu nesta terça-feira que, no caso de uma segunda onda da pandemia de Covid-19, o país não deve adotar medidas que envolvam gastos públicos adicionais, sob o risco de acabar gerando um efeito contracionista na economia.

Em entrevista à Globonews, Campos Neto também frisou a importância de uma organização entre os Poderes no país para assegurar a aprovação de reformas necessárias à recuperação da economia.

"A gente precisa, entendendo que o Legislativo é soberano e que tem o 'timing' dele, a gente precisa entrar em um processo de organização entre os diversos Poderes para criar uma conscientização de que é importante aprovar as reformas", afirmou Campos Neto na entrevista.

"Isso vai nos trazer credibilidade, que vai nos trazer investimentos, que vai nos ajudar com o crescimento futuro", acrescentou.

O presidente do BC voltou a destacar a importância de o país retomar a trajetória de controle fiscal após ter sido um dos que mais gastaram com medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Questionado sobre medidas adicionais a serem tomadas no caso de uma eventual segunda onda da pandemia, Campos Neto afirmou que, considerando a situação de fragilidade fiscal do país, iniciativas que envolvam gastos públicos podem ser contraproducentes.

"É como se você colocasse dinheiro na economia entendendo que vai ter um efeito expansionista, e na verdade você tem o efeito contrário, contracionista", disse Campos Neto, ao ressaltar a importância da credibilidade fiscal para atrair investimentos estrangeiros.

"O elemento credibilidade é mais importante e inibe o crescimento futuro de uma forma maior do que o dinheiro que está sendo colocado para circular na economia", disse.

"Qualquer solução que for apresentada, que for pensada onde a gente consiga impulsionar a economia, colocar dinheiro na economia, sem gerar gasto fiscal, são medidas bem-vindas", acrescentou.

Probabilidade de segunda onda de Covid-19 no Brasil é baixa, diz Sachsida

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BRASÍLIA (Reuters) - O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, afirmou nesta terça-feira que estudos internos indicam que a probabilidade de uma segunda onda de coronavírus no Brasil é baixa.

"Vários Estados já atingiram ou estão muito próximos de atingir imunidade de rebanho", disse ele, em coletiva de imprensa.

Bastante questionado a respeito da informação, o secretário afirmou que a linha de corte considerada para a imunidade de rebanho pela Secretaria de Política Econômica (SPE) foi de 20%. Ou seja, este seria o percentual mínimo de pessoas já infectadas pelo novo coronavírus que garantiria um certo efeito de proteção contra a circulação do vírus.

Segundo Sachsida, o patamar de 20% "está na literatura" e vem de "estudos mais novos". Ele reconheceu, contudo, que há parte da literatura que considera a imunidade de rebanho com 60% a 70% da população infectada, corrente que disse ter circulado especialmente no início da pandemia.

Ele também afirmou que, para suas previsões sobre a chance de eventual segunda onda, a SPE analisa dados públicos da PNAD Covid, sob responsabilidade do IBGE.

O secretário reforçou que os indicadores analisados pela secretaria apontam para a força da retomada econômica, e que a avaliação é que em meados de dezembro o país retomará patamares de movimentação pré-Covid.

"Voltando isso, volta o setor de serviços", afirmou ele. "Estamos muito convictos que a partir de outubro o setor de serviços está cada vez mais forte."

Perguntado sobre a necessidade de extensão do auxílio emergencial e futuras transformações no Bolsa Família, ele afirmou que essas são decisões que cabem à Presidência da Repúblico e a ministros.

Ele destacou, contudo, a existência de cerca de 110 bilhões de reais que devem ser injetados na economia até janeiro por medidas tomadas durante a crise do coronavírus, recursos que irão ajudar na recuperação econômica.

O volume contempla a concessão do auxílio emergencial --45 bilhões de reais que ainda não foram pagos aos que têm direito-- e os saques do FGTS ainda não realizados. Também entram na conta os recursos poupados com o auxílio emergencial que já foram pagos, disse Sachsida, sem especificá-los.

"Isso nos dá muita convicção que a economia terá a necessária tração para, liderada pelo setor de serviços, fechar 2020 com tração, entrar bem em 2021 e, passo a passo em 2021 caminharmos para um crescimento cada vez maior e mais sustentável", destacou.

Sachsida afirmou que o desemprego no Brasil está vindo majoritariamente do setor informal, que é mais flexível, e estimou que a população ocupada irá crescer em 2021 com a redução do distanciamento social.

Grécia em lockdown vê confrontos em aniversário de revolta estudantil de 1973

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ATENAS (Reuters) - Manifestantes que lembravam um levante estudantil sangrento de 1973 contra a junta militar que controlava a Grécia à época se chocaram nesta terça-feira com policiais que tentavam impor uma proibição a reuniões públicas, adotada para combater a disseminação do coronavírus.

A polícia usou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar os manifestantes que tentavam marchar pela capital Atenas, ignorando a proibição que o governo disse ser vital para proteger a saúde pública durante uma pandemia.

Partidos de oposição comunistas e de esquerda rotularam a decisão de "autoritária".

Mais cedo, policiais não intervieram quando dúzias de membros do partido comunista KKE, que usavam máscaras e respeitavam as regras de distanciamento social, realizaram um protesto separado no centro de Atenas para marcar o aniversário da revolta.

De manhã, o presidente grego, partidos políticos e cidadãos depositaram uma coroa e flores na Universidade Politécnica de Atenas vazia para homenagear as dúzias de pessoas mortas durante a revolta estudantil realizada perto do final do regime militar de 1967-74.

Em um dia comum, nesta época do ano, o campus estaria repleto de pessoas em fila para prestar homenagens ao mortos do levante, que foi um divisor de águas na história moderna da Grécia – mas a pandemia de coronavírus mudou o quadro.

O país registrou mais 2.198 casos e 58 mortes na segunda-feira, seu segundo maior número diário de fatalidades até agora.

A Grécia se saiu melhor do que outros países europeus na primeira onda da pandemia, na primavera passada, devido a um lockdown precoce – mas a disparada de casos vista desde o começo de outubro obrigou as autoridades a imporem um segundo lockdown de âmbito nacional que vence no final de novembro.

Economia francesa deve recuar de 9% a 10% este ano, diz agência de estatísticas

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PARIS (Reuters) - A economia francesa deve recuar de 9% a 10% este ano, dependendo de quanto tempo durar o atual lockdown do coronavírus, disse a agência de estatísticas oficial Insee nesta terça-feira.

Dependendo da possibilidade de prorrogação do bloqueio até dezembro, e de quanto tempo ele durará, a economia recuará entre 2,5% e 6% no último trimestre de 2020 em relação aos três meses anteriores, estimou a Insee.

Isso se traduziria em uma contração de 9% a 10% para o ano inteiro, disse a agência em suas últimas previsões econômicas.

Ela estimou que a segunda maior economia da zona do euro está operando atualmente com queda de 13% em relação aos níveis normais desde que a França entrou em seu segundo lockdown, em 30 de outubro.

Isso seria melhor do que o tombo de 30% visto em abril durante um primeiro lockdown para conter o surto, com a indústria e a construção se saindo muito melhor, disse a Insee.

Os gastos dos consumidores estão 15% abaixo dos níveis normais, metade da redução observada no primeiro bloqueio, de acordo com dados de transações com cartões de crédito e débito analisados pela agência.

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Notícias Agrícolas

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