DA REDAÇÃO: Soja tardia não deve ter produção significativa no Rio Grande do Sul

Publicado em 08/03/2012 14:20 e atualizado em 08/03/2012 18:21 507 exibições
Safra 2011/2012: técnicos buscam entender diferencial de produtividade entre propriedades e estudam soluções para reduzir as perdas causadas pela forte seca no Rio Grande do Sul. Alerta para momentos como este é sempre buscar assegurar lavouras com seguro agrícola a fim de evitar prejuízos.
A colheita das lavouras de soja tardia gaúchas serão prejudicadas pela estiagem que já afetou o estado do Rio Grande do Sul nos meses passados. Daqui para frente, as altas temperaturas afetarão o desenvolvimento da oleaginosa, ainda mais com a redução da quantidade de folhas por planta que passa de, em média, 10 para apenas quatro.

A safra será certamente prejudicada, mas, dentro dessa redução, o produtor pode ainda se deparar com diferenças de rendimento mesmo entre fazendas vizinhas. Segundo Dirceu Gassen, Gestor Técnico da Cooplantio, isso acontece porque existem muitos fatores que influenciam uma boa safra, “a produção de uma planta nunca é processo isolado”, diz.

Gassen cita alguns exemplos, como a compactação do solo e a questão da rotação de culturas. Tendo como premissa o fato de secas como a que afetou esta safra ser cíclica, é necessário que o produtor se planeje. Assim, as lavouras de soja que serão semeadas em outubro/novembro precisariam ser pensadas desde já. “lavoura de alto rendimento é soma de processos”, define.

Por:
João Batista Olivi e Fernanda Cruz
Fonte:
Notícias Agrícolas

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