Vaca Louca: Faemg confirma que caso suspeito é do Norte de Minas e ocorreu em animal com mais de 10 anos
Podcast
Entrevista com Altino Rodrigues Neto - Superintendente técnico do Sistema Faemg sobre o Caso vaca louca
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) informou ao Notícias Agrícolas que o caso Encefalopatia Espongiforme Bovina (“doença da vaca louca”) ocorreu no norte de Minas Gerais em um animal com mais de 10 anos. O processo de investigação está em fase de contraprova e o resultado deve ser divulgado no máximo no início da próxima semana.
De acordo com o Superintendente técnico do Sistema Faemg, Altino Rodrigues Neto, o animal foi abatido em um frigorífico situado em Belo Horizonte. “O Ministério coletou todas as informações desse animal do tipo de alimentação até a propriedade, mas é muito difícil sermos surpreendidos com o caso da vaca louca clássica”, comentou.
Além do controle de sanidade nas propriedades é realizado uma avaliação nas indústrias frigoríficas. “Após a suspeita o animal já foi retirado do mercado e enviado para o laboratório e isso nos tranquilizou. Após a coleta do material é enviado para um laboratório certificado, que a princípio está localizado na Alemanhã”, informou.
Se o resultado do exame der positivo, a propriedade será rastreada e todos os animais vão ser observados. “Nós acreditamos que deve ser um caso atípico e a doença não é transmitida para outros animais, porém a propriedade vai ser acompanhada por um período conforme estabelece as normativas no Ministério da Agricultura”, reportou.
0 comentário
MAPA informa mais de 12 mi de doses de vacinas contra clostridioses disponibilizadas na 1ª quinzena de maio
China renova licenças de exportação de frigoríficos dos EUA, mostra site da alfândega
Semana encerra com queda de R$7 na arroba do boi em SP e movimento deve seguir no curto prazo
Conheça os fatores que ajudam a definir a melhor estratégia de intensificação da produção pecuária
Mercado do boi encerra semana com recuo de até R$7 na arroba em SP
Apesar da pressão, preços da arroba e tamanho das escalas são melhores que no ano passado