Arroz em falta? Esse é o resultado, depois que o PT expulsou os arrozeiros da Raposa Serra do Sol

Publicado em 11/09/2020 15:40 11538 exibições
Tempo & Dinheiro - com João Batista Olivi

RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS DE DESTAQUE NO SEU E-MAIL CADASTRE-SE NA NOSSA NEWSLETTER

4 comentários

  • PEDRO L R BORDINI Bagé - RS

    Preços historicamente deprimidos, Conab inoperante, Raposa Terra do Sol, etc.... Nem precisava de tudo isso para desembocar nessa crise de abastecimento.

    1
  • Geraldo Nardelli Marília - SP

    Prezado Sr. Carlo Meloni, só para esclarecer, quando falo em 2.000.000 de toneladas é uma expressão da produção passada que deixou de ser incorporada aos estoques nacionais nestes 12 anos.... Essa produção teria evitado a queda dos estoques de passagem (produção menos consumo ano a ano)... Isso sem contar os incrementos de produção e produtividade que poderiam ter ocorrido naquelas áreas da Raposa Serra do Sol, nestes 12 anos.

    Grande abraço!

    4
    • carlo meloni sao paulo - SP

      Geraldo, muito obrigado pelos esclarecimentos...

      2
  • Geraldo Nardelli Marília - SP

    Otávio Perrone, você está totalmente equivocado. É muito rasa a sua argumentação para justificar a sua crítica. O arroz no Brasil possui ou possuía 4 grandes locais de produção. 01) Os lavrados de Roraima, que há 12 anos atrás já produziam mais de 100.000 ton ano e estavam em plena expansão, 02) Os varjões de SP e MG, inclusive o Vale do Ribeira, cujo cultivo foi proibido por causa da atuação do MP coagindo os pequenos agricultores a cumprirem a extensão do Código Florestal- ESTAS 2 REGIÕES NÃO PLANTAM MAIS. Restaram: 03) A região do Projeto Formoso do Araguaia e 04) A planícies alagáveis do Rio Grande... Em razão disso ocorreu uma mudança silenciosa, há 12 anos atrás, portanto em 2008 o estoque de passagem do arroz de uma safra pra outra (produção menos o consumo) era 2.500.000 toneladas. Já em 2019/2020 (mesmo com esse aumento ESTIMADO pela CONAB) o estoque de passagem foi de 441.000 toneladas. OU SEJA, A PERDA DA PRODUÇÃO ACUMULADA vem comprometendo a SEGURANÇA ALIMENTAR. As exportações de arroz sempre foram na média de 1.000.000 toneladas. A questão cambial tem um peso, mas muito menor do que a escassez. O PESO DO CÂMBIO SERÁ GRANDE AGORA com a importação, pois o arroz importado chegará ao consumidor final acima de R$ 40,00 o pacote. É máxima em qualquer mercado que a escassez se regula por preços, que sobem...sobem....sobem.... até que a demanda esteja ajustada com a produção. Portanto a reportagem está correta. UMA DICA: Quando for utilizar dados da Conab, não se prenda a estimativa de safra, pois ela, como o nome diz - ESTIMATIVA - é correlação apenas com o ano safra anterior. Aprofunda a pesquisa e no próprio sítio da CONAB tem os relatórios de produção/demanda e estoques, bem mais completos. Segue link: file:///C:/Users/geral/Downloads/ArrozZ-ZAnaliseZMensalZ-ZMaio-Junho-2020.pdf .

    O concreto é que os 12 anos sem a produção anual da hoje RAPOSA SERRA DO SOL, permitiu a redução de mais de 2.000,000 de toneladas do estoque de arroz. E ISSO É FATO !!!!

    5
    • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

      Se vc me explicar, com seu modelo estatístico, como sair de uma produção de 100 mil ton para 2 milhões ton, ai a gente saberia quem está ou não equivocado e se é fato ou se é mais um devaneio. Agora sobre seu argumento de estoque de passagem, olha os estoques de soja e milho que vem reduzindo tb, isso está ocorrendo por conta do dólar maior e por demanda maior de proteína animal e de grãos, nada mais que isso. Meu ponto é esse argumento que os políticos usam sempre de que a culpa é da gestão passada, nesse caso não foi. É um movimento natural dos agricultores, eles saem de um atividade que está menos rentável para uma mais rentável e isso foi propiciado pelo aumento do dólar e, claro, demanda crescente por alimentos (que não é culpa de nenhum governante). Agora se vc disser que o PT nunca se preocupou em criar uma política de segurança alimentar eu concordaria com vc, isso é urgente dado as escassez que já tivemos de tomate, feijão e outros alimentos. O que tb não nos impede de cobrar do governo atual propor uma solução viável para isso.

      27
    • carlo meloni sao paulo - SP

      Realmente acho chutado o valor de 2 000 000 de milhoes pois acrescimo de 5% ao ano da', no fim de 12 anos, 80%...

      1
    • Geraldo Nardelli Marília - SP

      Vou lhe explicar, se você vai querer entender já é outro problema, mas vamos lá.

      Desde já quero dizer que em um ponto concordo contigo. O PT jamais se preocupou com Segurança Alimentar de fato..., chegaram ao ponto de desvirtuar o conceito original da Segurança Alimentar, que surgiu na Europa durante a 1a. Guerra Mundial, quando percebeu-se que um país poderia dominar o outro, controlando o seu suprimento de alimentos. Mas os ditos "socialistas" apropriaram-se do conceito e logo emprestaram o entendimento que lhes convinha, adaptando o conceito da "segurança alimentar" para o socialismo.

      A sua comparação com soja e milho não procede, pois as produtividades são crescentes, as áreas de plantio idem, assim como a exportação. Veja um dado interessante sobre soja:

      Até 2003 o Brasil era importador da oleaginosa e importou naquele ano 670 milhões de toneladas, à partir de 2004 passou a exportador. Em 15 anos alcançou a liderança mundial na produção e exportação. Isto se deu por vários fatores, todos atrelados a iniciativa privada, nada com políticas agrícolas, talvez por isso seja um case de sucesso.

      Milho caminha no mesmo sentido, pois apesar de existir grandes produtores na nossa frente (China x EUA), o excedente exportável nosso é maior. A conclusão disso é que o fato de exportar mais, é benéfico para qualquer cultura e permite os investimentos e a expansão.

      Mas vamos falar em arroz.

      Primeiro o Brasil, mesmo com reduções sucessivas na área plantada, ainda é o maior produtor de arroz fora da Ásia. Provavelmente o 9o. país em produção do cereal.

      As exportações de arroz brasileiras de 2010 a 2019 tem a média de 1.370.600 toneladas por ano. Esse ano a previsão da CONAB era 1.500,000 ton., que não deve se concretizar, em razão da escassez. De fato até agosto foram exportadas 883.800 toneladas e eu ouso dizer que as exportações ficarão abaixo da média.

      Só estes dados, já deixam claro e destroem o seu argumento do U$ e exportação, como fatores para escassez e consequente alta exacerbada das cotações.

      O U$ vai pesar sim e muito, mas agora com o aumento da importação pois a cotação internacional está na faixa de U$ 532 a tonelada FOB Tailândia (11/09/2020) e o arroz chegará aqui muito mais caro. Na faixa de R$ 4,00 ou mais o kg., no Porto.

      Acrescente ainda os custos internos e margens, há potencial para chegar no consumidor final a R$ 8,00 o kg.

      A necessidade de o Brasil importar, vai mexer com as cotações internacionais, que tendem subir mais. Só para ilustrar: O maior exportador mundial de arroz é a Tailândia, a China um grande importador de alimentos importou da Tailândia neste ano - nos 7 meses até julho/2020 - a módica quantia de 138.000 toneladas de arroz. O Brasil já anunciou que em 4 meses irá importar 400.000 ton, ou seja 3x mais que a China importou em 7 meses. Vamos inflacionar os preços e acelerar alta das cotações.

      Mas vamos falar do prejuízo causado ao País, a produção de arroz, aos estoques de passagem e a Segurança Alimentar, provocada pela criação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol e expulsão dos arrozeiros das suas áreas de produção.

      As áreas de cultivo de arroz vem reduzindo no Brasil, por fatores ligados a preços e baixa rentabilidade, resultado de políticas populistas e intervencionismos na economia, praticado pelos últimos Desgovernos.

      Ao contrário das áreas cultivadas com outras culturas, que nas últimas 2 décadas tiveram aumento, o arroz é um dos poucos casos de redução.

      Permaneceram na cultura, praticamente aqueles poucos produtores das áreas cuja aptidão era praticamente o cultivo do arroz (irrigado), pois todos aqueles que tinham opção para migrar para outras culturas, o fizeram.

      Sem entrar no mérito das outras regiões, falando apenas de Roraima, em 2000 a área plantada foi de 9.000 hectares e crescia vigorosamente até o ano de 2008 quando o plantio foi de 24.000 hectares e alcançava excelente produtividade já a época de 6.350 kg por hectare, atingindo naquele ano 152.400 toneladas do grão. Com enorme potencial de expansão.

      Sem nos alongarmos, os dados demonstram claramente que a produção de arroz somente continuou nas áreas onde não haviam alternativas de cultivo (CASO DAS ÁREAS DA RAPOSA SERRA DO SOL).

      Estas áreas tinham apenas 2 vocações : Produzir arroz ou virar reserva indígena. O PT e o stf escolheram a segunda.

      Sem contar que a produção em Roraima era estratégica, pois abastecia o Norte do país, cuja população é 20 milhões de pessoas, além da proximidade com a Venezuela (aquele país socialista ao lado), que é o maior importador de arroz do Brasil (quebrados de arroz, pois a população não tem renda para comprar os melhores grãos).

      De sorte que o argumento da exportação e do U$ não se sustentam para justificar a escassez e a alta dos preços até aqui.

      Resta a única explicação que é a redução dos estoques de passagem em 2.000.000 de toneladas de 2008 para cá.

      Que foi agravado pela doação de 300.000 toneladas dos estoques de arroz para Cuba e outros países amigos dos Desgovernos passados.

      Falta de política agrícola e planejamento.

      Considerando que as áreas de Roraima eram potencialmente produtoras (de fato) de arroz, e naquelas terras não haviam opções de outros cultivos, portanto, aqueles agricultores permaneceriam produzindo arroz, é perfeitamente factível e possível afirmar que a ausência da produção nas áreas, provocadas pela criação da Raposa Serra do Sol, foi uma das grandes causas que provocou este efeito vivido agora.

      Numa conta rápida de padaria: 12 safras x 150.000 ton = 1.800.000 toneladas, praticamente a redução ocorrida nos estoques de passagem.

      Para sobrar estoques de passagem, é indispensável que haja a produção.

      Nós só colhemos aquilo que plantamos!!!

      Mas a Sociedade paga o preço pelos desacertos, devaneios e ideologias do governo e do stf.

      A conta pode demorar, mas, com certeza, chega!

      5
    • carlo meloni sao paulo - SP

      Muitissimo util esse debate..., so' gostaria de acrescentar duas coisas que a Katia de Abreu disse-----1º Os estoques de passagem sempre foram bem maiores em decadas passadas-----2º houve um problema de produçao na Tailandia e na India que provocou um aumento do preço internacional em dolares-------Sera' verdade ????

      1
    • Leodir Vicente Sbaraine Terra Roxa - PR

      Parabéns mais uma vez, sr. Geraldo, um show de conhecimento !!!

      1
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. GERALDO ... PARABÉNS! ... Mas, gostaria de só fazer um "conserto" ... Quando o Sr. cita: ... Até 2003 o Brasil era importador da oleaginosa e importou naquele ano 670 milhões de toneladas ...Acredito que deve ser 670 mil toneladas ... ... ... Agora quanto ao restante, mostra o seu conhecimento sobre o assunto. Inclusive, muito esclarecedor para todos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo... ... PARABÉNS !!!

      0
    • Claudio Volpe Paulo Londrina - PR

      Belo debate, porém deixam de fora quem produz ... e que há anos trabalham muito duro, com margens pequenas e sujeitos aos riscos da natureza para colocar o arroz barato na mesa do pobre...

      2
    • Geraldo Nardelli Marília - SP

      Sr. Paulo Roberto Rensi, o sr. está correto. O valor é 670 mil toneladas que equivalem a 670 milhões de kg., o total importado de soja pelo Brasil no ano de 2003. Por um erro na hora de digitar a informação ficou equivocada, peço desculpas, é que o espaço visual para digitar respostas é estreito e as vezes atrapalha um pouco. De fato, não poderia ser 670 M de toneladas, pois a nossa safra total - recorde - neste ano safra, considerando todos os produtos será de aproximadamente 257 milhões de toneladas. Obrigado pela observação e oportunidade de corrigir. Quanto a informação da Senadora Kátia Abreu - trazida pelo Sr. Carlo Meloni, ela é parcialmente verdadeira, mas não absoluta. Aliás, muito relativa, assim que for possível, demonstrarei aqui, compartilhando com os companheiros produtores rurais os dados compilados e a minha visão sobre esta questão. Abraço!

      1
    • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

      Geraldo, muito esclarecedora sua resposta. Só um ponto que queria destacar, entendo que sua conta faz mais sentido, mas vc não pode assumir a premissa de que por não ter produzido durante todos esses anos o arroz seria acumulado ad eternum, poderíamos ter exportado, o preço menor poderia ter estimulado o aumento no consumo ou poderia tb não, mas de novo meu questionamento é quanto as premissas que vc adotou, não seu raciocínio que está, depois do ajuste, mais coerente. Quanto ao milho e a soja que disse tvz não ficou claro o que quis dizer, o ponto era que os estoques de soja e milho tb vem sendo reduzido ano após ano gerando escassez, como no arroz (que no meu entendimento é mais um choque de oferta, agravado pelo câmbio e margens menores dessa atividade). apartidário que sou sempre vejo as notícias em todas as mídias com bastante ceticismo, por exemplo, o próprio NA noticiou que o preço do milho há uns dois anos atrás iria recuar mt por causa do acordo China-EUA, elembro de comentar que quem noticiou parecia ter outras intenções maiores do que informar, ou seja, tentar criar a falsa sensação de que aquele era o momento de vender. O mesmo aconteceu com a soja após o acordo ser assinado, quando na Jovem Pan o Villa deu uma notícia de que a China ia comprar dos EUA 10 milhões de toneladas de soja e à época aquilo significaria um desastre para a agricultura do país, o que provou-se contrário e mostra que a mídia sempre joga para os dois lados, geralmente para quem paga mais. Um abraço e obrigado pela contribuição.

      3
  • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

    Eu escolhi a profissão errada, ser jornalista como o tiozinho aí deve ser muito mais rentável. Quanto será que ele recebeu para fazer essa reportagem? (e não me refiro ao chefe dele). A produção estimada de arroz para safra 20/21 é de 6,2% superior ao do ano passado, sendo um total de 11,2 milhões de toneladas, mesmo apesar da redução de 2,2% da área produzida (dados da CONAB e dá pra confiar na estimativa pq 80% da produção de arroz é irrigado, menos expostos a oscilações das chuvas). Ai na reportagem do produtor fala em 112 mil toneladas a menos por culpa do PT, o que representa 1% de toda produção. Vcs só podem estar de brincadeira em querer colocar a culpa disso no PT, na época do tomate caro eu concordaria com vcs mas agora é fake, o preço subiu por aumento de demanda interna e, sobretudo, por causa da política do banco central de depreciação do câmbio, que tem elevado os preços de soja, milho e de proteínas animais e outros. Cuidado hein NA, tem quem saiba fazer conta e dar nome aos devidos bois.

    37
    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Otávio Perrone, é lamentável esse seu comentário. Além de expulsar os produtores da reserva Serra do Sol e coloca-los na rua da amargura, os governos do PT acabaram com o potencial produtivo da região. Todo esquerdista é canalha por definição, não conseguem fazer uma única critica sem atacar, denegrir, caluniar, difamar.

      18
    • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

      Rodrigo, isso significa 1% se levarmos em conta a produção atual, a projeção que o jornalista faz de que seria 10 x maior hj não faz sentido. Não sei se vc acompanha o mundo rural business, mas lá ele coloca uma comparação entre soja e arroz e, apesar de eles acharem tb que foi o PT quem causou o aumento no preço do arroz, o próprio gráfico demonstra que a área de soja saiu de 25 M/ha em 2012 para 36,95M/ha em 2020, aumento de quase 50%. O que isso significa? Que houve uma troca entre uma cultura com margem menor (arroz) para uma de margem maior (soja), sobretudo nesses 4 a 5 último anos, sem contar outras culturas e a própria pecuária de corte. Por fim, não disse em nenhum momento que o bolsonaro tem culpa (apesar de que o aumento da dívida de 70% do PIB para quase 100% ser por causa do pouco caso que ele fez da pandemia e por deixar o congresso assumir a dianteira), culpa maior é do BC (que é independente) com sua política de desvalorização cambial reforçada pela redução surreal da taxa de juros. Voçê pode amar o político que quiser, problema seu, fica ai com seus amigos fanáticos saudosos de ditadura achando que o "homi" é um messias (Só no nome, viu!). Eu não confio em nenhum político são todos iguais, prometem prometem e não cumprem, mas o povo parece que adora ser enganado, vai entender.

      19
    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Vou começar do começo. Existe uma forma de atacar a idéia da pessoa e não a pessoa que emitiu opinião, idéia, pensamento ou o que seja. Pior ainda se houver calúnia e difamação, armas muito utilizadas pela esquerda. Todos desonestos, a propósito dessa sua afirmação de que todos os politicos são iguais, eu ouvi muito pensamento semelhante nos cabarés da vida, todas as prostitutas pensam que todos os homens são iguais. Só conhecem um tipo de homem.

      6
    • carlo meloni sao paulo - SP

      OTAVIO, se o sr pegar o preço pago ao produtor mais as margens normais dos embaladores e supermercados o saco de 5 kg nao deveria passar de R$ 18--- Entao ficam jogando a culpa pra ca' e pra la'---- Com relaçao ao dolar, a Teresa Cristina esqueceu de taxar a exportaçao, pois a importaçao e' mais cara que tudo que voces estao falando---- ENTAO APARECEU MAIS UMA OPORTUNIDADE DE GANHAR DINHEIRO PLANTANDO ARROZ E GRAÇAS AO CAMBIO---- O CAMBIO QUE VOCES ACHAM UMA DESGRAÇA E" NA VERDADE UMA BENÇAO...

      1
    • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

      Minha resposta pro Rodrigo --- Carlo, dólar alto estimula a exportação e isso é bom, por outro lado gera escassez do bem que exportamos (o exemplo do arroz fala por si próprio), além de aumentar o custo de produção interna, porque não produzimos bens de capital aqui e precisamos importar (máquinas), insumos de produção também são em sua maioria precificados em dólar..., resumidamente isso é muito pior do que o benefício da exportação, porque há uma parcela da população que ganha com o dólar alto, mas todos perdem com o aumento dos custos e subsequente aumento de inflação.

      6
    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Otavio os custos sempre sao uma parte da receita, portanto ha uma vantagem financeira inicial de quem produz--- A desvantagem dos demais consumidores o tempo se encarrega de zerar-- Esse foi o caminho da China se tornar a maior potencia mundial---- Inumeras vezes vi referencia a salarios miseraveis dos chineses-- -So ' que eles conseguiam viver e poupar 40%-- Nao sei se me expliquei ??

      1