Parler processa Amazon por tirar site do ar, Direita ensaia migração ao Telegram por relação do WhatsApp com Facebook

Publicado em 11/01/2021 15:07 e atualizado em 11/01/2021 16:13 1336 exibições
Tempo & Dinheiro - Com João Batista Olivi
Edição desta segunda-feira, 11/janeiro/2021, com João Batista Olivi - com Reuters e Poder360

soja paraguai  soja paraguai  soja paraguai

Novas frentes de chuvas chegam ao sul do País, e se espalham pelo País. A recuperação da safra acontece também no Paraguai (foto do Departamento de Cazaapa Sul do Paraguai, de sexta-feira 8 de Janeiro). 

Veja também: 

ALESSANDRA MELLO  Segunda começou com o mercado estressado, dólar em alta, Ibovespa em baixa e taxas de juros subindo; 

VLAMIR BRANDALIZZE: Soja na expectativa do USDA reduzir safra e estoques dos EUA; e Milho segue firme e buscando furar os US$ 5,00 em Chicago;

SERGIO BRAGA: Boi gordo tem mercado restrito e altas significativas. Novilhas tem preço de boi em SP;

FREDERIO OLIVI: Léo Pereira ensina -- Depois da silagem. mix de cobertura no solo para aumentar a produção de leite;

RENATO DIAS: Dória quer a vacina (não importa a "ciência") enquanto retira auxilio para as Stas. Casas de S.Paulo.

E MAIS:

Parler processa Amazon por tirar site do ar, cita violação antitruste

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(Reuters) - A Parler, rede social usada por muitos apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, processou a Amazon nesta segunda-feira, acusando o serviço de hospedagem da companhia de violar a lei antitruste ao suspender sua conta.

Em queixa apresentada ao Tribunal Distrital em Seattle, a Parler disse que a decisão da Amazon de fechar sua conta foi "aparentemente motivada por animosidade política" e "aparentemente projetada para reduzir a concorrência no mercado de serviços de microblog em benefício do Twitter."

A Parler está buscando uma ordem judicial exigindo que a Amazon restabeleça sua conta e impedindo-a de suspender os serviços que havia contratado. Também está buscando indenização tripla não especificada.

A Amazon não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários. A Parler não estava imediatamente disponível para comentar.

Direita ensaia migração ao Telegram por relação de WhatsApp com Facebook (Poder360)

A migração do WhatsApp ao Telegram por usuários identificados com a direita parece ter tomado força na última semana no Brasil. Os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Salles (Meio Ambiente) e os deputados federais Bibo Nunes (PSL-RS) e Bia Kicis (PSL-DF) são alguns dos bolsonaristas que criaram ou reativaram contas na rede social nos últimos dias.

Um dos fatores que explicam o movimento é a atualização dos termos de uso do WhatsApp, que entram em vigor em 8 de fevereiro de 2021, e que tornou ainda mais evidente sua relação com o Facebook, dono do aplicativo de mensagens. Os usuários que desejam usar o aplicativo após essa data terão que concordar com os novos termos e políticas de privacidade. O fato despertou temores de que a nova política permitirá que o Facebook espione os usuários.

Somado à ação da rede para suspender a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, depois do ataque ao Capitólio na última 4ª feira (6.jan.2021), os apoiadores de Trump e Bolsonaro agora incentivam a ida dos usuários ao Telegram.

Ao abrir a página de Termos e Política de Privacidade do WhatsApp, é possível ver a seguinte mensagem:

No Twitter, a deputada Bia Kicis diz que já tinha conta ativa no Telegram, mas não usava com frequência.

“Já tinha Telegram mas quase não usava. Agora será a opção viável. Já estou a 1000 por hora lá. Convido-os a se inscreverem no meu canal”, escreveu.

O deputado Bibo Nunes também postou uma mensagem para destacar sua adesão à rede social. “Me sigam no Telegram Bibo Nunes”, escreveu.

 

 

Com a adesão de mais usuários, o próprio Telegram, que tem 400 milhões de usuários no mundo e pretende chegar a 1 bilhão até 2022,  percebeu o movimento no Brasil e incentivou a migração.

“Bom dia pra quem já apagou a conta do W*******“, postou o perfil oficial do  Telegram Brasil em sua conta no Twitter.

Em outra publicação, a conta Telegram Messenger postou a imagem de uma disputa entre um homem-aranha que representa o Facebook e outro que representa o WhatsApp.

TELEGRAM X WHATSAPP

Como o Telegram oferece criptografia de ponta a ponta para chats normais, ele tem uma opção chamada “chats secretos”. A empresa garante que as conversas trocadas por esse recurso não deixam rastros no servidor da empresa. Além disso, ao contrário do WhatsApp, o Telegram é baseado em nuvem, o que significa que todas as suas mensagens de texto, arquivos de mídia de imagens e documentos são sincronizados em todos os seus dispositivos registrados e com o armazenamento em nuvem do Telegram.

O usuário também pode fazer login e logoff o número de vezes que desejar e simultaneamente em diferentes dispositivos, sem perder nenhum dado. Os usuários do Telegram podem enviar qualquer tipo de arquivo com até 1,5 GB. O WhatsApp, por outro lado, restringe arquivos de vídeo, imagens e tipos de documentos. É possível se comunicar com qualquer um no Telegram mesmo que não haja o número de contato registrado.

Poder360 

China registra maior número diário de casos de Covid-19 em mais de 5 meses

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XANGAI/PEQUIM (Reuters) - A China continental teve seu maior número diário de casos de Covid-19 em mais de cinco meses, informou a autoridade de saúde do país na segunda-feira, à medida que novas infecções na província de Hebei, perto de Pequim, continuam crescendo.

Um condado na província de Heilongjiang entrou em lockdown nesta segunda-feira após relatar novas infecções por coronavírus, disse a televisão estatal separadamente.

Hebei foi responsável por 82 das 85 novas infecções locais registradas em 10 de janeiro, afirmou a Comissão Nacional de Saúde (NHC) em um comunicado, com a província de Liaoning também relatando dois novos casos e Pequim, um. O país também teve 18 novas infecções importadas do exterior.

O número total de novos casos de Covid-19 foi 103, o maior desde os 127 casos notificados em 30 de julho.

Embora as contagens de casos recentes continuem sendo uma pequena fração do que o país viu no auge do surto no início de 2020, as autoridades estão agindo agressivamente para conter a propagação e evitar outra onda nacional de infecções.

O aumento ocorre no momento em que a equipe de investigadores da Organização Mundial da Saúde que analisa as origens da pandemia de Covid-19 visitará a China, com chegada prevista para quinta-feira, anunciou a NHC, que se recusou a fornecer o itinerário da equipe.

A China foi acusada de inicialmente encobrir o surto que surgiu pela primeira vez na cidade central de Wuhan no final de 2019, o que os críticos dizem ter atrasado a resposta inicial da China e permitido que a Covid-19 se espalhasse globalmente.

A cidade de Wuhan informou na segunda-feira que iniciou um trabalho de rastreamento de contatos para duas pessoas - entre os 82 novos casos locais relatados por Hebei - que estiveram em Wuhan. Posteriormente, foram fechados um restaurante, um edifício comercial e três mercados visitados por uma das duas pessoas.

A atual onda de casos locais eclodiu pela primeira vez na cidade portuária de Dalian, em Liaoning, em meados de dezembro. Conforme o inverno avançou, outras províncias do norte - Heilongjiang, Hebei e Jilin - começaram a relatar mais infecções.

Na segunda-feira, Dalian atribuiu o surto a embarcações estrangeiras contaminadas, dizendo que as informações de sequenciamento do gene do vírus eram diferentes das de surtos anteriores.

A maioria dos infectados eram estivadores que manuseiam cargas de um navio da Rússia, disse uma autoridade de Dalian a repórteres.

Shijiazhuang, capital de Hebei e epicentro do novo surto na província, está em lockdown. Pessoas e veículos estão sendo impedidos de deixar Shijiazhuang, enquanto o transporte público na cidade também foi interrompido.

O número total de infecções na China continental até agora é de 87.536, enquanto o número de mortos permanece inalterado em 4.634.

Vendas de milho safrinha do Brasil avançam pouco, mas seguem acima de 19/20, diz Safras

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SÃO PAULO (Reuters) - A comercialização de milho segunda safra alcançou 25,2% da produção esperada para 2020/21, ligeira alta de 1 ponto percentual ante o levantamento divulgado em dezembro, em meio a uma evolução mais lenta que a verificada em meses anteriores, estimou nesta segunda-feira a consultoria Safras & Mercado.

No entanto, o patamar de vendas segue superior ao visto no mesmo período da temporada passada, de 13,7%, destacou a consultoria.

De acordo com a Safras, o Brasil deve produzir 83,7 milhões de toneladas na "safrinha" de 2020/21.

O maior nível de comercialização foi registrado em Mato Grosso, com 30,9%, seguido por Mato Grosso do Sul com 27,2%. No Paraná, as vendas chegaram a 19,3%.

Já a comercialização da safrinha 2019/20, que foi colhida no ano passado, chegou a 90,3% ante 83,9% na projeção anterior e 87,4% um ano antes, disse a consultoria.

Argentina suspende proibição de exportação de milho; limita embarques a 30 mil t por dia

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BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina suspendeu a proibição das exportações de milho anunciada em dezembro e vai optar por um limite diário temporário de 30.000 toneladas nas vendas ao exterior, disse o Ministério da Agricultura nesta segunda-feira, recuando da medida mais restritiva que havia enfurecido agricultores na indústria de grãos do país.

O terceiro maior fornecedor mundial do cereal anunciou em 30 de dezembro uma paralisação de dois meses nas exportações de milho em uma tentativa de controlar os preços domésticos dos alimentos em meio a uma longa recessão e a pandemia da Covid-19.

O Ministério da Agricultura disse em um comunicado na madrugada desta segunda-feira que fechou acordos para garantir o fornecimento doméstico de milho e amortecer os preços locais contra as flutuações nos mercados internacionais, permitindo o fim da proibição total dos embarques.

A indústria bovina e avícola da Argentina usa o milho para a engorda dos animais. O governo esperava inicialmente que, ao manter mais milho no país, o custo da alimentação do gado cairia, aumentando o abastecimento doméstico de alimentos.

Mas os agricultores protestaram contra a suspensão na semana passada e lançaram uma greve, dizendo que a proibição total pressionou a produção para baixo e os forçou a moderar os investimentos.

As associações argentinas de soja, milho, trigo e sementes de girassol disseram que tal intervenção nos mercados de exportação minou a confiança e levaria a uma retirada imediata dos investimentos.

Lira fala em votar reformas já no 1º semestre caso seja eleito na Câmara

(PODER360)

O deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato à presidência da Câmara, afirmou que sua vontade é votar a PEC (proposta de emenda à Constituição) Emergencial e as reformas administrativa e tributária ainda no 1º semestre de 2021, caso seja eleito.

Ele fez, porém uma ressalva: “Se o colégio de líderes concordar”“A sugestão é começarmos a PEC Emergencial. Na sequência, a administrativa e, só após essas duas, e ainda no 1º semestre, a tributária. Ela tem mais peculiaridades”, declarou Lira.

Ele falou a jornalistas no fim da manhã desta 2ª feira (11.jan.2021) no Hotel Windsor, em Brasília.

Estavam com ele os deputados Marcelo Ramos (PL-AM), Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR), Celso Sabino (PSDB-PA), Margarete Coelho (PP-PI), Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ) e Luis Miranda (DEM-DF).

Miranda e Sabino são de partidos que apoiam o adversário de Lira, Baleia Rossi. Depois da entrevista, foram para uma viagem para Tocantins e Goiás em busca de votos dos deputados locais.

A ressalva de Lira sobre o colégio de líderes não é à toa. Em sua campanha, ele tem dito que obedecerá sempre a vontade da maioria dos deputados. O colégio de líderes é onde se reúnem os representantes das bancadas dos partidos para definir a pauta de votações.

A PEC Emergencial permite que o governo corte despesas obrigatórias. Se for mantido acordo feito em 2020, o projeto que avançará será o que está no Senado. Enquanto os senadores não a aprovarem, a influência de Lira sobre o destino da proposta é reduzida.

O deputado também falou em instalar a CMO (Comissão Mista de Orçamento) e aprovar o Orçamento de 2021 na 1ª quinzena de fevereiro.

Quem instala a CMO é o presidente do Congresso. Isso não foi possível em 2020 porque um desacordo entre deputados, patrocinado por Lira, causou impasse.

A presidência da comissão naquele ano deveria ser de um integrante da Câmara. Havia acordo para que o presidente fosse Elmar Nascimento (DEM-BA). À época, ele era do grupo de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa.

Lira, porém, manobrou para tentar colocar no cargo Flávia Arruda (PL-DF). O enrosco não foi resolvido e o ano acabou sem o Orçamento ser discutido. No fim de 2020, Elmar se aproximou de Lira.

A eleição para presidente da Câmara será no início de fevereiro. Quem vencer terá mandato de 2 anos no cargo. A impressão mais comum é que, se a eleição fosse hoje, Lira venceria.

Seu principal adversário é Baleia Rossi (MDB-SP), escolhido por Rodrigo Maia para representar seu bloco também com apoio da esquerda.

Lira tem feito campanha “no varejo”, pedindo votos individualmente para os deputados. Baleia, por outro lado, tem trânsito principalmente nas cúpulas partidárias.

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Fonte:
NA/Reuters/Poder360

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