DA REDAÇÃO: Commodities operam em queda nesta quarta-feira (5)
“O mercado está em uma forma de consolidação antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), ainda assim com expectativas altistas em relação ao relatório”, disse Dejneka.
Já no Brasil, grande parte dos produtores já comercializou 50% da safra 2012/13. O que segundo o analista é fantástico, pois os preços estão muito bons. Devido a esse cenário, a orientação é que os agricultores aproveitem as altas do mercado e façam vendas escalonadas.
“É bem possível que tenhamos uma nova alta antes do relatório de oferta e demanda e também qualquer tipo de correlação que tenha no Brasil no mercado físico e um possível aumento das cotações nos Portos, com certeza estaria novamente escalonando as vendas”, explicou Dejneka.
Ainda de acordo com o analista, o relatório do USDA é uma incógnita, uma vez que, o mercado já precificou números até mais baixos do que os anunciados durante o mês de agosto. Em decorrência dessa situação, o mercado pode apresentar novas altas antes do relatório e após a divulgação realizar lucros.
“Repito que toda e qualquer realização daqui a início de outubro será breve e será comprada por toda a situação de oferta e demanda. Então aproveitaria toda e qualquer alta que tenhamos para ir escalonando vendas e não ficaria esperando o resultado do relatório esperando novas altas, pois isso é perigoso no mercado volátil como está”, finalizou Dejneka.
3 comentários
SugarCane Global Summit debate desafios e caminhos para o futuro do setor sucroenergético
Pecuaristas encerram a semana reduzindo oferta de animais em SP; Grão , farelo e óleo de soja têm dia de queda em Chicago
Terceira geração de família de agricultores deixa raízes no RS e parte para abrir terras em Juína, no Mato Grosso
Campeão do “Melhor História de um Agricultor” quis que sua história fosse exemplo para outras pessoas
Finalista do “Melhor História de um Agricultor” destaca honra e responsabilidade de contar história da família
Liones Severo Porto Alegre - RS
Vilson Ambrozi, se existisse o estoque de 50 milhões de tons o mercado não estaria, nem a us$ 8,00 por bu....abraços
Liones Severo Porto Alegre - RS
Caro Vilson Ambrozi, a essência é lógica: se o mundo precisa racionar o consumo de soja,
logo o estoque é negativo ( falta saber se em 7, 10 ou 15 milhões de tons). Inconsciência coletiva: Há décadas que a mentira do estoque de passagem triunfa soberana no mundo do mercado de soja. Aliás, este fato serviu para deprimir os preços da soja durante 4 décadas, pelo menos. O USDA divulga o estoque mundial em todos os relatórios mensais. A composição do estoque é 30 milhões de tons no Brasil, 20 milhões de tons e, digamos, 3 milhões de tons nos Estados Unidos. O estoque de passagem americano é uma medida correta porque refere-se ao final do ano safra deles em 31 de agosto. PORÉM, os estoques do Brasil e Argentino são os existentes (supostamente) em 1º. De outubro de cada ano. Portanto, não são estoques de passagem porque a soja existente naquelas datas, serão consumidos/utilizados até a entrada da safra nova destes respectivos países. Obrigado pela pergunta porque há mais de 30 anos luto por esse reconhecimento do verdadeiro estoque, sem sucesso. Inclusive, dediquei um capitulo do meu livro sobre este assunto, tale-quale, como aqui mencionei. Fica a pergunta : como pode alguém analisar a formação de preço de um mercado sem a principal verdadeira medida ? - abraçosVilson Ambrozi Chapadinha - MA
Onde estariam os aproximadamente 50 milhões de ton de soja de estoque de passagem que que o USDA diz que existem ?e que daria uma relação estoques consumo ao redor de 20%.Então poderíamos dizer que os preços seriam estritamente especulativos?e se isto não é a verdade,alguém poderia nos dar um numero?