DA REDAÇÃO: Vazio sanitário em MG, GO e DF deve trazer restrição na oferta de feijão
Os estados de Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal terão de interromper as atividades do feijão por um mês, devido ao vazio sanitário. A medida foi estabelecida com uma instrução normativa visando o combate do vírus transmitido pela mosca branca, que causa o mosaico dourado. O coordenador da assessoria técnica da FAEMG, Pierre Vilela, explica que o vírus está inviabilizando o cultivo em alguns locais com perdas em toda a produção.
A alternativa técnica para o controle da praga visa erradicar a doença retirando o feijão das lavouras, que com isso irá desenvolver novas gerações da mosca sem o vírus. Apesar de a medida trazer benefícios, os produtores terão um tempo menor para o plantio, o que deve diminuir a oferta. Vilela explica que a medida prejudicou o calendário dos produtores que queriam colher a safra ainda neste ano, pois terão um mês para realizar todo o plantio.
Em relação aos custos, o coordenador conta que a cultura não está trazendo rentabilidade. Com a seca que atingiu os estados produtores, o custo de produção do feijão irrigado pode subir para um valor entre R$ 110 e R$ 115 por saca. Os preços mínimos estão em torno de R$ 98 reais a saca e estão sendo negociadas entre R$60 a R$80, não cobrindo os custos dos produtores.
0 comentário
SugarCane Global Summit debate desafios e caminhos para o futuro do setor sucroenergético
Pecuaristas encerram a semana reduzindo oferta de animais em SP; Grão , farelo e óleo de soja têm dia de queda em Chicago
Terceira geração de família de agricultores deixa raízes no RS e parte para abrir terras em Juína, no Mato Grosso
Campeão do “Melhor História de um Agricultor” quis que sua história fosse exemplo para outras pessoas
Finalista do “Melhor História de um Agricultor” destaca honra e responsabilidade de contar história da família