DA REDAÇÃO: Comissão Mista vota destaques da Medida Provisória 571

Código Florestal: Recomposição de mata nativa deve trazer impacto econômico de R$ 215 bilhões para o País. Leis precisam ser feitas de acordo com a realidade brasileira, diz o dep. Colatto, da FPA.
Publicado em 08/08/2012 14:06 | Atualizado em 08/08/2012 16:09
A Comissão Mista vota nesta quarta-feira (8), em Brasília, os destaques da Medida Provisória do novo Código Florestal.  Para o Deputado Federal, Valdir Colatto (PMDB-SC), a lei precisa ser feita de acordo com a realidade brasileira.

“Estamos fazendo uma lei utópica, e iremos perceber isso quando formos implantar as novas regras dentro da porteira, principalmente nas questões técnicas que foram passadas por cima”, afirmou Colatto.

Segundo o estudo, o Brasil irá deixar de produzir em 53 milhões de hectares e a recomposição de mata nativa deve gerar um impacto econômico de R$ 215 bilhões para o país. “As perdas de arrecadação pela União, estados e municípios seria de 801 bilhões e o custo seria de 1,16 trilhões”, disse o deputado.

Ainda de acordo com Colatto, não se faz estudo de impacto no país, e quem irá pagar a conta serão os produtores e consumidores brasileiros. “Do jeito que está o relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), nós queremos que expire o prazo de validade da medida provisória 571 para que a gente possa rediscutir todo esse assunto, pois com certeza será ruim para o Brasil, para a agricultura e para o meio ambiente também”, finalizou.

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1 comentário

  • carlo meloni sao paulo - SP

    nao tentem consertar as coisas erradas que o governo faz, e' preciso sofrer um pouco para se livrar dele

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