Tudo que sobe, desce! Atenção que tem previsão de chuvas para o meio-oeste americano semana que vem!

Publicado em 20/04/2021 16:03 e atualizado em 23/04/2021 16:04 1476 exibições
Tempo & Dinheiro - Com João Batista Olivi
Edição do Tempo&Dinheiro desta 3a.feira, 20 de abril/21, com João Batista Olivi

 

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Brasil pode comprar milho de EUA e Ucrânia após isenção de tarifa, diz ABPA

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SÃO PAULO (Reuters) - Os Estados Unidos e a Ucrânia poderão fornecer milho ao Brasil após o anúncio pelo governo de uma isenção de tarifas sobre as importações do cereal, disse a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta terça-feira.

A entidade afirmou também ter solicitado ao governo autorização para compras de variedades de milho transgênico dos Estados Unidos não aprovados no Brasil, em caso de necessidade emergencial. Tal autorização seria apenas para importação de milho a ser usado na fabricação de ração.

Segundo a ABPA, devido aos altos preços do milho, principal matéria-prima da alimentação animal, a indústria de carnes procura alternativas, incluindo o trigo para compor a dieta de frangos e suínos.

Na segunda-feira, ao divulgar a suspensão da alíquota aplicada aos embarques provenientes de países de fora do Mercosul, o Ministério da Agricultura indicou que busca conter os preços internos dos grãos, pressionados pela valorização das commodities nos mercados externos.

Segundo o ministério, a medida que zera a Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul deverá entrar em vigor sete dias após a publicação da resolução, o que ainda não ocorreu.

A isenção vale ainda para soja, óleo e farelo, segundo a pasta.

Paraná finaliza colheita de soja e vê piora na 2º safra de milho, diz Deral

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SÃO PAULO (Reuters) - O Paraná, segundo produtor de grãos e oleaginosas do Brasil após o Mato Grosso, finalizou a colheita de soja da temporada 2020/21, enquanto registrou uma piora na qualidade da segunda safra de milho diante de um tempo seco, apontou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral).

Até a semana anterior, o Paraná havia colhido 98% da área de soja e plantado 99% da segunda safra de milho. Agora 100% dos campos da oleaginosa já passaram por colheita no Estado, que tem ainda 1% da área projetada com o cereal de inverno para plantar, segundo órgão da Secretaria de Agricultura do Paraná.

Com um tempo mais seco desde o final de março, algo que deve continuar na maior parte desta semana, o Paraná continua vendo uma deterioração da qualidade da lavoura de milho "safrinha".

No comparativo semanal, o órgão ligado ao governo estadual reduziu o percentual de áreas classificadas como boas de 76% para 62%.

As áreas em condições médias, por sua vez, saíram de 21% para 31%, enquanto as lavouras consideradas ruins --com chance de perda -- passaram de 3% para os atuais 7%.

Já a colheita do milho verão chegou a 95%, ante 92% na semana anterior.

A segunda safra de milho do Paraná está estimada em 13,38 milhões de toneladas, segundo previsão de março do Deral, ante 13,55 milhões na previsão de fevereiro e 11,9 milhões no ciclo anterior, segundo o departamento.

A safra de soja do Paraná 2020/21 foi estimada em 20,09 milhões de toneladas, versus 20,78 milhões de toneladas de 2019/20.

Abramilho espera que ministério conduza redução de tarifas de forma "hábil"

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SÃO PAULO (Reuters) - O setor de produção de milho do Brasil espera que o Ministério da Agricultura conduza de forma "hábil" a suspensão das tarifas de importação do cereal, anunciada pelo governo na segunda-feira, em tentativa de conter os altos preços internos dos grãos.

Em nota publicada nesta terça-feira, a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) defendeu o livre comércio tanto para exportações quanto para importações da commodity, citando a firme demanda pelo cereal nos mercados doméstico e internacional.

Além do avanço das exportações, o milho tem registrado amplo uso interno nas indústrias de ração animal e etanol, pontuou a entidade, que vê o cenário como prova da "competência do produtor brasileiro".

O Ministério da Agricultura anunciou na véspera uma suspensão até o final do ano das tarifas de importação de milho, soja, óleo e farelo da oleaginosa provenientes de países de fora do Mercosul, diante das elevadas cotações dos produtos.

Segundo comunicado da pasta, a reedição da medida --que já havia vigorado no início deste ano-- reflete a quebra das expectativas de que os preços externos das commodities e a safra recorde de grãos em 2020/21 reequilibrariam oferta e demanda.

"As cotações internacionais tiveram comportamento de alta", disse o ministério. "Além do cenário de preços não ter se confirmado... os preços internos seguiram em alta em virtude da forte demanda externa e da manutenção da desvalorização do real frente ao dólar."

Na nota da Abramilho, o presidente da entidade, Cesario Ramalho, afirmou "ter certeza" de que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil a questão tarifária junto ao governo, "como de praxe".

O Brasil está terminando de colher a primeira safra do cereal em momento em que enfrenta estoques relativamente apertados, antes da chegada da colheita da segunda safra, a maior do país, em meados do ano.

Os preços internos têm tido sustentação também de preocupações com uma quebra da segunda safra do milho.

RISCOS POR SECA

A associação também ressaltou os riscos representados à segunda safra de milho 2020/21 pela seca vista em importantes áreas produtoras no centro-sul, afirmando que um cenário de baixo excedente exportável pode fazer com que a indústria local recorra às importações da commodity.

Segundo relatório elaborado pela Abramilho em conjunto com a consultoria Céleres, o aumento da área plantada para 15,2 milhões de hectares pode ser ofuscado caso a produtividade fique em torno de 4,8 toneladas por hectare, criando um panorama de baixo excedente para exportações.

"Caso este quadro se concretize, um rearranjo no consumo será necessário, seja via redução das exportações, do consumo interno ou até mesmo de ambos, fazendo com que especialmente as agroindústrias de carnes (suínos e frangos de corte) tenham que recorrer às importações de milho --insumo básico do segmento", afirmou a entidade.

Arrecadação federal cresce 18,5% em março e é recorde para o mês, diz Receita

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BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação federal registrou crescimento real de 18,5% em março sobre o mesmo mês do ano passado, somando 137,9 bilhões de reais, maior valor para o mês da série da Receita Federal, que tem início em 2007, mostraram dados divulgados nesta terça-feira.

O resultado veio acima da expectativa de arrecadação de 126,2 bilhões de reais, segundo pesquisa Reuters com analistas.

No acumulado dos três primeiros meses do ano, a arrecadação avançou 5,64% em termos reais, a 445,9 bilhões de reais, valor também recorde para o período.

Acordo para Orçamento atende a compromisso com saúde e fiscal, diz Paulo Guedes

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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira que o entendimento fechado pelo governo com o Congresso em torno do Orçamento deste ano atende ao duplo compromisso do governo com a saúde e a responsabilidade fiscal.

"Esse duplo compromisso significa que gastos recorrentes continuam sob o teto, exatamente porque eles exprimem esse compromisso com a responsabilidade fiscal", disse Guedes.

"Já o compromisso com saúde do povo brasileiro, gastos de natureza não recorrente, exprimem, por outro lado, o compromisso com a saúde. Esses gastos, e só esses gastos, estarão fora do teto, como aconteceu no ano passado", afirmou, acrescentando que os gastos com o enfrentamento à pandemia serão mais focados e moderados do que em 2020.

O Congresso Nacional aprovou na segunda-feira, com aval do governo, um projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e traz ajustes para permitir a sanção do controverso Orçamento deste ano. [L1N2MC35F]

Em declarações à imprensa para comentar os dados de arrecadação de março, Guedes disse que o Orçamento deste ano foi o primeiro negociado pelo governo diretamente com sua própria base parlamentar e que alguns "desacertos" no processo refletiram o fato de esse entrosamento estar em sua fase inicial.

"O mais importante é que esse acordo manteve duplo compromisso do governo Bolsonaro com saúde da população brasileira, por um lado, e com responsabilidade fiscal por outro lado", afirmou o ministro.

Ministro da Defesa pede respeito às urnas e união contra "desestabilização institucional"

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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou nesta terça-feira que o país precisa se unir contra "tentativas de desestabilização institucional" e é preciso "respeitar o rito democrático e o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros".

As declarações de Braga Netto fizeram parte de seu discurso na cerimônia de posse do novo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

"Hoje, o país precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional que altere o equilíbrio entre os Poderes e prejudique a prosperidade do Brasil. Enganam-se aqueles que acreditam estarmos sobre um terreno fértil para iniciativas que possam colocar em risco à liberdade conquistada por nossa nação", discursou o ministro.

"É preciso respeitar o rito democrático e o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros para conduzir os destinos do país. A sociedade, atenta a essas ações, tem a certeza de que as suas Forças Armadas estão preparadas e prontas a servir aos interesses nacionais", continuou.

Braga Netto, que é general da reserva, assumiu o cargo depois da demissão de Fernando Azevedo, no final de março. Ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto se aproximou de Bolsonaro e assumiu a Defesa com um tom político diferente de seu antecessor.

A interlocutores, Azevedo explicou que foi demitido por tentar evitar um uso político das Forças Armadas. O ex-ministro não atendeu o pedido do presidente Jair Bolsonaro para demitir o então comandante do Exército, Edson Pujol que, em mais de uma ocasião, deixou claro que não iria envolver a Força nas polêmicas criadas pelo presidente. Bolsonaro cobrava um apoio do comandante a suas falas e ações.

O próprio Azevedo evitava também se envolver em movimentos que Bolsonaro faz de simpatia a atitudes pouco democráticas.

Envolvido politicamente, e não apenas como general, com o governo, Braga Netto deu outro tom a seu discurso. Seu primeiro ato, ainda antes de tomar posse, foi demitir os três comandantes das Forças Armadas, a pedido de Bolsonaro.

Com o governo enfrentando no Congresso a CPI da Covid, que tentou de todas as formas evitar, a popularidade do presidente em queda e Bolsonaro sendo responsabilizado pelo desastre da resposta brasileira à pandemia, o governo enfrenta um de seus piores momentos desde a eleição.

"Neste período de intensa comoção e incertezas, que colocam à prova a maturidade, a independência e a harmonia das instituições democráticas brasileiras, o Exército, a Marinha e a Força Aérea mantêm o foco em suas missões constitucionais, permanecendo sempre atentas à conjuntura nacional", disse Braga Netto.

JBS anuncia abertura de 3.500 vagas na Seara em 13 Estados e no DF

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SÃO PAULO (Reuters) - A JBS anunciou nesta terça-feira a abertura de 3.500 postos de trabalho para atuação nas unidades da Seara como operador de produção e em outras funções da operação, em momento em que é crescente a demanda exportadora por carnes brasileiras, de acordo com comunicado.

"As oportunidades de crescimento na JBS são imensas, com o aumento da demanda, estamos em busca de colaboradores que queiram crescer conosco", disse em nota o diretor de Gente & Gestão da Seara, Fernando Meller.

A Seara é a segunda maior produtora e exportadora de carne de frango e suína do país, atrás da BRF, e também fabrica produtos processados de maior valor agregado.

Com uma força de trabalho de cerca de 75 mil pessoas, a produção da Seara abastece tanto o mercado brasileiro quanto o externo, com destaque para Europa, Oriente Médio e Ásia, segundo informação do site da JBS.

A nota disse ainda que o grupo JBS já gerou 1.500 empregos em 2021.

Em 2020, a JBS foi uma das empresas que mais geraram postos de trabalho, somando 12 mil novas vagas, o que tornou a empresa a "maior empregadora" do país com mais de 145 mil colaboradores, segundo o comunicado.

A JBS disse ainda que os candidatos às vagas na Seara precisam ter o ensino médio completo, mas não é obrigatória experiência prévia na função.

As vagas são principalmente para os Estados do Sul e Sudeste, como Santa Catarina (884), São Paulo (791), Rio Grande do Sul (690), Paraná (441), Mato Grosso do Sul (333) e Minas Gerais (131).

JBS anuncia abertura de 3.500 vagas na Seara em 13 Estados e no DF

 

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Fonte:
Notícias Agrícolas/Reuters

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