Nova onda de Covid na China e Rússia derrubam os mercados. Ou seria "mais uma onda"??!!

Publicado em 03/11/2021 17:26 e atualizado em 03/11/2021 18:53
Nova onda de Covid na China e Russia derruba os mercados. Ou seria "mais uma onda"??!!
Edição do Tempo&Dinheiro desta 4a.feira, 3/novembro/21, com João Batista Olivi

Dólar tem maior queda em 1 mês e fecha abaixo de R$5,60 após Copom e Fed, com fiscal no radar

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrou a maior queda em um mês nesta quarta-feira, ficando abaixo de 5,60 reais ao término de um dia que contou com avaliação de um Banco Central brasileiro mais propenso a levar os juros ainda mais para cima e a confirmação de corte de estímulos pelo BC dos EUA, mas sem sinais de alta em breve das taxas por lá.

O real galgou o melhor desempenho entre as principais divisas globais nesta sessão, amparado pela perspectiva de abertura adicional dos diferenciais de juros a favor da moeda brasileira.

Uma medida desse retorno em um ano se aproximou de 11,8% ao ano nesta quarta (de 2% em janeiro), nos picos desde a virada de outubro para novembro de 2016, quando a taxa básica de juros da economia (Selic) estava em 14%. Atualmente, o juro está em 7,75%.

O imbróglio em Brasília sobre a votação da PEC dos Precatórios seguiu no radar, mas dividiu atenções com notícias da política monetária aqui e lá fora.

O dólar à vista fechou em baixa de 1,45%, a 5,5891 reais, queda mais intensa desde 1º de outubro (-1,47%).

O câmbio demorou um pouco a reagir à ata mais dura do Comitê de Política Monetária (Copom). O JPMorgan entendeu que o colegiado deixou a porta aberta para um acréscimo de mais de 1,50 ponto percentual nos juros na próxima reunião do colegiado, a depender do desfecho de negociações fiscais e de seu impacto sobre a inflação.

Na máxima do dia, alcançada pela manhã, o dólar subiu 0,53%, a 5,701 reais.

A partir das 11h, porém, vendas começaram a aparecer. Profissionais do mercado associaram o movimento a uma realização de lucros, depois da escalada recente da divisa e com notícias diversas de Brasília --envolvendo leilões do Tesouro Nacional ou relacionadas à votação da PEC dos Precatórios.

Eis que às 15h ocorreu o evento mais aguardado da quarta-feira --a decisão de política monetária nos Estados Unidos, em que o Federal Reserve (BC norte-americano) confirmou expectativas de corte de estímulos, mas afastou quaisquer especulações acerca de aumentos de juros em 2022, conforme precificado nas curvas de taxa nos EUA.

Foi a combinação entre um BCB visto como mais rígido e um "taper dovish" pelo Fed (redução de estímulos, mas com destaque a pontos contrários a aperto nos juros) que derrubou o dólar por aqui, movimento acelerado por embolso de lucros após valorização nominal de quase 10% da moeda entre o começo de setembro e 1º de novembro.

"O discurso mais duro do BCB na ata do Copom de hoje foi visto como mais realista pelo mercado. Assim, estamos vendo forte 'flattening' (achatamento) da curva (de juros), com queda das taxas longas. Acho que este é um passo importante para dar confiança ao mercado local", comentou Dan Kawa, diretor de investimentos e sócio da TAG Investimentos.

Na mínima, o dólar desceu a 5,5776 reais, queda de 1,65%.

Lá fora, a moeda norte-americana caía 0,28% no fim da tarde ante uma cesta com rivais de países ricos.

Ibovespa fecha quase estável à espera de desfecho sobre PEC dos Precatórios; Vale pesa

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou quase estável nesta quarta-feira, enfraquecido pelo tombo de Vale, em sessão marcada por expectativa para a votação da PEC dos Precatórios e decisão do Fed, enquanto Lojas Americanas disparou após avanço na fusão com a Americanas.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa teve variação positiva de 0,06%, a 105.616,88 pontos, após tocar 104.204,66 pontos na mínima e 106.754,42 pontos na máxima do pregão. O volume financeiro somou 38,8 bilhões de reais.

Os negócios refletiram ajustes ao movimento dos recibos de ações brasileiras negociadas no mercado norte-americano (ADRs), com destaque para Vale, uma vez que Wall Street funcionou na véspera enquanto a B3 fechou em razão de feriado no Brasil.

Para André Querne, sócio da Rio Gestão de Recursos, o tom na bolsa paulista foi ditado pela possibilidade de votação da PEC dos Precatórios, com o mercado comprando a ideia de que esse deve ser o melhor cenário dentro dos possíveis.

"Passando a PEC dos Precatórios, a impressão é que dá um certo alívio de risco fiscal, pelo menos de curto prazo", afirmou. A aprovação da PEC no Congresso viabilizaria o Auxílio Brasil - programa que substituirá o Bolsa Família - com no mínimo de 400 reais mensais por família.

Também ocupou as atenções a ata da última reunião do Copom, mostrando que o Banco Central avaliou acelerar a alta da Selic para além de 1,5 ponto percentual que adotou.

No exterior, o Federal Reserve informou que começará a reduzir as compras mensais de títulos em novembro e tem planos de encerrá-las em 2022, mas manteve a opinião de que a inflação alta será "transitória" e provavelmente não exigirá um aumento rápido dos juros.

Para Querne, a sinalização do Fed não trouxe surpresas. Trata-se, segundo ele, de um processo natural de redução de compra de ativos ligado à melhora do ambiente econômico.

Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 0,65%.

Wall St bate novos recordes com Fed evitando surpresas ao reduzir estímulos

(Reuters) - Os principais índices acionários de Wall Street registraram sólidos ganhos e marcaram recordes de fechamento nesta quarta-feira, quando o Federal Reserve disse que começará a cortar suas compras mensais de títulos em novembro com planos de encerrá-las em 2022, em anúncio em linha com o esperado pelo mercado.

O S&P 500 e o Nasdaq renovaram suas máximas de fechamento pela quinta sessão consecutiva, enquanto o Dow Jones registrou o quarto fechamento recorde seguido.

O índice de referência S&P 500 avançou a território positivo e terminou com alta sólida depois do anúncio pelo banco central dos EUA. Investidores anteciparam amplamente a decisão de redução de estímulos, em meio à recuperação da pandemia do coronavírus.

"O Fed não balançou o barco neste caso", disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado da LPL Financial. "Foi bastante antecipado o que o Fed poderia fazer e eles fizeram o que a maioria das pessoas esperava."

O índice Dow Jones subiu 0,29%, a 36.158 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,64613%, a 4.661 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 1,04%, a 15.812 pontos.

Dos 11 setores do S&P 500, o de consumo discricionário <.SPLRCD > e o de materiais foram os que mais ganharam, com altas de 1,8% e 1,1%, respectivamente. Energia ficou para trás, em queda de 0,8%.

As políticas estimulativas do Fed têm sido um suporte significativo para os mercados, com o S&P 500 mais do que dobrando desde sua mínima de março de 2020, no início da pandemia.

O Fed também manteve sua crença de que a inflação alta se provará "transitória" e provavelmente não exigirá um aumento rápido das taxas de juros.

"Não acho que haja algo único no comunicado além do fato de que eles estão tentando ganhar tempo dizendo que tanto a inflação quanto as interrupções na cadeia de suprimentos são temporárias, essa é a mensagem básica", disse Joseph LaVorgna, economista-chefe para as Américas da Natixis.

Em coletiva de imprensa após a divulgação do comunicado do Fed, o chair do banco central, Jerome Powell, disse ser possível que o mercado de trabalho dos EUA tenha melhorado o suficiente até meados do próximo ano para que se alcance o "pleno emprego", um marco importante a ser superado para que o BC considere aumentar as taxas de juros.

Preços do petróleo recuam para mínima de quase 4 semanas

NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo caíram para mínima de quase quatro semanas nesta quarta-feira, depois que os estoques de petróleo dos Estados Unidos subiram mais do que o esperado, enquanto estoques de gasolina do maior consumidor de petróleo do mundo atingiram uma mínima de quatro anos.

Os futuros do petróleo Brent caíram 2,73 dólares, ou 3,2%, para fechar em 81,99 dólares o barril, enquanto o petróleo dos EUA (WTI) recuou 3,05 dólares, ou 3,6%, para fechar em 80,86 dólares.

Essa foi a maior queda percentual diária para ambas as marcas de referência desde o início de agosto e foram as mínimas de fechamentos do Brent desde 7 de outubro e do WTI desde 13 de outubro.

Os estoques semanais de petróleo subiram mais 3,3 milhões de barris, mais do que o esperado, mas os estoques de gasolina caíram para o menor patamar desde novembro de 2017. A oferta do mercado de petróleo dos EUA se apertou, com os estoques no centro de armazenamento de Cushing, Oklahoma, na mínima em três anos. [EIA/S]

"Os mercados já estão sob pressão", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group em Chicago. "Estamos em baixa por causa da realização de lucros na reunião do Fed de hoje."

O presidente dos EUA, Joe Biden, falando na cúpula climática global COP26 em Glasgow, atribuiu o aumento dos preços do petróleo e do gás à recusa dos países da Opep em bombear mais petróleo. O preço médio de varejo de um galão de gasolina nos Estados Unidos estava recentemente em 3,40 dólares, de acordo com a AAA, cerca de 0,20 dólar de aumento em relação ao mês anterior.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, um grupo conhecido como Opep+, reúne-se na quinta-feira e deve confirmar os planos para manter estáveis os aumentos mensais da oferta, apesar dos apelos para uma aceleração.

China tem alta de casos de Covid-19 antes de reunião do Partido Comunista

PEQUIM (Reuters) - A quantidade de casos novos de Covid-19 transmitidos localmente na China atingiu uma alta de quase três meses, e se acredita que restrições mais duras serão adotadas na capital Pequim antes de uma reunião importante dos membros mais graduados do Partido Comunista na semana que vem.

A Comissão Nacional de Saúde confirmou nesta quarta-feira 93 casos novos sintomáticos locais até 2 de novembro, mais do que os 54 do dia anterior e a maior cifra diária desde 9 de agosto, o auge do último grande surto do país.

Pequim relatou nove infecções locais novas, o maior aumento diário que testemunhou neste ano.

Embora os casos novos diários em Pequim desde o final de outubro tenham permanecido modestos quando comparados àqueles de fora da China, a política de tolerância zero do país se traduz na imposição de medidas rigorosas para conter a disseminação do vírus a qualquer preço.

Medições de temperatura são realizadas na entrada de shopping centers, supermercados, hotéis, cinemas e estações de metrô, e uma legião de funcionários verifica os códigos de saúde nos celulares de indivíduos em visita.

As autoridades de Pequim também insistem com os moradores para que evitem viajar para fora da cidade, adiem casamentos, simplifiquem cerimônias de enterro e reduzam encontros que não forem essenciais.

Dos voos agendados nesta quarta-feira no Aeroporto Daxing de Pequim, 60,4% foram cancelados até a manhã, assim como 49,8% dos voos do Aeroporto Internacional Capital Pequim.

Ações da China fecham em baixa com pressão econômica e novos casos de Covid-19

XANGAI (Reuters) - As ações da China fecharam em queda nesta quarta-feira, já que o sentimento do mercado foi abalado após o premiê do país, Li Keqiang, alertar para pressões negativas sobra a segunda maior economia do mundo, enquanto os novos casos de Covid-19 transmitidos localmente saltaram para uma máxima em quase três meses.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,39%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,2%.

Segundo a mídia estatal, Li disse que a economia da China está enfrentando novas pressões negativas, mas que as autoridades vão manter as operações econômicas dentro de um intervalo razoável e tomar medidas para apoiar os setores industriais.

Enquanto isso, a Comissão Nacional de Saúde da China confirmou na quarta-feira 93 novos casos sintomáticos locais de Covid-19 para o dia 2 de novembro, acima dos 54 do dia anterior e a leitura diária mais alta desde 9 de agosto, pico do último grande surto na China.

 

Número de mortes diárias por Covid-19 na Rússia atinge novo recorde

MOSCOU (Reuters) - O número de mortes diárias por Covid-19 na Rússia subiu para um recorde de 1.189 nesta quarta-feira, em meio a um aumento nos casos que forçou as autoridades a imporem o fechamento de locais de trabalho em todo o país.

A força-tarefa do governo russo contra o coronavírus também registrou 40.443 novas infecções nas últimas 24 horas, incluindo 6.827 em Moscou.

Pandemia no Reino Unido ainda não acabou e meses difíceis estão por vir, diz médico britânico

LONDRES (Reuters) - A pandemia de Covid-19 não acabou no Reino Unido e meses difíceis virão conforme o inverno no Hemisfério Norte se aproxima, disse o vice-chefe médico da Inglaterra, Jonathan Van-Tam, nesta quarta-feira.

"Muitas pessoas acreditam que a pandemia acabou. Pessoalmente, eu acredito que alguns meses difíceis estão por vir no inverno e a pandemia ainda não acabou", disse Van-Tam à TV BBC.

"O cuidado que as pessoas têm ou deixam de ter ao interagir umas com as outras: isso vai ser um grande determinante no que vai acontecer entre agora e os meses mais sombrios do inverno."

Pandemia de Covid-19 pode causar disparada de HIV no oeste e no centro da África, alerta UNAids

DACAR (Reuters) - As regiões ocidental e central da África podem testemunhar um aumento de infecções de HIV e de mortes ligadas à Aids em alguns anos devido a transtornos nos serviços de saúde resultantes da pandemia de coronavírus, disse a diretora-executiva da agência de combate à Aids da Organização das Nações Unidas (ONU).

Embora as taxas de infecção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e de mortes relacionadas à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) tenham tido um declínio constante na última década, a região respondeu por 22% das mortes ligadas à Aids em 2020.

No ano passado, cerca de 220 mil pessoas das regiões ocidental e central da África foram infectadas pelo HIV entre um total global de 1,5 milhão, mostram dados da UNAids.

As infecções novas na região estão aumentando rapidamente entre grupos vulneráveis, que incluem meninas e mulheres, homens gays, profissionais do sexo, usuários de drogas e prisioneiros, que nem sempre têm acesso imediato a medidas preventivas e tratamentos.

Winnie Byanyima disse que ainda se desconhece a amplitude do impacto da pandemia de coronavírus no HIV, mas que a agência está vendo exemplos de transtornos.

"Estamos bastante receosos de que, quando todos os dados entrarem neste ano, possamos ver um pico de infecções novas, e que em alguns anos possamos ver mais mortes", disse Byanyima à Reuters nos bastidores de uma cúpula de saúde na noite de terça-feira.

Brasil registra 164 novas mortes por Covid e média móvel recua para 286

(Reuters) - O Brasil registrou nesta quarta-feira 164 novas mortes por Covid-19, o que elevou o total de vítimas fatais da doença no país a 608.235, informou o Ministério da Saúde.

Também foram contabilizados 14.661 novos casos de coronavírus, com o total de infecções confirmadas no país avançando para 21.835.785, acrescentou a pasta.

Em termos absolutos, o Brasil é o segundo país com maior número de óbitos pela doença, atrás somente dos Estados Unidos, e o terceiro em contagem de casos, abaixo de EUA e Índia.

O país, no entanto, tem registrado redução nos números da pandemia na média das últimas semanas, à medida que avança em sua campanha de vacinação contra a Covid-19.

A média móvel de mortes diárias nos últimos 14 dias ficou nesta quarta em 286, em comparação com pico de quase 3.000 em abril. Na véspera, a média estava em 301.

O governo federal ainda informou que há 192.287 pacientes de Covid-19 em acompanhamento no país.

Opas recomenda dose de reforço a quem recebeu CoronaVac e vacina da Sinopharm

BRASÍLIA (Reuters) - A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) recomendou nesta quarta-feira a aplicação de uma dose de reforço de uma vacina contra Covid-19 nas pessoas que receberam doses dos imunizantes CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, e da vacina fabricada pela farmacêutica chinesa Sinopharm.

Os dois imunizantes são produzidos com a tecnologia de vírus inativado. No Brasil, idosos e profissionais de saúde vacinados com a CoronaVac, vacina que deu a largada à campanha nacional de imunização contra a Covid no país, estão recebendo doses de reforço, prioritariamente com o imunizante da Pfizer, feita com a tecnologia de RNA mensageiro, desde que tenham completado seis meses após a segunda dose da CoronaVac.

O braço da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas disse que 46% da população da América Latina e Caribe está totalmente vacinada, e a maioria dos países já atingiu a meta de 40% de cobertura vacinal da OMS definida para o final do ano, acrescentando que as infecções e mortes por Covid-19 na região caíram pela oitava semana seguida, ao mesmo tempo que alertou que um alto percentual de internações hospitalares causadas pela doença são de pessoas que não se vacinaram.

"A desigualdade da vacina continua sendo a maior barreira para atingir nossas metas de cobertura", disse o diretor-assistente da Opas, Jarbas Barbosa, em um briefing.

Barbosa chamou de fake news a visão de que pessoas com coronavírus são imunes à Covid-19 e não precisam ser vacinadas. Ele citou um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) publicado na sexta-feira que descobriu que pessoas não vacinadas e que tenham previamente testado positivo para o coronavírus têm 5,49 vezes mais probabilidade de serem reinfectadas do que aquelas que foram totalmente vacinadas.

O presidente Jair Bolsonaro, que é cético em relação à vacina e já contraíu Covid-19 pelo menos uma vez, tem dito repetidamente que está imune e não precisa se vacinar.

"Isso não é verdade. Essa é uma notícia falsa", disse Barbosa. "A proteção oferecida pela doença natural não é suficiente, pois existem novas variantes da Covid, então as pessoas podem se infectar com as variantes", acrescentou.

Na América do Norte, todos os três países --México, Estados Unidos e Canadá-- registraram queda nos casos e mortes semanais e há uma queda notável nas hospitalizações nos EUA e no Canadá, disse a Opas, que também apontou quedas similares nas Américas Central e do Sul.

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1 comentário

  • Hamilton Carlos Guimaraes

    CADÊ A CARNE BOVINA BARATA DO BOI QUE NÃO FOI EXPORTADO ?

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