Os números da Conab e a dificuldade de reunir informações sobre a realidade da safra brasileira
O agronegócio e os setores urbanos estão intrinsecamente conectados, já que as cadeias produtivas de alimentos influenciam diretamente no cotidiano das cidades. Porém, muitos ruídos de comunicação entre as duas pontas geram discussões e desentendimentos que merecem atenção. Nesse contexto, o site Notícias Agrícolas e a consultoria MPrado desenvolveram o projeto Conexão Campo e Cidade, que visa debater diversas questões relacionadas aos negócios que envolvem os ambientes urbanos e rurais.
Confira aqui todas as edições do Conexão Campo Cidade
Um dos principais descontentamentos dos produtores brasileiros, principalmente os do Sul do país, foi a previsão dos números da safra, divulgados em janeiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Por esse motivo, o Conexão Campo Cidade da última segunda-feira (08) recebeu o presidente da entidade, Guilherme Ribeiro, que falou sobre os esforços empenhados com o objetivo de melhorar e acelerar a contabilização e divulgação desses números.
A metodologia utilizada pela Conab
Sobre esse assunto, Ribeiro começou falando sobre a metodologia utilizada pela Conab na contabilização das informações da safra. Primeiramente, são mensurados aspectos objetivos da lavoura, com ida a campo, e subjetivos, com entrevistas e conversas com produtores e utilização de imagens de satélite.
No Brasil, como ele afirmou é um desafio coletar os dados, devido ao tamanho do país e diferentes realidades. Neste ano, por exemplo, houve excesso de chuvas no centro-norte e estiagem na parte sul. Mas esforços têm sido feitos para aprimorar a metodologia.
0 comentário
Simples Nacional no Agro: será que continua sendo a melhor opção em 2027?
Ações europeias fecham na mínima em três meses com bancos sob pressão de alta nos rendimentos dos títulos
Produção de açúcar do centro-sul recuou 41,6% na 1ª quinzena de setembro, diz governo
MAPA informa abertura de mercados no Kuwait, Nicarágua, Síria e Bangladesh
Sistema FAEP defende revisão das regras envolvendo acesso a propriedade lindeira
Tabaco e diversificação movimentam R$ 23,2 bilhões nas propriedades produtoras