Produtores evitam pressão de oferta no feijão carioca e conseguem fechar agosto com preços melhores que no mesmo período de 2018

Publicado em 30/08/2019 13:50 e atualizado em 30/08/2019 14:24
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Oferta de feijão na Bahia pode ser menor do que o esperado e ajudar na recuperação de preços em setembro
Marcelo Eduardo Lüders - Presidente do IBRAFE

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Entrevista com Marcelo Eduardo Lüders - Presidente do IBRAFE sobre o Mercado do Feijão

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No momento em que a terceira safra de feijão está sendo colhida, os produtores ainda não tem certeza do quanto será colhido no total do Brasil. Apesar dessa incerteza, o presidente do Ibrafe, Marcelo Eduardo Lüders, alerta que este é um momento de concentração e que o produtor tem a maior dificuldade para fazer suas negociações.

De acordo com um relatório da Conab, a Bahia poderia ter mais de 200 mil hectares, mas um levantamentos do Ibrafe e empresas que vendem insumos seria um volume menor. “Então teríamos menos do que as 660 mil toneladas previstas oficialmente e deve ser algo mais próximo a 580 mil toneladas”, afirma Lüders.

“Durante essa semana tiveram negócios desde 120/125 reais no Mato Grosso, mas uma mercadoria com uma quebra maior por estar muito seca, uma boa mercadoria no MT com produtores procurando firmar entre R$ 135,00 e R$ 140,00 e o mesmo número em Goiás, procurando chegar em R$ 150,00, o que tem se mantido em Minas Gerais”, conta o presidente.

Para a liderança, os produtores tem obtido sucesso em enfrentar este momento de maior oferta e isso pode ser visto na comparação de preços com o mesmo período do ano passado, que teve preço médio de R$ 90,00 em agosto.

Confira a íntegra da entrevista com o presidente do Ibrafe no vídeo.

Por: Aleksander Horta e Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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