Suinocultor gaúcho, mesmo o mais eficiente, ainda está trabalhando no vermelho, explica liderança
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Suinocultor gaúcho, mesmo o mais eficiente, ainda está trabalhando no vermelho, explica liderança
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De acordo com o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, o ano de 2023 inicia com um desafio que já vem corroendo as margens do suinocultor há, pelo menos, um ano e meio: os custos de produção.
Ele explica que mesmo o produtor "classe A", aquele mais eficiente em matéria de escala, de resultados zootécnicos, têm ficado no prejuízo. "Hoje, o preço médio de venda no mercado independente é de R$ 6,64/kg, com custo médio, segundo a Embrapa Suínos e Aves, em torno de R$ 7,90/kg. O produtor mais eficiente ainda consegue criar os animais a um custo de R$ 7,10/kg, mas segue no vermelho", afirma.
Para Folador, só há possibilidade de que os preços do milho cedam em torno de R$ 5,00 por saca na metade do ano, com a entrada da safrinha. Até lá, o mercado conta com uma melhora nas exportações, para escoar a carne suína, e no incremento do consumo doméstico.
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