Maior aderência e persistência do Mancozeb na planta garante melhores resultados no controle da ferrugem e reduz resistência dos fungos

Publicado em 31/08/2015 16:20
Maior aderência e persistência do Mancozeb na planta garante melhores resultados no controle da ferrugem e ajuda a reduzir a resistência dos fungos aos produtos tradicionais

Uma pesquisa realiza a três safras tem mostrado à eficiência dos fungicidas protetores no combate a ferrugem asiática. Por possuir uma ação multissitio, os protetores, como Unizeb Gold da UPL, reduz as chances de resistência ao fungo.

Esses produtos devem ser utilizados em conjunto com produtos sistêmicos que possuem princípios ativos como estrubirulina, triazois e carboxamidas, potencializando a ação dos curativos e garantindo um aumento de produtividade de até cinco sacas por hectare no caso da soja.

"É um fungicida protetor, por tanto ele não penetra nos tecidos da planta, por outro lado ele consegue inibir a germinação dos esporos da ferrugem", explica a pesquisadora do Instituto Biológico de Campinas, Silvana Furlan.

Um dos grandes diferenciais do produto desenvolvido pela UPL, é que devido a sua formulação ele possui maior aderência a planta, permitindo que o produto permaneça na camada folhear mesmo após um período chuvoso. Dessa forma, é essencial que a aplicação "seja feita de forma preventiva, ou seja, antes do fungo estar presente na planta", destaca a pesquisadora.

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Por:
Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte:
Notícias Agrícolas

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1 comentário

  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

    Isto me leva a pensar que os demais fungicidas com princípios semelhantes não perderam sua capacidade mas sim devemos ter falhas no processo de aplicação...aplicar fungicida de forma certa exige qualidade na operação e como conheço o meio tenho muitas dúvidas sobre esta qualidade...pois não atirar polenta pra cachorro...

    Faço aqui mais uma vez a pergunta aos ESPECIALISTAS...em vez de fazer refugio seria mais facil reproduzir insetos sem resistência em laboratório e solta-los nas lavouras para se reproduzirem com os resistentes existentes!!!!quem sabe algum ista se habilita..

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      Pensando com meus botões, porque ninguém pergunta se a falta de eficiência dos fungicidas não seria por causa de problemas nas formulações? Deliberados ou não. Sempre um fungicida mais barato perde a eficiência e temos que usar um mais caro. Porque quando misturamos Unizeb ele ressuscita fungicidas condenados?

      Ontem fizeram uma reunião em Brasilia e pediram a Casa Civil agilidade no registro de novos fungicidas, pois os atuais estão perdendo a poder curativo. Ué, mas até semana passada diziam que não tinha nenhuma nova molécula de fungicida para ferrugem da

      soja até 2030? Parece que tem sim, e muito antes. Mais uma prova que a desculpa de proibir a soja safrinha para salvar os fungicidas é apenas papo de sementeiro. Para informar; a semente de soja mais barata aqui, RR1 , sem tratamento, custa R$3,60 por kilo. Intacta ao redor de R$ 10,00 por kilo.

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Se tem dinheiro para financiar o MILHO SAFRINHA também tinha que ter dinheiro para financiar a SOJA SAFRINHA, ou libera os dois cultivos ou inclui o MILHO SAFRINHA no VAZIO SANITARIO, pois ele também ta se tornando um problema para o plantio de VERAO....

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Lenadro..enquanto deixarem na APROSJA Brasil gente incompetente e ligada aos produtores de sementes os produtores de soja serão engessados de todas as formas para não produzir sua semente e soja e a safrinha...

      Outra coisa..enquanto derem ouvido a técnicos do MAPA..entra aí o tal Guerra do MT que ´só sabem rolar os PEPINOS para o produtor e nada resolvem..só legislam e de forma errada e tendenciosa...e enquanto só derem ouvidos a fitopatologistas que só enxergam problema em tudo e que para eles para não dar problema é só não plantar e superestimam os problemas o produtor continuará sujeito a ENGESSAMENTO de todos os lados...

      Um pouco de praticidade...simplicidade..menos ISTAS(especialistas) e mais cálculos de custos e resultado é que deveria ser levado em conta..outra livrem-se de lideranças do MT na aprosoja..pois é muita nhe..nhe..nhe mas não sabem se impor nada..

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      Porque ninguém fala sobre o uso repetitivo de glifosato, causando plantas resistentes? Por que ninguém fala do uso repetitivo de neonicotinoides para controle de percevejos? Por que ninguém fala do tamanho da área de refúgio para soja RR2? Sobre este assunto até proibiram pesquisador de dar entrevistas lá no MT.

      A verdade é que tentam de toda maneira barrar a produção de semente própria. Fungicida é desculpa. Por aqui pudemos ver quais são os que funcionam bem. No verão, que a pressão de doença é baixa, todos funcionam bem. Agora na safrinha, com alta pressão, os melhores saltam aos olhos. Os fungicidas não funcionam porque nunca prestaram. Para provar que o intuíto é barrar a soja safrinha, como vai ficar aquele produtor que planta milho verão ou feijão e depois quer plantar soja? Ele fará somente 03 aplicações contra ferrugem. Por que não falam em limitar o número de aplicações? Ou rotacionar fungicidas? Não querem proibir mesmo. Um fitopatologista famoso que defende o fim da soja safrinha, anos atrás emitiu parecer dizendo que a perda de metade da área foliar da soja, no enchimento de grãos, decorrente de queimadura por um certo fungicida , não afetaria a produtividade final. É verdade meu povo.

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