Soja cai em Chicago com as boas notícias vindas do Brasil; a chuva chegando é uma delas...

Publicado em 26/08/2021 16:42 1334 exibições
Tempo & Dinheiro
Edição do Tempo&Dinheiro desta 5a.feira, 26/agosto/21, com João Batista Olivi

País cria 1,8 mi de empregos formais até julho e governo prevê saldo de mais de 2,5 mi de vagas no ano

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SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil registrou a abertura de 316.580 vagas formais de trabalho em julho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de abertura de 250 mil postos de trabalho. Em julho do ano passado, o país havia criado 137.014 vagas em momento em que o país ainda enfrentava medidas de combate à pandemia de Covid-19.

No ano de 2021, o país acumula agora a criação de 1.848.304 empregos com carteira assinada. No mesmo período de 2020, haviam sido fechadas 1.092.578 vagas formais.

Ao comentar os dados, o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, disse que a expectativa é que o país feche o ano com a criação de “bem mais” de 2,5 milhões de postos formais.

Em julho, o setor de serviços respondeu pela criação líquida do maior número de vagas, 127.751, seguido por comércio (74.844 vagas). Para Onyx, os dados refletem a retomada da atividade no meio urbano. “Aqui fica uma lembrança, um recado aos prefeitos de ontem e aos prefeitos de hoje...de que quando as cidades caminham para a normalidade nós temos de novo esses dois setores respondendo de forma muito forte.”

Os desligamentos têm sido contidos no mercado formal pelo programa de estímulo ao emprego BEm, que oferece uma complementação de renda a trabalhadores que tenham seus contratos temporariamente suspensos ou sofram redução de jornada e salário.

Este ano, foram feitos 3,271 milhões de acordos no âmbito do Bem. O programa, implementado pela primeira vez em 2020, termina este mês, e uma Medida Provisória em tramitação no Congresso prevê a prorrogação apenas para trabalhadores gestantes, então o número de empregadores efetivamente protegidos diminuirá gradualmente nos meses à frente.

O saldo de empregos formais em julho foi o segundo maior do ano, depois de fevereiro (397.607) mas, em termos dessazonalizados, houve um recuo na comparação com junho, segundo estimativa da XP.

“Projetamos desaceleração gradual na criação líquida de postos daqui para frente, devido especialmente ao menor número de acordos empregatícios regidos pelo BEm e taxas mais moderadas de contratação nos setores de serviços e comércio (o que deve ficar mais evidente a partir do último trimestre de 2021)”, disse em nota o economista da XP Rodolfo Margato.

STF forma maioria para validar lei que dá autonomia ao Banco Central

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BRASÍLIA (Reuters) - O plenário do Supremo Tribunal Federal formou na tarde desta quinta-feira maioria para validar a lei aprovada pelo Congresso Nacional que instituiu a autonomia do Banco Central, que foi questionada em ação movida pelo PT e pelo PSOL.

Em momento que o país enfrenta uma pressão inflacionária, a maioria do colegiado do STF se posicionou a favor da norma. Até o momento, seis ministros votaram para conferir autonomia ao BC: Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Somente os ministros Ricardo Lewandowski, relator da ação, e Rosa Weber se posicionaram a favor do pedido dos partidos.

A maioiria entendeu que, ao contrário do alegado pelos partidos de oposição, não houve vício de iniciativa no projeto que concedeu autonomia ao BC. Havia o questionamento de que a iniciativa partiu de um projeto do Legislativo e não do Executivo.

De maneira geral, os magistrados entenderam que os projetos do Executivo e do Legislativo tramitaram conjuntamente e tinham mesmo teor. Destacaram também que a medida é importante para garantir a estabilidade da moeda e que o BC tem de atuar como instituição de Estado e não de governo.

Ipea reduz PIB do agro do país após quebra no milho em 2021; vê alta de 3,3% em 2022

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O PIB Agropecuário do Brasil crescerá menos do que o esperado neste ano após a seca e as geadas derrubarem as safras de milho e cana-de-açúcar, apontou nesta quinta-feira o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que projetou um novo crescimento do setor para 2022 com base em colheitas recordes de grãos.

O crescimento do PIB do setor em 2021 foi revisto de 2,6%, na previsão de junho, para 1,7%. Ainda assim, será o quinto ano consecutivo de avanço no segmento agropecuário, "o único a não apresentar redução em 2020".

"O ajuste nas projeções foi motivado, principalmente, pela redução nas estimativas de produtividade e produção de culturas importantes (como a do milho), devido a impactos climáticos adversos da ocorrência de um fenômeno La Niña mais severo nesta safra, e pela piora do cenário para a produção de bovinos", disse o Ipea em nota.

No valor adicionado da produção vegetal em 2021, os pesquisadores revisaram a alta de 2,7% para 1,7%. Ainda assim, o desempenho positivo foi sustentado pelos aumentos na produção de soja (+9,8%), trigo (+36,0%) e arroz (+4,1%).

"Isso compensou as quedas estimadas para as demais culturas: milho (-11,3%), cana-de-açúcar (-3,2%) e café (-21,0%). O rendimento do milho em 2021, em especial, foi muito prejudicado pelo atraso na colheita da soja, que retardou o plantio da segunda safra, ficando dependente de chuvas tardias que não ocorreram", disse o Ipea.

A cana também sofreu o efeito das geadas e da seca, assim como o café, que já estava em ano de baixa produtividade do ciclo bienal do arábica.

No café, no entanto, o impacto das geadas na produção deverá se dar em 2022, segundo especialistas.

Na produção animal, a previsão de alta foi revista de 2,5% para 1,8%, com crescimento para todos os segmentos, com exceção da produção de bovinos, com queda de 1,0%.

Há expectativa de desempenho positivo na produção das demais proteínas: suínos (+7,7%), frangos (+3,9%), leite (+3,1%) e ovos (+4,5%). "No caso dos suínos, o bom desempenho está relacionado com o forte crescimento das exportações para a China este ano."

2022

A primeira previsão para 2022, de um crescimento de 3,3% do PIB Agropecuário, foi realizada com base nas projeções desta quinta-feira anunciadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que vê novas safras recordes para o ciclo cujo plantio deve começar em setembro.

Os pesquisadores do Ipea estimam um crescimento de 3,9% no valor da produção vegetal e de 1,8% na produção animal.

De acordo com a Conab, há expectativa de manutenção do bom desempenho da produção de soja, que deverá bater novo recorde em 2022, e de boa recuperação de culturas como milho e algodão, após a forte queda projetada para este ano.

"Além disso, o abate de bovinos deverá, enfim, registrar recuperação após dois anos consecutivos de queda, disse a nota.

"Esperamos uma recuperação da oferta de bovinos no ano que vem, tendo transcorrido tempo suficiente para a recomposição do rebanho após o pico em 2019", afirmou o pesquisador associado do Ipea, Pedro Garcia, um dos autores da nota.

Os principais riscos da projeção de crescimento divulgada pelo Ipea estão relacionados aos efeitos climáticos sobre a produção vegetal e ao atraso na retomada dos abates de bovinos.

Todavia, os modelos climáticos apontam um fenômeno La Niña mais brando na segunda metade do ano, com chuvas mais regulares nas culturas de verão e temperaturas mais amenas no inverno, comentou o Ipea.

Déficit primário em 2021 pode cair abaixo de 1,5% do PIB com ritmo de arrecadação, diz Guedes

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, estimou nesta quinta-feira que o déficit primário do país poderá cair abaixo de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano considerando o ritmo de arrecadação que tem sido visto, citando dados de julho divulgados na véspera pela Receita Federal.

Ao participar de audiência pública no Senado sobre o enfrentamento à pandemia de Covid-19, o ministro estimou que a dívida bruta como proporção do PIB irá a 81,2% este ano e que depois recuará ao patamar de 80%, pontuando que essa é uma hipótese conservadora, já que a trajetória poderá ser melhor.

Conab vê safra de soja 21/22 do Brasil em 141,26 mi t; milho terá recuperação

SÃO PAULO (Reuters) - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou nesta quinta-feira um avanço de 3,9% na produção de soja do Brasil em 2021/22 ante a atual temporada, enquanto a safra total de milho do país deverá se recuperar após sofrer uma quebra em função das condições climáticas adversas em 2020/21.

As duas commodities, que respondem pela maior parte da safra de grãos brasileira, devem dar impulso a uma nova produção recorde no ano que vem, de 289,6 milhões de toneladas de grãos, segundo a Conab.

Em sua primeira divulgação de projeções para a próxima temporada, a estatal indicou que a safra de soja 2021/22 atingirá 141,26 milhões de toneladas, puxada por um aumento de 3,6% na área plantada em meio a preços atrativos e expectativas positivas de rentabilidade.

A área de cultivo da oleaginosa tende a alcançar 39,91 milhões de hectares na nova temporada, disse a Conab, citando também o câmbio atrativo neste momento, com o real desvalorizado frente ao dólar, e expectativas de aumento nas exportações e no esmagamento no ano que vem.

Pelos números da Conab, as exportações de soja do Brasil devem chegar a 87,58 milhões de toneladas em 2022, versus 83,42 milhões de toneladas neste ano, diante de uma estimativa de aumento na demanda da China, principal cliente do país no setor.

Já o processamento local da oleaginosa no ano que vem foi projetado em 51,47 milhões de toneladas, ante 46,50 milhões de toneladas no ciclo atual.

A cifra é impulsionada pela expectativa de um aumento no percentual da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel no país para 14%, contra 13% atualmente.

"Mesmo com um aumento na produção para a safra 2021/22, estima-se que a diferença entre oferta e demanda mundial seja pequena em 2022, o que implica na manutenção da relação estoque/consumo mundial ainda em níveis baixos", acrescentou a Conab em apresentação.

Para o milho, a estatal estimou a safra total 2021/22 do país em 115,96 milhões de toneladas, salto de 33,8% na comparação anual, indicando uma recuperação após a quebra vista neste ano, quando o cultivo sofreu com seca e geadas.

A safra de verão do cereal deve somar 27,2 milhões de toneladas, aumento de 9% no ano a ano, enquanto a chamada "safrinha" --principal do milho no país-- tende a saltar 45%, a 87,3 milhões de toneladas.

A área plantada com o cereal foi projetada em 20,6 milhões de hectares, alta de 3,9% na comparação anual, em estimativa que compreende 15,65 milhões de hectares na segunda safra (avanço de 5,2%) e 4,4 milhões de hectares na primeira --esta, praticamente estável na comparação anual.

Entre os fatores altistas para o milho, a Conab citou o baixo estoque de passagem, a oferta reduzida devido aos problemas climáticos e a valorização dos preços internacionais e do dólar.

No front baixista, por sua vez, a Conab vê incertezas sobre a demanda chinesa por milho e os custos de importação no nível dos preços nacionais.

ALGODÃO

A estatal estimou ainda a safra de algodão (pluma) em 2021/22 em 2,71 milhões de toneladas, alta de 15,8% na comparação anual, diante de um aumento de 13,4% na área de cultivo, que deverá atingir 1,55 milhão de hectares.

A fibra também se beneficiará dos altos preços internacionais e do dólar valorizado frente ao real, segundo a Conab, que ainda projetou as exportações de algodão em 2 milhões de toneladas em 2022, leve queda frente aos 2,1 milhões de toneladas deste ano.

"Cerca de 34% da safra 2021/22... já foi vendida", disse a entidade. "As exportações continuarão aquecidas."

A diminuição nos embarques externos se vê compensada em um aumento no consumo interno, que atingirá 760 mil toneladas no ano que vem, versus 715 mil toneladas em 2021. A Conab vê um "novo crescimento na demanda com a vacinação e controle da pandemia."

Comandante militar confirma que 12 militares dos EUA morreram no ataque em Cabul

WASHINGTON (Reuters) - O general Frank McKenzie, chefe do Comando Central dos Estados Unidos, confirmou nesta quinta-feira que dois suicidas considerados como sendo do Estado Islâmico realizaram um ataque no aeroporto de Cabul que matou 12 soldados norte-americanos e feriu mais 15.

Ele disse em uma coletiva de imprensa no Pentágono que o ataque foi seguido por um tiroteio, e que, mesmo com os militares estando tristes com as mortes, os voos de retirada de pessoas do Afeganistão continuam.

Ele disse que cerca de 1.000 cidadãos norte-americanos ainda estão no Afeganistão.

Ataque em aeroporto de Cabul mata pelo menos 13 e provoca caos em retiradas aéreas

(Reuters) - Supostos combatentes suicidas atacaram os portões lotados do aeroporto de Cabul com pelo menos duas explosões nesta quinta-feira, provocando um banho de sangue entre civis desesperados que esperavam fugir do Afeganistão e gerando caos nos últimos dias de retiradas aéreas de aliados por países ocidentais.

Um oficial do Taliban disse que pelo menos 13 pessoas, incluindo crianças, foram mortas. Um hospital cirúrgico administrado por uma instituição de caridade italiana disse que está tratando mais de 60 feridos. O Pentágono informou que há militares norte-americanos entre os feridos.

Vídeos na internet gravados por um jornalista afegão mostram uma pilha de corpos encharcados de sangue em uma rua cercada por escombros. O homem que estava filmando chorava.

"Podemos confirmar que a explosão no portão 'Abbey' foi o resultado de um ataque complexo que resultou em uma série de vítimas norte-americanas e civis. Também podemos confirmar pelo menos uma outra explosão no Baron Hotel ou próximo a ele, a uma curta distância do Abbey", disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby, no Twitter.

A explosão ocorreu em meio a um período em que multidões se reúnem na parte de fora do aeroporto, onde afegãos desesperados se aglomeram na esperança de escapar por via aérea em uma retirada que, segundo os Estados Unidos, terminará na terça-feira, após a rápida captura do país pelo Taliban.

Não houve relatos imediatos de responsabilidade pelas explosões, mas os EUA e seus aliados pediram aos civis que ficassem longe do aeroporto por causa de uma ameaça de ataque suicida por militantes do Estado Islâmico, que é inimigo tanto do Ocidente quanto do Taliban.

Os países ocidentais retiraram quase 100 mil pessoas nos últimos 12 dias, a maioria afegãos que os ajudaram. Mas eles reconhecem que outros milhares serão deixados para trás após a ordem do presidente Joe Biden de retirar todas as tropas até 31 de agosto.

Diversas autoridades norte-americanas disseram que a explosão pareceu ser um atentado suicida. Uma testemunha em Cabul viu muitos homens, mulheres e crianças feridos à espera de tratamento do lado de fora de um hospital.

Um representante do Taliban disse que muitos combatentes do Taliban, que cercam o perímetro do aeroporto, estavam entre os feridos.

"Nossos guardas também estão arriscando suas vidas no aeroporto de Cabul, eles também enfrentam uma ameaça do grupo do Estado Islâmico", disse um oficial do Taliban sob condição de anonimato e antes dos relatos da explosão.

FIM DA RETIRADA

A retirada aérea de civis está em seus dias finais, com os EUA dizendo que usarão os últimos dois dias principalmente para transferir suas próprias tropas. Os aliados que lutaram ao lado das forças norte-americanas por 20 anos no Afeganistão estão encerrando suas próprias retiradas enquanto lamentam publicamente a pressa de Washington em se retirar.

As forças canadenses interromperam a retirada de cerca de 3.700 cidadãos canadenses e afegãos nesta quinta-feira, dizendo que permaneceram o máximo que puderam.

"Gostaríamos de poder ter ficado mais tempo e resgatado todos", disse o chefe interino da equipe de defesa do Canadá, general Wayne Eyre, a repórteres.

O presidente dos EUA, Joe Biden, ordenou que todas as tropas saíssem do Afeganistão até o final do mês para cumprir o acordo de retirada com o Taliban, negociado por seu antecessor Donald Trump. Ele rejeitou os pedidos por mais tempo de aliados europeus.

ESTADO ISLÂMICO

Combatentes alegando fidelidade ao Estado Islâmico começaram a surgir na parte leste do Afeganistão no final de 2014. Eles estabeleceram uma reputação de extrema brutalidade enquanto lutavam contra o Taliban por razões ideológicas e para controlar o contrabando local e as rotas de narcóticos, de acordo com os serviços de inteligência ocidentais.

Desde o dia anterior à invasão do Taliban em Cabul, os Estados Unidos e seus aliados realizaram uma das maiores retiradas aéreas da história, transportando cerca de 95.700 pessoas, incluindo 13.400 na quarta-feira, informou a Casa Branca nesta quinta-feira.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que pelo menos 4.500 cidadãos norte-americanos e suas famílias foram retirados do Afeganistão desde meados de agosto.

O Taliban encorajou os afegãos a ficar, embora afirme que aqueles com permissão para sair ainda poderão fazê-lo assim que as tropas estrangeiras partirem e os voos comerciais forem retomados.

O regime do Taliban, de 1996 a 2001, foi marcado por execuções públicas e pela restrição de liberdades básicas. As mulheres eram proibidas de ir à escola ou ao trabalho. O grupo foi derrubado há duas décadas por forças lideradas pelos EUA por receber os militantes da Al-Qaeda, responsáveis pelos ataques de 11 de setembro de 2001 nos EUA.

O Taliban disse que respeitará os direitos humanos de acordo com a lei islâmica e não permitirá que terroristas operem dentro do país.

BOLSA EUROPA - Índices fecham em queda com temores sobre vírus e política monetária

(Reuters) - As ações europeias fecharam em queda nesta quinta-feira após dados mostrarem tropeço no sentimento do consumidor alemão em meio à alta dos casos de Covid-19, enquanto os investidores se preocupavam com a política monetária dos Estados Unidos antes de discurso do chair do Federal Reserve na cúpula de Jackson Hole.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,31%, a 1.813 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,32%, a 470 pontos. Os setores de mineração e viagens e lazer lideraram as perdas.

O STOXX 600 aprofundou brevemente suas perdas perto do fechamento, acompanhando uma queda nas ações dos EUA depois que o sentimento foi aparentemente abalado por uma explosão em Cabul. [.NPT]

A antecipação às vésperas de discurso de Jerome Powell, chair do Fed, na cúpula anual de Jackson Hole, na sexta-feira, manteve os investidores em alerta. Powell provavelmente oferecerá pistas sobre os planos do banco central de reduzir seu programa de estímulo.

"Achamos que aqueles que esperam uma comunicação clara sobre a forma e o momento da redução gradual das compras de ativos podem ficar desapontados", disse Paolo Zanghieri, economista sênior da Generali Investments. "Os dados recentes permanecem fortes, mas o ímpeto está recuando e os temores de inflação não aumentaram."

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,35%, a 7.124,98 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,42%, a 15.793,62 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,16%, a 6.666,03 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,76%, a 25.861,52 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,94%, a 8.892,70 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,37%, a 5.330,78 pontos.

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Fonte:
Reuters/T&D

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