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Safra 22 de café já está aproximadamente 40% mais cara; com incerteza na safra produtor não aproveita alta nos preços

Publicado em 24/05/2021 10:49 e atualizado em 24/05/2021 15:38 1379 exibições
Fabrício Alves - Engenheiro Agrônomo da Minasul
Em relação a safra sendo colhida, especialista destaca que o produtor não enfrenta grandes problemas na mão de obra, mas que o custo com diesel está, pelo menos, 10% mais caro esse ano

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Entrevista com Fabrício Alves - Engenheiro Agrônomo da Minasul sobre os Custos de Produção do Café

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A colheita manual de safra 21 de café nas áreas de atuação da Minasul começa a ganhar força na região. De acordo com Fabrício Alves - Engenheiro Agrônomo da Minasul, apesar das incertezas que sondavam o produtor, em relação à mão de obra na pandemia, os trabalhos acontecem sem maiores problemas.

"É um ano de safra bem reduzida aqui no sul de Minas e o produtor tem começado pelas lavouras de colheita manual", comenta. Em comparação com o ano passado, o engenheiro comenta que a oferta de mão de obra não é um problema para o cafeicultor nesse momento. Em relação aos custos, Fabrício afirma que no caso da colheita mecanizada o produtor deve sentir os impactos. "O óleo diesel, com essa alta que nós tivemos, vai impactar o custo dessa colheita", comenta. A cooperativa estimula uma quebra de pelo menos 30% na safra 21.

Já para a safra do ano que vem, que na teoria voltaria a ser de ciclo alto para o Brasil, as altas nos fertilizantes já chegam a 40% quando se fala em defensivos, principalmente para os fertilizantes nitrogenadoscenário que levanta certa preocupação apesar do produtor de café antecipar grande parte das compras. "Como preço está alto, a relação de troca está interessante, mas se for em reais a gente vê que o valor aumentou muito do último ano para cá", comenta. 

O preço do café subiu nos últimos dias, resultado da quebra de safra do Brasil, mas diante da incerteza com o tamanho da safra 22, o produtor quase não participa do mercado. "Nos últimos 15,20 dias as lavouras começaram a sentir a seca, o que gera uma preocupação do produtor. Então está todo mundo esperando para ver como será a colheita, para a partir daí fazer negócios futuros", acrescenta. 

Confira a entrevista completa no vídeo acima

 

 

 

Por:
Virgínia Alves
Fonte:
Notícias Agrícolas

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