ENTREVISTA: Confira a entrevista com Neri Perin - Advogado
Publicado em 24/07/2013 17:14
Royalties: produtores do RS não foram consultados sobre acordo para reduzir preço da soja Intacta e se dizem perplexos com a negociação em MT. Para advogado dos sindicatos gaúchos, os termos do acordo só beneficiam a multinacional.
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3 comentários
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Agricultor Brasileiro Campo Grande - MS
Agora chegou a hora dos Verdadeiros lideres da agricultura brasileira mostrarem seu papel!! A Famato fez um desfavor à toda cadeia produtiva e nao merece respeito tampouco consideração!! O pais inteiro esta mobilizado para expurgar a corrupção, a falta de caráter e o mau uso do dinheiro publico! Vamos tomar de exemplo e demonstrar a união do agricultor brasileiro e seu papel na sociedade!
Luis Fernando Marasca Fucks Giruá - RS
A Monsanto tem usado vários artifícios para "minar" a ação do Rio Grande do Sul. Tais artifícios vão desde o apelo romântico à necessidade dos royalties (cobrados devidamente ou indevidamente) para a geração de novas tecnologias, passando pela malfadada "carta de princípios" (ou o maior tiro no pé que a CNA já deu ao jogar essa "bola nas costas" dos produtores), até chegar hoje, nesse vergonhoso e sobretudo, imoral acordo da FAMATO. Em primeiro lugar, vergonhoso porque são aqueles, representantes dos produtores, que estão servindo de trampolim para respaldar ou legitimar uma armação da Monsanto. É imoral porque induz o produtor ao erro de abdicar de seus direitos sobre os royalties cobrados indevidamente no passado, iludindo-o que terá vantagens com uma tecnologia que de nova, não tem nada. Até o presente momento, a Monsanto não provou qual é a verdadeira inovação da Intacta Pro RR2. O gen RR2 até o presente momento, em nada difere do RR1 que confere tolerância ao glifosato, cuja patente já está vencida desde 2003. O aumento de produtividade alegado é devido ao melhoramento genético por seleção de fenótipos, o que já é realizado pelos melhoristas mundo à fora ha décadas, se constituindo na forma como as variedades mais produtivas surgem. A aparente novidade, no Brasil, se resumiria ao controle de lagartas pela transgenia, coisa que já é largamente conhecida e utilizada nos EUA e cuja patente, se não expirada, tem pouco tempo de vida. A segmentação da variedade em três qualidades adicionais (mais produção, RR2 e resist|ência a lagarta) se tornará um problema nas moegas, pois a Monsanto insiste na ilegalidade dessa cobrança e pensa taxas de 2% sobre o RR1=RR2, cuja patente é vencida; 2% sobre o melhoramento genético, o que também é ilegal pois paga-se royaltie sobre a semente certificada e nunca sobre a produção, cujas normas de multiplicação são regidas pela Lei de Cultivares, a qual em seu artigo 10 permite ao produtor "fazer" a sua semente; 2,5 a 3% sobre a resistência a lagarta. Um outro problema gravíssimo, é o confisco de soja na moega, ou seja, os testes para detecção dos gens, a exemplo do RR1, não discriminam percentuais na mistura. Qualquer vestígio de contaminação (palhas, poeiras e grãos) junto a amostra a ser analisada acusarão transgenia, sendo toda a carga considerada como intacta pro. Isso sempre aconteceu com o gen RR1. Resta a pergunta: quem está disposto a se incomodar na próxima safra, sofrendo descontos de até 7% sem ter usado a semente da Monsanto.
Agricultor Brasileiro Campo Grande - MS
A conta mais ou menos é essa:
9 anos de cobrança indevida de 1,0 sc de soja / ha! Dobra-se o valor para 18 sc (cobrança indébita)! Juros, Mora, Danos morais, etc +/- 4 sc! Total cobrado indevidamente e a receber = 22 sc Acordo proposto para o MT = R$25,00/ha ano durante 4 anos (aproximadamente 2 sc de soja)!!! Não tem lógica!!! OU melhor... a lógica é a seguinte: "ALGUÉM TÁ GANHANDO POR FORA!!! - E NÃO SOU EU!!!""