Momento pode ser de oportunidades para o agro brasileiro com trégua frágil entre China e EUA

Publicado em 04/12/2018 10:57 e atualizado em 04/12/2018 12:39
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Entrevista com Marcelo De Baco - Corretor de Mercado De Baco Corretora de Mercadorias sobre os Prêmios da soja
Marcelo De Baco - Corretor de Mercado De Baco Corretora de Mercadorias

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Entrevista com Marcelo De Baco - Corretor de Mercado De Baco Corretora de Mercadorias sobre os Prêmios da soja

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Em reunião do G-20, que ocorreu em Buenos Aires, na Argentina, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, entraram em um acordo para que haja uma trégua de três meses entre os dois países, de forma que as negociações continuem a acontecer.

Marcelo de Baco, corretor de mercado da De Baco Corretora de Mercadorias, destaca que o mercado vinha esperando por isso. Agora, deve-se olhar para onde o mercado chinês irá olhar e para onde essa onda vai migrar, já que os chineses não querem ser surpreendidos daqui a 90 dias.

O Brasil não tem uma política de acordo à comercialização, de forma que pode ser arriscado voltar os olhos para o país asiático neste momento. Baco destaca que há países como a Índia que podem vir a protagonizar uma mudança e uma abertura de um novo mercado.

Um caminho também é demonstrar que o Brasil é um país seguro. Da parte dos comercializadores, o ideal seria fixar posição de bolsa e depois fixar prêmio para se garantir nesse momento de interrogações para o mercado.

Entretanto, o fluxo de negócios continua a ocorrer. Existe um tempo que não pode ser desprezado pelo comprador. Só que é necessário ter cautela. Existem grandes áreas de produção no Rio Grande do Sul que já estão no quarto replantio. O estoque de soja no Brasil está zerado e o país deve precisar da oleaginosa também.

Por: Carla Mendes e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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