Clima extremo e errático cada vez mais frequente é grande desafio para o Agro, por Prof. Aluizio Borem
Costumávamos pensar em secas e inundações que aconteciam uma vez em uma geração. Agora eles estão acontecendo a cada poucos anos.
Por exemplo, o Cinturão do Milho enfrentou este ano a seca do milênio.
Quando se trata de agricultura, não existe um ano médio. Normal é uma construção artificial que criamos para explicar as diferenças entre as regiões, dizem muitos especialistas.
O clima que consideraríamos que é típico da região está ocorrendo com menor frequência e ocorrerá cada vez menos no futuro. Clima extremo é o novo normal.
Podemos esperar mais eventos de calor extremos, mais secas, mais geadas, mais granizos e também eventos de chuva mais intensas.
O clima mudou e continuará a mudar; não vai mais voltar como seu pai se lembra de 50 anos atrás.
O certo é que o clima está mais quente do que era: o oceano está mais quente e a atmosfera também está mais quente e isso muda tudo no clima.
Assim, o produtor deve estar preparado para grandes desafios com o clima daqui para frente. Estações meteorológicas na propriedade e seguros agrícolas também se tornarão cada vez mais parte essencial dos custos de produção.
Quer saber mais sobre nossas Agricultura Digital? Se inscreva e veja os vídeos da Playlist do Canal Agricultura A a Z: https://youtube.com/playlist?list=PLEdzQLRNlWLZ8cot1cF6tbbxaGLisZwyE
0 comentário
El Niño acende alerta para a navegação no Arco Norte
Silvicultura brasileira cresce, passa por modernização e se torna referência em produtividade e sustentabilidade em três décadas
Incertezas: como transformar riscos em oportunidades
Posicionamento da Aprosoja Brasil sobre o Plano Safra 2026/2027, o crédito rural e o endividamento do setor
Biofilia aplicada na agricultura, por Prof. Afonso Peche Filho
Rentabilidade desafia pecuária leiteira em cenário de custos elevados e clima instável