Soja: Demanda chinesa segue fora dos EUA e mercado não tem tração para sair das baixas
Demanda chinesa segue fora dos EUA e mercado não tem tração para sair das baixas
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Os preços da soja recuaram em Chicago nesta segunda-feira (29) diante da demanda ainda fraca pela soja dos Estados Unidos. As perdas entre os principais vencimentos foram de 2,50 a 3,50 pontos, com o janeiro sendo cotado US$ 10,29e o maio a US$ 10,59 por bushel.
Na visão do Head de Commodities da Granel Corretora, Gilberto Leal, com a China ainda fora das compras de soja nos EUA, o mercado segue sem tração para altas. Na visão do analista, apenas um acordo comercial entre EUA e China seria capaz de trazer as cotações para cima, o que ainda não se apresenta no horizonte.
Afinal, esta pressão se soma ao clima favorável aos trabalhos de campo no Brasil - embora ainda preocupando pontualmente nesta fase inicial de plantio - e também com a colheita se desenvolvendo bem e sem grandes percalços e seguem limitando o potencial de recomposição das cotações da oleaginosa na CBOT.
No Brasil, a pressão também ainda está presente, vinda de Chicago e também de contínuas baixas do dólar. O que segue equilibrando as cotações no mercado nacional ainda são os prêmios. A demanda pela soja brasileira é forte, mantém os prêmios positivos, porém, a preocupação agora está sob a comercialização da safra nova.
Acompanhe a análise completa de Gilberto Leal no vídeo acima.
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