Enquanto abatia lote halal de 200 animais, Marfrig Ji-Paraná (RO) pagou nesta 4ª R$ 138/@ com escalas para 7 dias

Publicado em 09/01/2019 15:04 e atualizado em 09/01/2019 17:17
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Mercado estável no estado, sem animais de confinamento, fêmeas também chegando (chuvas estão regulares desde outubro), e indústrias se alinhando nas necessidades de compras básicas. Para os compradores árabes, o interesse por animais mais pesados cria alguma dificuldade de achar oferta.
Sérgio Ferreira - Presidente da Associação Rural de Rondônia

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Mercado do Boi Gordo - Sérgio Ferreira - Presidente da Associação Rural de Rondônia

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Na região de Ji-Paraná/RO, a indústria frigorífica Marfrig pagou aos pecuaristas em torno de R$ 138,00/@, a prazo, nesta quarta-feira (09). Além disso, as escalas de abate de animais estão com escalas para sete dias e as precipitações estão regulares desde outubro.  

De acordo com o presidente da Associação Rural de Rondônia, Sérgio Ferreira, a localidade está fazendo o abate dos animais no sistema halal visando atender as demandas desse mercado. “Nós sempre estamos recebendo missões do exterior para fazer as auditorias e estamos evoluindo neste setor”, afirma.

Uma das exigências dos animais para o abate halal é ser macho e mais pesado. “Quando mais pesado o boi melhor, mas nós temos dificuldade de encontrar animais com o peso adequado. A média de peso é por volta de 18 a 20 arrobas e o animal precisa pesar mais do que isso”, comenta.

A liderança destaca que o mercado segue estável e com uma tendência de reduzir os preços. “Nada representativo no mercado até agora, porém o que determina é a lei da oferta e da procura”, ressalta.

O estado está registrando um abate acentuado de fêmeas. “Aqui começou a chover em outubro e os pastos melhoraram muito, mas alguns animais chegaram antes, principalmente às vacas que tem o ganho de peso mais rápido que os machos”, conta.

Por: Giovanni Lorenzon e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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