DA REDAÇÃO: Cotações do suíno voltam a superar os R$ 3,00/kg em algumas regiões
A valorização é impulsionada pela oferta restrita de animais para abate, consumo aquecido tanto nas exportações quanto no mercado interno e, também, pela maior procura dos abatedouros interessados em repor seus estoques.
Segundo a pesquisadora do Cepea, Camila Ortelan, o poder de compra do suinocultor teve uma recuperação expressiva de 45%, favorecido também por algumas baixas dos insumos, fator que acaba garantindo maior rentabilidade da produção. Apesar disso, como produtores têm poucos animais para vender nesse período, acabam não aproveitando tanto o efeito positivo dos reajustes.
Para Ortelan, ainda é preciso confirmar firmeza da demanda para garantir novas elevações nos preços nos próximos meses. "Por ora, a gente não espera fortes quedas novamente", acredita. Para ela, é possível que os altos preços inibam um pouco a procura pelo produto, porém, com os altos preços das carnes bovina e de frango, a oferta suína não deve perder espaço no mercado.
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