Desova de boi já começou no PR, com a tendência do frio e estiagem chegarem antes de outras regiões, e @ está em R$ 150

Publicado em 02/05/2019 15:30 e atualizado em 02/05/2019 16:16
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A novilha, categoria que cresce na produção concentrada da Noroeste do estado e também ajuda a encurtar o rebanho, está balizada em R$ 142. E vaca em R$ 135. Presidente do sindicato de Paranavaí também fala sobre o possível isolamento do estado com o fim da vacinação da aftosa.
Ivo Pierin Jr. - Presidente Sindicato Rural de Paranavaí - PR

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Entrevista com Ivo Pierin Jr. - Presidente Sindicato Rural de Paranavaí - PR sobre o Mercado do Boi Gordo

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No estado do Paraná, a desova de animais já começou já que a tendência é do frio e a estiagem chegarem em algumas regiões. O governo do estado juntamente com os sindicatos e as entidades agendaram uma reunião para discutir a respeito do fim da vacinação da febre aftosa no dia 14 de maio.

De acordo com o Presidente do Sindicato Rural de Paranavaí/PR, Ivo Perin Junior, as ofertas de gado estão concentradas e as escalas de abate estão longas nos frigoríficos. “As referências estão estáveis na faixa de R$ 150,00/@ a vista, a vaca está próxima de R$ 135,00/@ e a novilha gira ao redor de R$ 142,00/@”, afirma.

Neste ano, as condições climáticas foram atípicas que contribuíram para que os pecuaristas segurassem os animais no pasto. “O clima está mais seco do que o normal e o retorno das chuvas proporcionou uma melhora nas pastagens e no poder de reter os bois no pasto. Porém, agora o período é de desova”, comenta.

Apesar das chuvas recentes na localidade, ainda não é suficiente para mudar o cenário na região e as previsões climáticas indicam que o outono será muito seco. “Se não continuar chovendo vamos ter problemas com as pastagens” ressalta.  

O estado do Paraná de destaca por uma produção diferenciada, na qual a novilha é uma das especialidades da localidade. Com relação à reposição, a liderança destaca que o mercado está normal e recentemente houve uma valorização do bezerro.

Por: Giovanni Lorenzon e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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