DA REDAÇÃO: Deputado defende ajustes no Código Florestal que será votado na próxima semana

Publicado em 29/02/2012 14:06 e atualizado em 29/02/2012 17:26 536 exibições
Código Florestal: Revisão do projeto deve ser feito em cinco anos após a sanção da presidente Dilma, que pretende aprovar o texto acordado no Senado Federal. Itens anteriormente aprovados pela Câmara, como a consolidação da agricultura em APP´s, podem ainda ser restabelecidos pela maioria dos deputados.
Publicações da imprensa desta quarta-feira (29) falam de articulação política entre ruralistas e ambientalistas para aprovação do Novo Código Florestal já com previsão de que o texto seja revisto em cinco anos.

Para Homero Pereira, Deputado Federal (PSD-MT), essa idéia é boa, tanto para quem defende a produção quanto a preservação. Porém, isso não deve impedir que sejam feitas alterações no texto que veio do Senado Federal e que agora será analisado na Câmara. “Falar ‘não se mexe mais’, é uma visão caolha, de quem não quer ver o óbvio. Temos que fazer uma lei exeqüível!”, diz.

Homero é um dos líderes da frente parlamentar da agropecuária, grupo que, na hipótese de um embate mais duro na votação do texto, não irá abrir mão de defender os interesses da produção de alimentos. “Achamos um absurdo ter que tirar, num país, como o nosso, 30 milhões de hectares de área que está produzindo”, afirma.

A possibilidade de uma queda na produção de alimentos brasileira contradiz com o que José Graziano da Silva, que assumiu a direção da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), defendeu recentemente. Ele pede um aumento na produção do país, posição também defendida pela presidente Dilma Roussef.

Por:
João Batista Olivi e Fernanda Cruz
Fonte:
Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Paulo de Tarso Pereira Gomes Brazópolis - MG

    É amigo João Batista, nossos representantes não conhecem os problemas principalmente das regiões montanhosas e de vargens, nos aqui os caipiras sabemos que nessas regiões existem muitas nascentes que originam vários mini-córregos dentro das propriedades, que variam de 10 cm de largura a 1 metro, se cada uma destas sangras tiverem apps de 15 metros, os terrenos perderão 80 % de sua área agricultável, e pelo que estamos vendo, nosos representantes não conhecem nada desse assunto, em outras palavras, estamos ferrados.

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