Mesmo com o fim do vazio sanitário em Cândido Mota (SP), calor e falta de chuvas fazem com que os produtores segurem o plantio da soja
Mesmo com o fim do vazio sanitário em Cândido Mota (SP), calor e falta de chuvas fazem com que os produtores segurem o plantio da soja
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Mesmo com a liberação do plantio da soja em Cândido Mota, em São Paulo, desde o dia 22 de setembro, as máquinas ainda estão paradas, segundo o produtor rural local, Antônio José Tondato. Ele explica que o motivo é a falta de chuvas e as altas temperaturas que não dão trégua no interior paulista.
De acordo com ele, nem quem utiliza irrigação nas operações está se arriscando no plantio. Isso porque o nível dos reservatórios de água estão baixos, e além disso, a temperatura do solo pode chegar nesta época até a 60°, podendo causar escaldadura ou tombamento nas plantas.
A previsão é de que chuvas mais volumosas caiam sobre o Município no dia 10 de outubro, e aí sim os produtores acelerem as máquinas e dêem início ao plantio. Entretanto, de acordo com Tondato, nesta data, costumeiramente se tem cerca de 30 a 35% das áreas já semeadas.
Este atraso preocupa não só pela questão da produtividade da soja, algo que os produtores precisam que seja boa este ano para voltar a ter capital, mas também pela possibilidade de atraso na janela de plantio do milho safrinha no ano que vem.
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