Era só o que faltava!! revista francesa diz que a culpa do Covid é do agronegócio (brasileiro)!!!

Publicado em 21/01/2021 15:11 5027 exibições
Tempo & Dinheiro - Com João Batista Olivi

"Como o agronegócio provocou a pandemia" (???!!)

diplomatique

"O admirável mundo novo das pandemias rebaixou os limites para a existência humana: agora estamos presos debaixo do teto de zinco das granjas de abate de animais em massa, cada uma delas uma fábrica em potencial da próxima bomba microbiológica ", diz Allan Rodrigo de Campos Silva,  doutor em Geografia Humana pela USP.

Ele acrescenta em outro trecho: "O enfileiramento de milhares de animais geneticamente similares nos galpões do agronegócio também funciona como uma plataforma de testes para o transbordamento de doenças zoonóticas para as populações humanas. A qualquer momento uma cepa recém–emergente de um coronavírus ou influenza pode assumir um rearranjo genético capaz de infectar humanos – geralmente um trabalhador do agronegócio –, e pronto: está aberta a longa rampa de mais uma epidemia mortal.

Diz o editor da revista que "no Brasil, Le Monde Diplomatique surgiu em versão impressa em 2007 por iniciativa do Instituto Polis e de uma série de apoiadores que viam no original francês uma publicação fundamental para estimular o pensamento crítico, a reflexão e o debate de temas prementes da sociedade" (...). 

China registra primeiro surto de peste suína em quase três meses

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(Reuters) - A China registrou nesta quinta-feira um surto de peste suína africana na província de Guangdong, ao sul do país, nos primeiros casos da doença em quase três meses.

A peste suína africana devastou o rebanho de porcos da China, maior consumidor global de carne de porco, a partir de um primeiro surto em meados de 2018, matando milhões de animais. A indústria se recuperou desde então, no entanto, com o rebanho crescendo 31% ano a ano para 406,5 milhões de cabeças ao final de 2020.

Os casos em Guangdong ocorreram em uma fazenda no condado de Pingyuan com 1.015 animais, matando 214 deles, disse o Ministério da Agricultura em comunicado, acrescentando que suspeitam que transporte ilegal de suínos possa ter causado os casos.

O último surto de peste suína registrado na China foi em 26 de outubro passado, quando autoridades apreenderam um veículo que estava levando suínos ilegalmente para a província de Sichuan a partir de uma outra região.

O último surto confirmado em uma fazenda foi há mais de sete meses, em 5 de junho, na província de Yunnan, segundo o site do ministério.

Indonésia importará gado e carne para preencher lacuna no abastecimento doméstico

JACARTA (Reuters) - A Indonésia importará 502.000 cabeças de gado e 85.500 toneladas de carne bovina para ajudar a preencher uma lacuna na oferta da proteína no mercado doméstico, disse nesta quinta-feira Fadjar Sumping Tjatur Rasa, diretor do Ministério da Agricultura do país.

Além disso, a Indonésia também planeja emitir licenças de importação para 100.000 toneladas de carne bovina brasileira e de búfalo d'água da Índia, disse ele em um comunicado.

O ministério estimou o consumo de carne bovina e de búfalo da Indonésia em 2021 em quase 696.956 toneladas, um aumento de cerca de 64% em relação ao ano passado, resultando em uma lacuna na oferta de 223.142 toneladas.

Em fevereiro, o governo esperava que os embarques de gado do México aumentassem o estoque doméstico do país, disse Nasruallah, diretor-geral do ministério.

A Indonésia importa principalmente gado da Austrália, mas o governo disse que deseja obter mais gado de outros lugares.

Os vendedores de carne na grande área de Jacarta estão mantendo uma greve de três dias a partir da quarta-feira desta semana devido ao alto custo de aquisição da carne, de acordo com a imprensa local.

"O Ministério da Agricultura fez verificações de abastecimento no campo e é relativamente seguro até a demanda pelo Eid Al-Fitr", disse Nasrullah, referindo-se ao feriado islâmico que cai em meados de maio deste ano.

Governo indiano oferece suspensão das reformas agrícolas; setor pode cancelar protestos 

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NOVA DÉLHI (Reuters) - O governo da Índia ofereceu na quarta-feira a suspensão da implementação de três novas leis agrícolas que desencadearam os maiores protestos de agricultores em anos, que, segundo líderes sindicais, há possibilidade de terminar.

A principal entrave da reforma, introduzida em setembro, permite que compradores privados negociem diretamente com os produtores.

Agricultores furiosos, que dizem que isso tornará os mercados atacadistas tradicionais da Índia irrelevantes e os deixará à mercê de grandes varejistas e processadores de alimentos, acamparam nas principais rodovias fora de Nova Délhi por mais de dois meses.

O ministro da Agricultura do país, Narendra Singh Tomar, disse que o governo está aberto a suspender as leis por até 18 meses, período durante o qual os representantes do governo e os agricultores devem trabalhar para "fornecer soluções" para a indústria.

As negociações bilaterais até agora não conseguiram resolver o impasse --colocando o primeiro-ministro Narendra Modi em um de seus desafios mais significativos desde que foi reeleito em 2019.

A próxima rodada de negociações está marcada para sexta-feira, e o líder rural Dharmendra Malik disse que os sindicatos informariam ao governo se aceitariam a oferta e cancelariam os protestos.

O governo foi "simpático às preocupações dos agricultores e está tentando acabar com o impasse", disse ele, agradecendo-os por manterem "paz e disciplina" durante os protestos.

Agricultores planejam um protesto de tratores em Nova Délhi em 26 de janeiro, Dia da República da Índia, que a Suprema Corte recusou na quarta-feira uma petição do governo para proibir.

Diplomacia da vacina da Índia no sul da Ásia é reação à China

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NOVA DÉLHI/KATHMANDU (Reuters) - A Índia dará milhões de doses de vacina contra Covid-19 a países sul-asiáticos nas próximas semanas, disseram fontes do governo nesta quinta-feira, recebendo elogios de seus vizinhos e reagindo à predominância da China na região.

Remessas gratuitas da vacina da AstraZeneca fabricadas pelo Instituto Serum da Índia (SII), o maior fabricante mundial de vacinas, começaram a chegar às Maldivas, Butão, Bangladesh e Nepal.

Mianmar e as Ilhas Seychelles são as próximas da fila para receber remessas gratuitas, já que a Índia está capitalizando ser uma das maiores fabricantes mundiais de genéricos para fazer amigos.

"O governo da Índia mostrou boa vontade ao proporcionar a vacina sem custo. Isto é no nível do povo, é o público que está sofrendo mais com a Covid-19", disse o ministro da Saúde e da População do Nepal, Hridayesh Tripathi.

O gesto ocorre no momento em que os laços indianos com o Nepal estão tensionados por uma disputa territorial e em meio à preocupação da Índia com a influência política e econômica crescente da China na região do Himalaia situada entre os gigantes asiáticos.

A China, que prometeu ajudar o Nepal a lidar com a pandemia, está aguardando uma liberação nepalesa às vacinas de sua empresa Sinopharm.

A Índia está cogitando dar algo entre 12 milhões e 20 milhões de doses aos seus vizinhos na primeira onda de assistência ao longo das próximas três a quatro semanas, disse uma fonte governamental.

Dólar sofre virada e salta 1% com temor fiscal doméstico

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SÃO PAULO (Reuters) - O mercado de câmbio sofreu uma reviravolta nesta quinta-feira e o dólar saltava mais de 1%, depois de cair na mesma intensidade pela manhã, com analistas voltando a citar riscos fiscais em meio à percepção de desorganização no enfrentamento da pandemia.

O dólar havia caído 1,49% na mínima de mais cedo, influenciado pelo ambiente externo positivo e pela leitura de que o Banco Central se encaminha para subir a Selic.

Mas a moeda passou a ganhar tração perto das 11h e, pouco depois de 12h30, bateu a máxima do dia --de 5,3783 reais, em alta de 1,27%.

Às 12h56, o dólar spot subia 1,04%, a 5,3662 reais na venda.

Outros mercados brasileiros também pioraram o sinal. O Ibovespa caía 1,3%, voltando à casa de 118 mil pontos, e os juros futuros saltavam cerca de 16 pontos-base.

Profissionais comentaram que declarações do candidato à presidência do Senado Federal Rodrigo Pacheco (DEM-MG) de que haverá discussão sobre nova ajuda a famílias na primeira semana do novo comando do Congresso e de que será preciso sacrifício de premissas econômicas para manter o socorro pressionaram os ativos financeiros.

Pacheco é apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O agravamento da pandemia em meio à percepção de desorganização no governo tem tido efeitos sobre a popularidade do presidente Bolsonaro e, por sua vez, alimentado temores no mercado de criação de mais despesas --o que ameaçaria o teto de gastos, visto pelo mercado como âncora fiscal do país.

"As apostas contra o real estão aumentando nos mercados spot e futuro. Ninguém quer pegar o Brasil, até porque não tem nenhuma regra que oriente a política fiscal", disse um profissional de um grande banco estrangeiro.

Esse profissional comentou que mesmo a interpretação do comunicado do Copom tem sido dispersa entre analistas. Segundo ele, há quem tenha entendido que o Bacen, por não aumentar o juro agora nem sinalizar alta na reunião de março, "vai incorrer no risco de mais depreciação do real".

O real saiu do melhor desempenho global da sessão para ocupar a ponta de baixo, descolando da grande maioria de seus pares, enquanto o índice do dólar recuava 0,26%. Investidores apostam que um grande pacote de estímulo nos EUA sob o governo Joe Biden e o apoio dos bancos centrais globais amortecerão danos econômicos causados pelo choque do coronavírus.

SP: donos de concessionárias protestam contra aumento do ICMS (no R7)

Carreatas ocorrem em diferentes pontos da capital. Categoria afirma que medida pode comprometer 300 mil empregos

Donos de concessionárias de veículos seminovos fazem carreatas por ruas da capital paulista na manhã desta quinta-feira (21) contra o aumento da alíquota do ICMS (Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços), promovido pelo governo de São Paulo. Segundo a categoria, a medida afeta ainda mais as vendas, já prejudicadas pela pandemia, e pode comprometer o emprego de 300 mil pessoas.

Os protestos simultâneos com buzinaço ocorrem na avenida Rebouças, ponte Eusébio Matoso, Ponte da Freguesia do Ó, na ponte Estaiada e ainda no viaduto Santa Ifigênia. A cidade registrou, às 8h30, 15 quilômetros de congestionamento, sendo que as regiões sul, oeste e centro são as mais afetadas.

A Polícia Militar acompanha a manifestação, que é pacífica. Houve concentração de veículos mais cedo na Praça Charles Miller, na zona oeste, e de lá os carros saíram em comboio. 

Imagens flagradas pelo helicóptero da Record TV mostram dezenas de veículos circulando pela cidade e promovendo buzinaço.

 

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Fonte:
Notícias Agrícolas/Reuters/R7

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1 comentário

  • Petter Zanotti Assis - SP

    A academia mais uma vez se mostrando como uma verdadeira traidora do país ao propagar fake news sobre o agronegócio brasileiro, fazendo a ligação da atividade agropecuária à origem da pandemia, numa clara tentativa de manchar a imagem da principal atividade econômica do Brasil, que tem garantido o equilíbrio de nossa balança comercial! São "quislings" que não tem nenhum compromisso com o país, somente com suas ideologias ultrapassadas!

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      O mais engraçado é como essas notícias ganham destaque no país... as boas ninguem le ou reporta ... é simples pessoal, só depende de nós.... e só nao comprar nada de origem francesa e pronto ... o que vem de lá não é insubstituível ... é triste ver os caras detonando nosso pais e o brasileiro ainda compra produtos de origem deles ...

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    • Rodrigo Marcelo Sapiaginski Palmas - TO

      Não é só produto francês, comecem a boicotar produto europeu e divulgar nas redes sociais que o estão fazendo pela perseguição francesa....quando começar a diminuir a renda das demais empresas europeias podem ter certeza que o discurso muda...valorizemos o que é BRASILEIRO...queijos, vinhos, cervejas, veículos (produzidos aqui), tecidos, etc...o mercado brasileiro é enorme...nenhum país quer perder esse mercado...

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    • Adilson Garcia Miranda São Paulo - SP

      Que eu me lembre, a França nos prejudica, desde o tempo em que eu era crriança... E o General Charles de Gaulle era seu presidente, e a França vinha pescar lagosta em nosso litoral, acabando com esse fruto do mar e prejudicando o nosso meio ambiente.

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    • Petter Zanotti Assis - SP

      Bem lembrado Adilson! No início da década de 60 barcos franceses foram flagrados pescando em águas territoriais brasileiras. A França e o Brasil deslocaram efetivos para o NE se desenhando um possível conflito, no que foi chamado de 'A guerra da lagosta'. Por fim tudo se resolveu por meio da diplomacia.

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