História centenária de propriedade em Maracaju (MS) chega à 5ª geração em sucessão familiar

Publicado em 26/11/2021 15:40 e atualizado em 30/11/2021 09:59 1435 exibições
Ana Nery e Gabrielle Terra Souza - Diretora e Gerente do Grupo Água Tirada
Família iniciou as atividades na pecuária, e com o passar dos anos adotou sistema de integração lavoura-pecuária

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Entrevista com Ana Nery e Gabrielle Terra Souza - Diretora e Gerente do Grupo Água Tirada

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Com mais de 100 anos atuando no agronegócio, a família de Ana Nery Terra Souza e da filha, Gabriele Terra Souza, chega à 4ª e 5ª gerações, respectivamente, de sucessão familiar. A primeira sede da fazenda do grupo Água Tirada, localizado em Maracaju, no Mato Grosso do Sul, começa com Adolfo Alves Ferreira, pai de Libório Ferreira de Souza, fundador da sede.

A história da família, da evolução na produção de gado de corte e genética, além da sucessão familiar será contada por Ana e Gabriele durante o evento Top Farmers 2021, realizado pelo Grupo Conecta em Campinas (SP) nos dias 1 e 2 de dezembro. 

De acordo com Ana, a principal atividade na propriedade era a pecuária de corte, além da genética, e há cerca de 25 anos foram introduzidas outras culturas, como soja, milho e cana-de açúcar, tornando a produção integrada à criação de gado. "Meu sogro sempre foi muito cabeça aberta, e quando os filhos dele, meu marido e meu conhado, propuseram começar a mudar um pouco as coisas, ele aceitou muito bem", conta Ana.

Na propriedade do Grupo, as atividades são realizadas em sistema de plantio direto em que o milho é semeado juntamente com Brachiaria Ruziziensis para servir de cobertura para a terra e alimento para o gado. Parte do milho produzido, assim como os resíduos da soja e o bagaço da cana de açúcar são utilizados na formulação da ração do gado, que é acabado em semi confinamento e confinamento. A ração é produzida na própria fazenda, em uma fábrica anexa à unidade armazenadora da empresa.

Gabriele, a quinta geração da família, que atua em conjunto com a irmã e uma prima na linha sucessória, explica que, além de trazer as novidades do agronegócio, tecnologias, controle de dados, é preciso entender, respeitar e aprender com o passado. "A sucessão tem seus desafios, mas por outro lado é muito bom conhecer e reviver a história da família", disse. 

 

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Por:
Letícia Guimarães
Fonte:
Notícias Agrícolas

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