E se, por um instante de lucidez, quem sustenta o Brasil subisse a rampa do planalto?
O Brasil é sustentado por quem produz.
Mas é governado por quem nunca precisou produzir.
E essa conta não fecha mais.
O país não está quebrado. Está sendo mal conduzido.
Dois Brasis que não se conversam
Existe um Brasil que acorda cedo, assume risco, gera emprego e sustenta a economia.
E existe um Brasil que decide.
E esses dois Brasis não conversam mais.
O resultado é um país que vive um colapso silencioso.
Os sinais que ninguém pode ignorar
Juros que chegaram a 13,75 por cento ao ano, uma das maiores taxas do mundo.
Mais de 60 por cento do agro financiado pela iniciativa privada.
Custos de produção em alta.
Margens comprimidas.
Uma avalanche de recuperações judiciais no campo e na indústria.
Enquanto isso, campanhas se preparam para gastar seis bilhões nas eleições de 2026.
Algo está profundamente errado.
Um modelo que não fecha
Um país endividado aceita campanhas bilionárias
enquanto quem produz financia a própria sobrevivência.
Seguimos insistindo em ser celeiro.
Quando poderíamos ser protagonistas globais e nos tornar o supermercado do mundo.
Exportamos volume.
Importamos margem.
E mesmo assim, quem decide nunca viveu isso.
Nunca geriu uma empresa.
Nunca assumiu risco.
Nunca precisou fechar uma conta.
Nunca plantou um pé de alface.
E ainda assim decide o futuro de quem vive exatamente disso.
A pergunta que precisa ser feita
Quando surge alguém fora desse sistema, o discurso se repete:
não tem experiência política;
não tem máquina;
não vai dar certo.
Mas a pergunta correta é outra:
o que a política tradicional entregou até aqui?
Corrupção recorrente.
Dívida crescente.
Juros elevados.
Perda de poder de compra.
Máquina pública inchada.
Ambiente hostil para quem produz.
Dependência que não gera autonomia.
Um nome fora da lógica
Existe, porém, um nome fora dessa lógica.
Um produtor rural, empresário, psiquiatra e escritor reconhecido mundialmente, publicado em mais de 90 países, com mais de 50 milhões de livros vendidos.
Alguém que já gerava impacto antes de qualquer cargo.
Augusto Cury.
Entrega antes de discurso
Muito antes de qualquer debate político, ele já atuava de forma silenciosa:
projetos de prevenção ao suicídio;
apoio a dependentes químicos;
mais de 170 mil atendimentos em plataformas emocionais;
ações em escolas, presídios e comunidades;
Sem cargo.
Sem verba pública.
Sem obrigação institucional.
Não por mérito.
Por responsabilidade.
Uma escolha de postura
É justamente por isso que eu assumo a coordenação dessa caminhada por convicção.
Venho do ambiente da gestão, da construção de resultados.
E acredito que o Brasil pode mais.
Hoje somos 213,4 milhões de brasileiros.
E ainda assim, muitos desconhecem a força que têm.
Nenhuma estrutura é maior do que um país inteiro quando ele decide se posicionar.
Está na hora de tirar o Brasil da polarização, ano merecemos ser sequestrados por disputas que dividem famílias e transformam o que deveria ser convivência em conflito dentro de casa.
Precisamos sair dos ataques e avançar para o campo das propostas
Discutir, de fato projetos.
E devolver o Brasil para, de fato, quem é dele: o povo.
Augusto propõe a campanha mais barata, mais inteligente, mais propositiva e sem ataques pessoais.
O que está em jogo
O que está em jogo não é apenas política.
É postura.
Continuar assistindo ou participar.
Continuar reclamando ou assumir responsabilidade.
Toda mudança exige custo.
E quem não paga esse custo continua pagando o preço.
Se você produz, gera emprego e sustenta esse país, talvez tenha chegado a hora de fazer mais do que sustentar.
Talvez tenha chegado a hora de defender.
Enfim
O Brasil não precisa de heróis.
Precisa de pessoas dispostas a assumir o seu papel.
Porque o maior erro não é escolher errado.
É escolher não mudar.
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