Agronegócio atenção, temos problemas, por José Luiz Tejon Megido

Publicado em 23/06/2020 16:25 3439 exibições
Mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

Em paralelo a pandemia da Covid-19, em que as perspectivas apontam para o Brasil ter a retomada mais lenta, comparado com outros 90% dos países, teremos a crise da saúde ambiental. Acompanhamos as redes sociais do agro brasileiras e também as manifestações da mídia internacional. No The Economist uma matéria tratava de “how big beef and soya firms can stop deforestation”, sobre como as grandes corporações da carne e da soja podem parar com o desmatamento.

Agora, surgem abaixo assinados de consumidores europeus para não comprar do Brasil. E mesmo na China, o maior cliente do país, a mídia começa a trazer notícias negativas sobre a soja brasileira, como ocorreu no South China Morning Post, um jornal do Jack Ma, dono do big negócio de ecommerce Ali Baba.

Isso tudo fica agravado pelo corte e mudança de diálogo do Brasil com a China, o que preocupa a liderança das organizações privadas brasileiras, responsáveis pela agroindustrialização, logística e comércio internacional.

Assim como os astronautas da Apollo 13, em abril de 1970, que mandaram a mensagem para a Nasa na terra: “Houston we have had a problem”. Neste pós-Covid-19, que se inicia com a nova safra 2020 a ser colhida em 2021, podemos dizer: “agronegócio, nós temos um problema”.

Ações existem, como “Seja Legal com a Amazônia”; pecuarista legal não desmata quem desmata é o ilegal; temos a coalizão clima, floresta e agricultura; e mesmo o Conselho da Amazônia sob comando do vice-presidente Hamilton Mourão. Além de diversos movimentos como pecuária sustentável da Amazônia; núcleos de bem-estar animal; sustentabilidade e responsabilidade social; sem citar o código florestal, carecendo agora da implementação do PRA – Programa de Regularização Ambiental.

O grande drama é que não estamos conseguindo criar uma contenção no lado negativo da nossa imagem mundial. E, ao mesmo tempo, não estamos conseguindo eficácia na aplicação da lei, nos casos dos crimes ambientais. Precisamos de uma organização da comunicação brasileira do agronegócio numa coalizão das lideranças público e privadas, e precisamos parar com os auto-detratores e auto-predadores, numa Torre de Babel onde várias línguas se misturam e ninguém se acerta com ninguém.

E perante tudo isso, para não ficarmos na 171ª posição no mundo dos países mais lentos para a retomada econômica, nossa dependência do novo agronegócio é vital.

A Hora do Agronegócio, hora de uma equipe de crise público privada para dominar o tamanho do problema. Na percepção e na realidade.

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Fonte:
José Luiz Tejon Megido

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7 comentários

  • Vinicius caetano martin curitiba - PR

    E um sonho que se sonha isolado é apenas um sonho... quando se sonha na coletividade passa a ser uma realidade.

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  • Vinicius caetano martin curitiba - PR

    Se tem uma coisa que todos concordamos é que o produtor brasileiro vende mal o seu peixe...e as vezes peca em pequenas coisas...Rogério...que bom que você esta trazendo sua experiencia para este grupo...é preciso que nossos agricultores de todo país vejam o quanto esta evoluindo a agricultura...logo as empresas de maquinas agricolas estarão oferecendo todasa as opçoes para quem tem grandes propriedades...é uma nova revolução verde mas agora mais verde ainda...tudo é um processo de evolução...saimos de coletores catadores para cultivo com enxadas e arados a cavalo...depois vieram os agrotoxicos e fertilizantes quimicos que nos fartaram com sua grandes safras e agora temos este caminho do meio que integra o ser humano ao meio ambiente e nos faz ter muito mais lucro cuidando da natureza...parabéns a todos...tem espaço para todos...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. VINICIUS, dá para concluir que você é um entusiasta desse tipo de exploração rural. Por favor, nos conte suas experiências...

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    • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

      Falar das experiencias adquiridas durante 53 anos de vida pode demorar um pouco, mas para citar alguns fatos: eu ensinava alguns pequenos agricultores orgânicos a produzirem a calda sulfocalcica e entre eles havia um grande produtor rural,... naquela época eu também pensava que as técnicas da agricultura organica só serviriam para pequenas áreas..., acontece que este grande produtor estava com problemas de fungos no trigo e nenhum fungicida comercial estava controlando... ele me perguntou se poderia participar da aula para experimentar a sulfocalcica na lavoura dele... ele aprendeu a fazer a calda e usou em uma area grande de plantio e com um custo irrisório para a época ele eliminou o problema e veio me agradecer depois. Nesta mesma região um produtor de feijão usou um pó de rocha como protetor de contato no feijão e eliminou a adubação quimica, me chamou na propriedade pra eu ver o que estava acontecendo...a lavoura dele de feijão produzida desta forma estava lado a lado, separada apenas por um carreador sem barreira nenhuma, com uma lavoura de feijão convencional de seu vizinho que estava passando Tamaron... e as vaquinhas não passavam para a lavoura dele...ele colheu muito feijão e o vizinho ficou de queixo caido...e foram centenas de experiencias destas nestes anos todos ...então eu conheci a agroecologia...conheci as agroflorestas e por fim a agricultura sintropica...estive no Pará e vi de perto como abriam as áreas com retirada das arvores nobres...derrubada...fogo e sistematização de áreas imensas para plantio...aprendi que o fogo em algumas situações é necessário ...mas tudo que era feito era sempre com muita ansiedade e gana pela abertura de novas terras...e o modelo de ocupação que se adota e é necessário muitas vezes para garantir a soberania sobre nosso território ainda é altamente destrutivo e ineficaz como produtor de alimentos...pois se baseia em corte razo...se se ocuparem florestas utilizando os sistemas mais evoluidos podemos ter grandes produções...menos dependencia de insumos e ser realmente este grande produtor de alimentos saudáveis...não esta nas minhas mãos que não tenho grande extensão de terras mas nas de voces grandes proprietários...levem estas informações como um hobbie...alguma coisa que fazem para se divertir...ja vai ser suficiente para que este entusiasmo se instale...no mais eu penso que com os recursos de comunicação que temos hoje é inaceitavel que nós apenas nos deixemos levar pela midia corporativista das grandes empresas de insumos...que tem meus respeitos por que precisam proteger seus negocios...mas não são a única saida para o agricultor de grandes propriedades...e a prova disto é o que já esta acontecendo...arrisco dizer até que os grandes proprietários mais "antenados" já estão correndo atrás destas tecnologias faz tempo...e com certeza estão saindo na frente...não se trata de ser tecnologia de A,B ou C...se é bom para meu bolso e ainda me da um verdadeiro status de sustentável por que não fazer??Por preconceito???por que??

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  • Vinicius caetano martin curitiba - PR

    Boa noite a todos...fico muito feliz por todas as criticas e comentarios ...quero que saibam que todos os agricultores, sejam convencionais ou não convencionais, TEM O MEU RESPEITO... acima de tudo, repito fico muito feliz mesmo por vocês todos estarem aqui ...e que a gente consiga trazer um pouco de outros conhecimentos para que todos cresçam.

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  • Petter Zanotti Assis - SP

    Sr. Dejair, fez um bom resumo: ...temos lugar para todos nesse imenso Brasil! E certamente, tornar qualquer sistema produtivo uma obrigatoriedade é inconcebível e não nos levará a nenhum lugar! O sistema de produção mais largamente difundido aqui, de produção de commodities como soja e milho, longe de ser um agressor do meio ambiente é realizado com muita tecnologia e cuidado com o meio ambiente: utilizamos em larga escala no Brasil técnicas conservacionistas consagradas como plantio direto, mip, inoculação biológica e recentemente a adoção do controle biológico de pragas e doenças, além do sistema ilpf desenvolvido pela Embrapa. Isto por si só já demonstra nosso compromisso com a produção sustentável. O ponto levantado pelo Tejon diz respeito a um quesito que inegavelmente não damos a devida importância e que tem afetado nossas relações comerciais: a comunicação! Precisamos divulgar com mais propriedade nosso sistema produtivo, o quanto ele é sustentável, o uso racional de defensivos químicos comparando por exemplo com países europeus, nossos principais detratores, como preservamos nossos biomas através de leis e o status atual destes biomas, ou seja, precisamos de uma campanha publicitária abrangente e maciça nos meios de comunicação mostrando tudo isso, e como nossos alimentos produzidos são seguros. Enfim, uma revolução na comunicação!

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    • Vinicius caetano martin curitiba - PR

      Eu ja me retratei anteriormente e fui infeliz em afirmar que deve-se condicionar o credito agricola a fazer 1% da area pelo menos com agricultura sintropica... peço desculpas... não acredito que ninguém deva ser coagido a fazer o que não quer...

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    • Elton Szweryda Santos Hortolândia - SP

      Parabéns Vinicius por sua humildade exposta neste espaço, amplamente diverso de suas ideias..., aqui qualquer um de nós escreve o que dá na telha, porém a cobrança "vem a cavalo", assim dizia minha vó.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

    Excelente artigo.

    Mas, num primeiro momento fico a me questionar: Por que o produtor brasileiro não tem essa visão de "saber vender seu peixe"?

    Será que é porque as dificuldades criadas pelo corporativismo do estado, nos condiciona a tentar vencer todos os obstáculos produzidos pela burocracia e incompetência da gestão pública?; cito só a infraestrutura. Felizmente, o setor tem ganho várias batalhas, mas essa de "vender o peixe", penso, é uma que deve ser colocada em prática urgente pois, uma hora é barreira sanitária, outra é barreira econômica (cambio) e, assim vamos indo ... de tombo em tombo ...

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  • rogerio vian Mineiros - GO

    Boa noite amigos Vinícius, Elton, Rafael e Gilberto. Me chamo Rogério Vian, sou agricultor em Mineiros-GO. Sou produtor de soja, milho, sorgo, feijão, cana de açúcar e eucalipto. Há aproximadamente 7 anos criamos o Gaas (grupo associado de agricultura sustentável), sou o atual presidente. Éramos meia dúzia de agricultores há 7 anos atrás, hoje somos mais de 3 mil integrantes.

    Nosso modelo de agricultura leva em conta todos os modelos existentes (orgânico, biodinâmico, sintrópico, permacultura, convencional...). Leva em conta o uso de insumos regionais, como pó de rochas, fosfato natural, inundação biológica com bactérias, fungos e EMs produzidos na própria propriedade. Plantei 402 has de soja orgânica nessa safra e agora estou 250 has de sorgo e 150 has milho orgânicos na safrinha.

    Sao mais de 2,5 milhões de has nesse modelo de agricultura no Brasil atualmente. Somos o caminho do meio, amigos, nenhum extremo ganha nessa discussão.

    Vinícius, o sr. Ernst Gosth trabalha com a gente e estamos trazendo a sintropia para a agricultura em larga escala.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Rogério, eu gostaria de saber se além das Aprosojas Brasil e GO, se o grupo tem financiamento ou patrocinio de algum banco, ONG, se te ligações com alguma entidade ou grupo organizado. Pegunto isso por que é preciso um boa estrutura para produzir tudo isso que voce produz, a não ser que seja uma coisa familiar o que acredito não ser o caso pois um dos estusiastas dessas práticas falou em comercialização e tais... Essa agricultura sustentável que voces falam é sustentável economicamente? Ou é como tantos outros negócios financiados que com o tempo se tornam inviáveis?

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Outra pergunta, Ernst Gosth tem alguma ligação com o clube de Roma?

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Eu não sou contra esse projeto. Na minha opinião o Brasil é muito grande e variado, por exemplo: aqui na minha região a terra é comercializada na faixa de R$ 800 a 1000 sacas de soja por hectare, será que seria viável esse modelo de Agricultura em cima de uma terra tão cara? Qual agricultor estaria disposto a plantar eucalipto ou pinos em uma parte da área? Aqui nem a pecuária de corte (feita depois da soja) está sendo viável. Cada produtor rural tem que aplicar o que ele considera ser viável economicamente em sua região

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    • Guilherme Pedro Viero Formosa - GO

      https://www.solubio.agr.br/

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    • Guilherme Pedro Viero Formosa - GO

      https://www.koppert.com.br/

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    • Vinicius caetano martin curitiba - PR

      Concordo que cada situação merece uma atenção especial...mas grandes produtores de Goiás estão conseguindo reduzir seus custos com fertilizantes usando pó de rocha ...o que faz diminuirem os gastos com fungicidas e até diminuir as pulverizações de inseticidas pela maior resistencia das plantas ...barreiras vegetadas evitam as perdas de umidade e os cultivos biodiversos em linha provam ser mais seguros para o agricultor... mas tudo esta sendo feito agora e precisa adaptar a cada região...tem que ir atrás...

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  • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

    Eu, por varias vezes, tenho exposto minha opinião aos produtores neste meio de comunicação... o mito de produção em grandes propriedades mecanizadas dependente de agrotóxicos já caiu por terra. Centenas de agricultores estão experimentando as técnicas da agricultura sintropica, como a fazenda da Toca, por exemplo... Se houvesse por parte do governo um minimo de inteligência, proporia um programa de conversão de 1% das propriedades rurais para sintropica, como exigencia para ter acesso aos financiamentos de safra... só o efeito moral desta medida traria esta conversa para outro patamar, e os agricultores estariam, de fato, fazendo algo real para diminuir o impacto deste agronegócio pungente... mas pouco humilde e incapaz de observar este gargalo inaceitável de produção com uso de agrotóxicos. A não ser que mudemos a nossa matriz proteica animal para gafanhotos ...

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Se esse modelo de Agricultura que vc defende é tão atraente e rentável para o produtor rural, então ele não precisa ser obrigado (colocado guela abaixo).

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    • Gilberto Rossetto Brianorte - MT

      Vinicius ... peça prá tua turma começar a pagar o dobro ou o tripo por produtos organicos, aí nos migramos prá tua agricultura. Mas que esse dinheiro apareça para o produtor e não para atravessadores e supermercados. Estamos loucos para trabalhar menos e lucrar mais, especialmente sem mexer com qualquer remédio agricola (popularmente conhecido por agrotóxicos).

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    • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

      Olá Gilberto...cá estamos nós de novo em nossas considerações... nem esta pandemia e os gafanhotos fazem as pessoas pensarem se este modelo ainda funciona. Eu ...como sempre só estou trazendo mais informações ...adota quem quer...e quem tem adotado consegue ver que com um maior equilibrio nas propriedades o uso de insumos no minimo diminui...o que aumenta os ganhos...quanto as relações comerciais entre produtores e atravessadores e atacadistas os problemas são criados pelos proprios agricultores que investem em grandes monoculturas e ficam a mercê de entregar seus produtos as grandes corporações que por sua vez tem este poder nas mãos...se os produtores tivessem mais diversidade de cultivos não ficariam a ver navios na comercialização pois um produto compensa o outro. regrinha basica de economia rural...

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    • Elton Szweryda Santos Hortolândia - SP

      Fui criado no RS, gosto muito do estilo sulista, colonizador, desbravador, mas esse curitibano, o Vinicius, destroi o mito sulista..., está viajando na maionese..., se o mundo ou o Brasil dependesse de pessoas com esse pensamento ja teria acabado. Pra ele, a agricultura que fornece proteina vegetal pra bilhoes de pessoas, nao passa de uma horta de "bixo grilo" que mal atende uma pequena comunidade. E só mais uma coisa, esquerdista..., nós contratamos bilhoes em emprestimos e pagamos, tudo volta pro banco, seja ele publico ou privado. E estes bancos brigam pra ter nossa conta, por que será?

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    • dejair minotti jaboticabal - SP

      Excelente artigo Tejon, como sempre... Precisamos cuidar da sustentabilidade ao produzir, a geração que preocupa de onde vem o que consomem e como produz são os consumidores.... Vinicius, não podemos atirar pedras na cova de Norman Borlaug, pai da revolução verde que introduziu mudanças na agricultura na década de 60, sem as quais o numero de famintos e mortos por subnutrição teriam ou seriam muitos milhares.As grandes áreas hoje são semeadas com grãos commodities ou para geração de energia e combustíveis,o brasil que na década de 60 importava seus alimentos, hoje é exportador... Temos de 70 a 80 milhões de hectares degradados que devem dar lugar a lavoura ou introdução de pecuária e floresta ou lavoura, pecuária e floresta que não deixam de ser agricultura sintrópica ,agora cair para o lado de orgânicos é incompatível em grandes áreas.... O mundo quer milho,soja,óleos vegetais,café e frutíferas. olericolas e outros é para agricultura familiar que também é muito importante... Calma senhores, temos a maior área agricultável do mundo, com possibilidade de até 3 safras ano na mesma área, portanto tem lugar para todos.

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    • Petter Zanotti Assis - SP

      Sr. Dejair, fez um bom resumo: ...temos lugar para todos nesse imenso Brasil! E certamente, tornar qualquer sistema produtivo uma obrigatoriedade é inconcebível e não nos levará a nenhum lugar! O sistema de produção mais largamente difundido aqui, de produção de commodities como soja e milho, longe de ser um agressor do meio ambiente é realizado com muita tecnologia e cuidado com o meio ambiente: utilizamos em larga escala no Brasil técnicas conservacionistas consagradas como plantio direto, mip, inoculação biológica e recentemente a adoção do controle biológico de pragas e doenças, além do sistema ilpf desenvolvido pela Embrapa. Isto por si só já demonstra nosso compromisso com a produção sustentável. O ponto levantado pelo Tejon diz respeito a um quesito que inegavelmente não damos a devida importância e que tem afetado nossas relações comerciais: a comunicação! Precisamos divulgar com mais propriedade nosso sistema produtivo, o quanto ele é sustentável, o uso racional de defensivos químicos comparando por exemplo com países europeus, nossos principais detratores, como preservamos nossos biomas através de leis e o status atual destes biomas, ou seja, precisamos de uma campanha publicitária abrangente e maciça nos meios de comunicação mostrando tudo isso, e como nossos alimentos produzidos são seguros. Enfim, uma revolução na comunicação!

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    • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

      Boa gente brasileira... toda crise é uma oportunidade... a grande propriedade rural é um grande laboratório a céu aberto... exemplos já existem e estamos na era da informação... a receita melhor que esta eu não tenho para dar... os senhores tem a oportunidade, a terra, os implementos, os financiamentos, o credito da sociedade, as tecnologias boas de fato, a liberdade para fazer e a coragem dos bons exemplos de nossos antepassados... que abriram a ferro e fogo as fronteiras de nossa agricultura...mas se as amarras estão nos preconceitos, as chaves estão nas atitudes...

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