Femagri 2015 em Guaxupé-MG tem ampliação de área e espera receber um público 10% maior que no ano passado

Publicado em 11/03/2015 17:33 e atualizado em 12/03/2015 08:52
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A Femagri , feira de tecnologia para o café , referência no Sul de Minas, tem ampliação de área e espera receber um público 10% maior que no ano passado

Na edição de 2015, a FEMAGRI (Feira de Máquinas Implementos e Insumos Agrícolas) será realizada entre os dias 18 e 20 de março. O evento é anual e acontece no município de Guaxupé (MG). Com o tema “Viabilizando o Futuro da Cafeicultura Sustentável” a 14ª edição da FEMAGRI pretende alinhar o tema sustentabilidade com a mecanização, trazendo ao produtor a importância de novos processos que permitam um plantio de qualidade, baixo custo, produtivo e sem agressões ao meio ambiente. 

Neste ano, segundo José Geraldo Junqueira Filho, gerente de desenvolvimento técnico e comercial cooxupé, a feira contará com um espaço maior, saindo de 20 mil m²  para 30mil m² de área coberta, com objetivo de proporcionar maior conforte aos visitantes e expositores.

Além disso, em outras edições a feira recebia em média um público usual de 23 mil pessoas, "e neste ano estamos com uma expectativa de receber em torno de 10% a mais de pessoas, por volta de 25 mil produtores e pessoas ligadas ao setor do café", declara Filho.

Na edição de 2014, foram registrados 23 mil participantes de 230 municípios, 13 estados do Brasil, além de produtores de outros 5 países. Neste ano o evento espera movimentar R$ 60 milhões em volume de negócios, um aumento de 9% ante a edição passada, com mais 100 expositores já confirmados para a Femagri 2015.

No setor de infraestrutura, a novidade fica por conta dos novos modelos de recolhedores, voltados ao médio e pequeno produtor; além do dessecador elétrico a qual "é uma tendência para substituir os tradicionais movidos a combustão", conta Filho.

No entanto, Filho considera que os preços praticados no mercado do café - que neste momento, mesmo com as quedas ainda é remunerador - influencia diretamente "no ímpeto do produtor em investir nas novas tecnologias e estrutura", haja vista que muitos cafeicultores têm saídos de "momentos de crise com déficit de infraestrutura, então é o momento dele investir para ter condição de produzir um café com rendimento melhor", explica.

 

Por: Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas

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