ENTREVISTA: Confira a entrevista com Ricardo Amorim - Especialista em Finanças

Publicado em 13/04/2012 19:22 957 exibições
Economista coloca em xeque a saúde finaceira de importantes países da Europa e alerta para o possível contágio da economia global, derrubando os preços das commodities. A dica é aproveitar os bons preços e evitar represamento de produção.

2 comentários

  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Esses analistas ainda estão no circuito NYork, Milão, Londres e Paris; quando verdadeiramente o circuito

    do capital está entre Dubai, Moscou, tokyo, Pequim, HongKong e Singapura. Não existe mais as medidas que

    ainda utilizam para as análises nas economias decadentes. A Europa de hoje, pode ser comparada a uma

    velha senhora que no passado foi feudal, aristocrática e burguesa - mas agora sobrevive vendendo o que lhe

    restou nos brechós de Paris. Seu fillho (o mercado), outrora abastado, vive agora de pequenos favores de

    amigos e impõe seu volátil humor de cada dia, espraido sobre as economias mundiais que não entenderam

    que já não há sobrevida de nem mais um dia. No novo circuito, as economias são jovens e robustas e onde verdadeiramente se concentra no consumo em mais de 60pct da população mundial. O mais lamentável é que

    esses análistas ainda vendem suas idéais arcaicas no modelo desenvolvido da agricultura brasileira.

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Profundamente descabido seus comentários sobre o mercado. Ignora o básico de um mercado de commodities que existe uma matriz de produção e outra matriz de consumo. Se por um acidente a soja caisse abaixo de dlr 9.00 po bushel, o consumo aumentaria em tal proporção que precisariamos o dobro da produção atual de soja. Lamentável para dizer outra coisa.

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