DA REDAÇÃO: Feijão preto: Altos preços do grão devem ser aproveitados pelos produtores, recomenda analista

Feijão: Vazio sanitário do feijão foi instituído em MG, objetivo da medida é controlar o ataque da mosca branca nas lavouras do grão. A incidência das pragas nas plantações preocupa porque não se encontra produto para combater a situação. No mercado, a recomendação é que produtores aproveitem os bons preços para vender o feijão preto.
Publicado em 15/05/2013 13:14 | Atualizado em 15/05/2013 17:56

O vazio sanitário do feijão foi instituído em Minas Gerais com o objetivo de controlar o ataque da mosca branca nas lavouras do grão. A incidência da praga nas plantações tem preocupado os produtores rurais de várias regiões produtoras do país.

Segundo o analista de mercado da Correpar, Marcelo Lüders, os agricultores estão em dúvida se o período de 40 dias será suficiente para evitar o ataque. “Os cuidados devem ser tomados, uma vez que a situação pode piorar se não for feito o vazio sanitário. Há a necessidade de fazer o vazio e dar atenção à medida técnica”, afirma.

Por outro lado, o analista ainda recomenda que os produtores aproveitem os bons preços do feijão preto para comercializar. A tendência é que as cotações recuem entre os meses de julho e agosto, com o produto vindo da China, e só voltem a subir em outubro e novembro. Hoje, a saca de 60 kg de feijão preto foi negociada a R$ 150,00 ao produtor no PR. Já a saca do feijão carioca foi comercializada a R$ 215,00 no PR, R$ 230,00 em MG e GO e a R$ 200,00 no MT.

Feijão Caupi – O analista sinaliza que os produtores plantaram grande volume de uma variedade conhecida no MT, como bico de ouro. Entretanto, o produto não tem mercado externo, e o ano passado não houve oferta no Nordeste, fator que fez com que os preços do grão valorizassem.

“O resultado é que os produtores plantaram demais a variedade, então os preços devem cair, então a recomendação é que os agricultores vendam o grão logo após a colheita, pois as cotações devem recuar nos próximos dias”, finaliza o analista.

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1 comentário

  • marco possenti melnek san albero paraguay - PR

    E asin cuando falta tei preso bom.eu concordo que os presos dos alimentos cejan baratos para o consumidor. Mais que baixei o custo de produsao os consumidores querein alimento barato mais nao fasei ideia cuanto custa uma bolsa de adubo.unlitro de funjisida cunto combustivel vai para produsir a comida ei geral.fora iso temos o problema com o clima.e ce nao bastase tudu iso. Surji cada tempo uma nova praga que pior q a mosca branca pior q culquer praga o propio homei que contra o agricultor q eicentiva eivasao das terras q produsei esa e a pior q mosca branca.eles sao contra o agricultor mais faso uma aposta q eles nao comei folha e nei incetos eles vao na xurascaria eo pior com o dinhero dos nosos impostos.

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