DA REDAÇÃO: Deputados tentam adequar novo texto do Código Florestal no Senado para evitar rejeição no retorno à Câmara

Código Florestal: deputados vão ao Senado pedir que modificações no texto da Reforma não tenha divergências com o aprovado na Câmara a fim de agilizar processo de votação para ainda este ano. Trabalhos precisam ser concluídos ainda este ano para não comprometer a vida do produtor rural.
Publicado em 27/10/2011 12:59 | Atualizado em 27/10/2011 15:59
Um grupo de parlamentares liderados pelo Deputado Federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), com o pensamento à frente na votação do Novo Código Florestal Brasileiro, têm ido ao Senado tratar do assunto com os senadores. O objetivo do grupo é adequar o texto “ao agrado dos deputados”, deixando-o “redondo” a fim de que seja aprovado com rapidez na sua possível volta à Câmara.

A idéia é que, na Câmara, o código seja aprovado logo na primeira sessão, sem necessidade de novas emendas. Heinze espera que o Código saia no dia 20 de novembro do Senado Federal e leve 2 ou 3 semanas na Câmara. Nesse prazo, o Código estaria aprovado ainda neste ano. Mas para que haja agilidade, os produtores precisam “fazer pressão”, reforça o deputado.

Prazo para o pagamento da securitização
O deputado Heinze pede para que os produtores não percam o prazo do pagamento da securitização, nesta segunda-feira (28), evitando, assim, que a dívida até triplique.

Quanto aos produtores com dívida ativa, com prazo já vencido e que não tenham conseguido negociar em 30 de Junho, o deputado recomenda eles aguardem o pedindo de reabertura do prazo. Segundo ele, na época da renegociação, nem 30% deles fizeram.

 Obviamente, o produtor não pode ser penalizado por enfrentar problemas sérios de renda. Com exceção do milho, soja e boi, a agricultura brasileira passa por um mau momento, sobretudo nas culturas de arroz, trigo, suíno e maçã.

Heinze defende que haja uma política que dê mais garantias ao produtor. Ele espera que Mendes Ribeiro possa colborar, pois o montante do endividamento, que no início somava R$70 bilhões, agora chega a R$130 bilhões.

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