Douradina/MS já tem mais de 90% da área plantada e arranque inicial da nova safra traz boas perspectivas

Publicado em 24/10/2018 11:58 e atualizado em 24/10/2018 15:25
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Apesar das chuvas fortes dos últimos dias, não há perdas por conta do clima e janela ainda é confortável para conclusão dos trabalhos de campo. Com condições adequadas de clima, objetivo é superar a média de produtividade da região, que varia de 70 a 80 sacas por hectare.
Cláudio Pradela - Presidente do Sindicato Rural de Douradina/MS

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Entrevista com Cláudio Pradela - Presidente do Sindicato Rural de Douradina/MS sobre o Acompanhamento de Safra da Soja

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Os produtores rurais já estão finalizando o cultivo da safra 2018/19 da soja na região de Douradina/MS. Até o momento, cerca de 90% das áreas já foram plantadas com a cultura e o arranque inicial da planta traz boas perspectivas de produtividade.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural do município, Cláudio Pradella, as condições climáticas contribuíram muito para o avanço nos trabalhos de campo. “Se continuar assim as expectativas vão ser muito boas e podemos superar o índice de rendimento da safras anteriores”, comenta.

Para esta temporada, a expectativa é que a produtividade fique próxima de 70 a 80 sacas do grão por hectare. “Por enquanto está prometendo muito bem, se continuar assim as perspectivas são muito boas”, afirma.

As chuvas e ventos fortes dos últimos dias não comprometeram as áreas semeadas com as oleaginosas. “Isso não nos preocupou, pois estamos em uma época boa para o plantio e mesmo que atrasasse não iria prejudicar em nada”, conta.

Assim como em outras localidades, as negociações para a safra nova estão lentas e a média de preço está em torno de R$ 75,00 a saca. “Não podemos considerar esse valor um bom preço já que a planta ficou mais cara que o ano passado”, destaca.

No caso do milho, os produtores rurais estão preocupados com o recuo nas cotações que estão próximas de R$ 25,00 a saca nas cooperativas. “É um valor que deixa a margem de remuneração ao produtor muito apertada”, finaliza.

Por: Carla Mendes e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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