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Santa Catarina reduz em 15% área de milho e vai depender ainda mais de importações mais caras

Publicado em 12/10/2022 09:27 e atualizado em 13/10/2022 10:35
Enori Barbieri - Vice Presidente da FAESC
Para piorar o cenário, excesso de chuvas está prejudicando o início do desenvolvimento das lavouras de milho no estado, assim como atrasando a colheita do trigo. Soja tem boa projeção de produção, mas quadro apreensivo para comercialização

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O plantio do milho verão foi concluído em Santa Catarina com a confirmação de redução de 15% na área cultivada, o que vai deixar o estado ainda mais dependente de grãos provenientes de outros locais para atender a demanda anula de 7 milhões de toneladas. 

Segundo o vice-presidente da Faesc (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina), Enori Barbieri, a alta pressão de cigarrinhas nas últimas safras, juros agrícolas acima do normal e custeio de R$ 10 mil por hectare (o dobro da soja) foram o que levaram a redução de área. 

Além disso, o início do desenvolvimento dessas lavouras já foi prejudicado pelo excesso de chuvas e frio que acometem o estado e também atuam para atrasar a colheita do trigo, que neste ano de 2022 registrou o dobro do plantio realizado em 2021. 

Já para a soja, a expectava é de aumento de área cultivada, justamente em cima da redução do milho, e produção total de 2,7 milhões de toneladas. Barbieri destaca que será preciso ter boa produtividade neste ciclo para garantir rentabilidade, já que a safra foi plantada com custo alto e será vendida com preços mais baixos. 

Confira a íntegra da entrevista com o vice-presidente da Faesc no vídeo.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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