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Jornalista e Publicitário

A relevância do bem estar animal

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O bem estar animal assume hoje no mundo uma proporção imensa vinculada a saúde humana …

As organizações querem apresentar os produtos utilizados para o seu processamento agroindustrial como sendo de origem natural, feito por famílias zelosas e cuidadosas no campo, e a produção animal gerenciada com elevadas preocupações de bem estar animal…

Grandes redes como Mc Donalds, Burger King, Subway e outras, já aboliram, por exemplo, a compra de produtos originados em sistemas de gaiolas, no caso as poedeiras de ovos…

A pesquisadora da PUC do Chile e da Universidade Federal de Santa Catarina, Dayane Lemos Teixeira, apresentou dados inéditos na conferência Feed News. Após ouvir 358 pessoas sobre a produção de ovos, as pesquisas revelaram por parte dos consumidores finais, quais informações os cidadãos e clientes gostariam de ter de uma granja de ovos ideal.

Os resultados apontaram:

1º Bem estar animal 32,6%

2º Naturalidade 15,6%

3º Qualidade do ovo e seu efeito no consumidor 21,5%

4º Higiene 13,4%

5º Produção 8,0 %

6º Ética 5,3%

7º Impacto ambiental 3,6 %

Acima de todos os fatores foi apresentado a preocupação com os bons tratos e o bem estar dos animais. Coisas para considerarmos em toda cadeia da proteína animal…

E daqui a pouco na cadeia vegetal também afinal, qualidade nutricional no vegetal, impactará diretamente a vida do animal. Por isso o pessoal dos fertilizantes e adubos já falam NPV – Nutrientes para a vida, muito além do lado exclusivamente agronômico de ser…

20 de abril de 2017 as 21:09

Show de super safra

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Show de super safra neste ano no Brasil. Saímos de 187 milhões de toneladas de grãos no ano passado para uma colheita de 227 milhões de toneladas neste ano…

Isso significa uma irrigação de renda pelo interior brasileiro, o novo Brasil, esse que cresceu imensamente nos últimos 30 anos e cresceu sobre o agronegócio 227 milhões de toneladas, a maior safra de toda a história brasileira, com uma soja atingindo quase o mesmo tamanho da soja americana, e o milho explodindo e pipocando, nessa invenção nacional chamada 2a safra…

E pasmem, tudo isso ocorrendo em meio a maior crise brasileira de toda história republicana… Isso significa que o brasileiro trabalha, empreende e supera, e dentro do agronegócio, uma atividade que não dá tempo para parar, o trabalho e a tecnologia aplicados, falam mais alto do que os governos poderiam imaginar.

Outra coisa, a inserção internacional… O agronegócio que cresce e a nível global. Hoje abastece o mercado interno  em torno de 70% em média, e alimenta quase 1 bilhão de pessoas no resto do mundo com o excedente exportável…

Outro ingrediente sensacional do povo brasileiro é a criatividade, a inovação, somos um povo que se vira…

Me recordo do inicio da soja, no Brasil, poucos acreditavam neste produto e hoje virou o item número 1 das exportações do país. Me lembro do início do plantio direto, uma revolução agronômica… também poucos acreditavam e hoje significa 80 % da prática existente, da mesma forma a 2a. Safra, chamada safrinha, no início era de poucos, hoje de muitos… E agora vem aí a outra revolução, a integração lavoura, pecuária e floresta.

227 milhões de toneladas, nada de ufanismo, apenas de realismo. Os desafios? Imensos no Pós porteira das fazendas e essa mega super safra vai evidenciar isso,o caos logístico, o terror burocrático, o desperdício esparramado pelas estradas e pela falta de estruturas de armazenagem, além do custo e de portos carentes de liberdade para evoluir, como o de Santos…também sempre negociado como manobra de jogos político partidários…

Parabéns agro brasileiro, 227 milhões de toneladas na safra. Em meio a tantas notícias desanimadoras, essa é real e esperançosa.

17 de abril de 2017 as 18:37

Experimente nosso açúcar, não há nada igual!

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Onde está o etanol? Cade o plano bioenergético nacional?

E o Ramo Sucroalcooleiro brasileiro, onde foi que se  meteu, o que aconteceu?

Quando houve crise do petróleo nos anos 70, criamos o pro álcool e como sempre, oriundo de alguns brasileiros heróis e guerreiros…

Passados alguns anos não gostamos mais do nome álcool, e resolvemos assumir o etanol… Grandiosa ilusão, como se mudando o nome, rebatizando o mesmo bebe, trouxéssemos novos horizontes e sonhos para a bioenergia brasileira… Fomos até os Estados Unidos e ameaçávamos invadir o mundo com o único e legítimo etanol da cana de açúcar…

No primeiro governo Lula, sob a batuta do Roberto Rodrigues, vivemos esperanças esperançosas….

Depois não sei bem porquê, se uma mistura de zona de conforto com sensação de sucesso assegurado, batalhas de egos e de IDS com falta de vigilância séria da cadeia agroprodutiva da cana de açúcar, mergulhamos no destempero errante da ausência de liderança…

E deu no que deu, uma sobrevivência muda, onde todos mudos não sabem fazer a mudança. E ainda mais, essa gigantesca e extraordinária cadeia agroprodutiva da sugarcane, ainda aceita calada os desaforos cotidianos e reverberados e amplificados numa guerra contra o açúcar, como se fosse essa benção deliciosa dos doces do mundo, presente em toda e qualquer cadeia agroprodutiva mundial. Um diabo, uma agronomia do inferno, responsável pelas doenças e desgraças da saúde humana…

A cadeia agroprodutiva da cana de açúcar aceita, e parece que enfraquecida e empobrecida pelo não saber lutar contra a ignorante incompetência do legado desgoverno Dilma, hoje vive de espasmos ainda guerreiros e heróicos de alguns. O bio diesel, o álcool batizado de etanol, as co gerações da eletricidade, e os avanços da química fina, além dos revolucionários carros que já estão por perto, onde álcool vira eletricidade…

Recebi uns sacos de açúcar cristal de um apaixonado sucroalcooleiro lá do Maranhão, o Izar do açúcar Maity, e junto com esses lindos saquinhos marrons, vinha um bilhete dizendo, “Experimente uma caipirinha com este açúcar…Não haverá nada igual. Tome o café com este açúcar, simplesmente a bebida dos deuses”, e assinava. Nada no mundo pode ser bom e gostoso, sem o melhor açúcar.

Caramba… uma voz que não se calou…

Viva o açúcar o nosso etanol, ou álcool mesmo… E está na hora das novas lideranças da cadeia agroprodutiva da cana de açúcar aparecerem neste Brasil… Um açucareiro tropical antes que as saúvas o exterminem…

Novo Censo Agropecuário

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O competentíssimo Paulo Rabelo de Castro, economista e atual dirigente maior do IBGE, quer fazer, e precisamos imensamente disso, o novo censo agropecuário.

O Brasil mudou, deixa de ser rural e vira urbano e eu chamaria os novos produtores agropecuários como produtores agrourbanos, além do antigo conceito do rural…

A tecnologia tomou conta, a interatividade com a mídia, a urbanização e qualidade de vida nas cidades, revelam a transformação gigantesca do interior do Brasil.

Se você não viajou ao Mato Grosso, Goiás, oeste da Bahia, Sul do Piauí, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Rondônia, áreas cearenses como Ubajara, todo Vale do São Francisco nos últimos 10 anos, precisa ir lá para conhecer…

Mas para a visão de estratégias, com maior índice de segurança e certezas, precisamos muito do novo censo agropecuário… Este que, de acordo últimas notícias, e dentro da crise econômica brasileira, parece que os recursos para esse censo não sairão.

A iniciativa privada mais o Governo e o IBGE deveriam sentar juntos e encontrar um meio para viabilizar essas informações. Não é possível criar e conceber estratégias, ou qualquer esboço de planejamento do agronegócio, sem o novo censo…

A mudança ocorrida no Brasil tem sido monumental, tanto no campo, quanto na integração campo cidade. De um país que já aponta ter apenas 9% de sua população considerada rural, para 2030…Viramos agrourbanos.

O IBGE precisa viabilizar o novo censo e que Paulo Rabelo de Castro crie caminhos inovadores para esse fim…

Cadeia produtiva unida, jamais será vencida

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E a delegação brasileira que foi tratar, ou retratar, as negociações da carne brasileira nos Estados Unidos e no México, retornou vitoriosa.

O Ex Ministro Francisco Turra esteve com uma missão para esclarecer os aspectos do que eu já diria, nossa superada crise da carne, pois os responsáveis técnicos dos nossos clientes internacionais, a partir dos esclarecimentos e da prontidão das ações do Ministério da Agricultura do Brasil, das embaixadas brasileiras e de entidades e pessoas como o próprio Francisco Turra, Presidente da ABPA, Associação Brasileira da Proteína Animal, já compreenderam ser o produto brasileiro saudável e seguro.

Francisco Turra me disse ” o mercado norte americano permanece firme”, ressaltou o trabalho da Embaixada e do Mapa no México, e acrescentou que a agenda foi extensa, avançaram os termos para a retomada dos embarques da carne de frango.

Também, nesta missão, o pessoal do arroz acompanhou… Existem ótimas perspectivas para a exportação do arroz brasileiro já a curto prazo, muito bom para os produtores brasileiros, o melhor arroz do mundo…

O importante nessa jornada, foi a integração de agentes. Foram a iniciativa privada, aliada com o governo, e quando essas alianças saudáveis ocorrem, poderíamos utilizar uma velha palavra de ordem das resistências, “a cadeia produtiva unida, jamais será vencida”.

E, genial a ideia de irem juntos a proteína animal e todo o negócio do arroz brasileiro, que precisa e deve sim, buscar atuar também nos mercados globalizados. Não há nada mais local, tudo virou global e todo global depende de qualidade local e comprometimento saudável.

A força do cooperativismoo

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As cooperativas no Brasil precisam assumir um papel muito mais percebido, atuante e inspiradores da sociedade brasileira como um todo…

Vivemos uma crise de credibilidade, liderança e falência de estruturas que nos trouxeram até aqui, mas que não nos levarão mais ao futuro… Modelos político partidários, entidades empresariais que se comprometeram com os sistemas públicos falidos, sindicatos ultrapassados e uma utopia da esquerda destruída.

As cooperativas no agronegócio representam metade de tudo o que é produzido no país, e cerca de 1 milhão de produtores rurais. Temos visto que, onde existe uma boa cooperativa com líderes íntegros, a qualidade de vida de toda a cidade e região é melhor.

O Diretor de Assuntos Sociais da ONU, Maxwell Haywood, esteve no Brasil e disse em alto e bom som…” as cooperativas precisam de mais ação. Deixar de ser tímidas e mostrar o seu potencial “.

Maxwell Haywood está na ONU há 25 anos, é natural da Ilha Caribenha de Saint Vicent, e lá na sua ilha ele afirma que 60 % da sua população está de alguma forma ligada a alguma cooperativa.

O Diretor de Assuntos Sociais da ONU ainda reforça e recomenda para as cooperativas brasileiras: se certifiquem de sua capacidade e levem ao grande público a informação do que está sendo feito no Brasil.

As cooperativas estão fazendo um grande trabalho no nosso país, mas não comunicam como deveriam e da forma como o responsável pela ONU salienta…

Dirigentes das cooperativas do Brasil, usem e abusem da nossa ajuda. Tudo o que envolve o agronegócio precisa doravante de muito mais do bom cooperativismo do que as cooperativas precisam do agronegócio….

O mundo mudou…

4 de abril de 2017 as 13:17

Cooperativismo, a sociedade consciente

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Em São Paulo hoje e amanhã acontece o Fórum das Cooperativas Agropecuárias, um evento da Informa Agro, no Hotel Maksoud Plaza.

Os temas são abrangentes e fundamentais neste momento de transformações globais. O cooperativismo no mundo inteiro envolve cerca de 1 bilhão de pessoas, uma base humana considerável…

No Brasil. a totalidade de pessoas conectadas a alguma cooperativa atinge cerca de 13 milhões de brasileiros, e as cooperativas agropecuárias contam com quase 1 milhão de produtores rurais, significam praticamente a metade de tudo o que é produzido no país, em alimentos, fibras, agroenergia , essências.

Temos cooperativas nas áreas  de agregação de valor, como carnes que competem com o estado da arte do melhor do mundo…

E cooperativas sendo agora estimuladas e formadas nas novas áreas do país, como Mato Grosso, com a presença da Aprosoja, no Oeste da Bahia, em Luis Eduardo Magalhães, com uma ótica na produção de sementes, por exemplo. Quer dizer, o cooperativismo não é apenas solução de micros e pequenos, representa a melhor e única formação possível de organização e orquestração das cadeias produtivas quando falamos de agronegócio.

Neste Fórum, os temas em debate envolvem a intercooperação, a gestão de cooperados, as marcas das cooperativas, a visão das cadeias produtivas e as mudanças estruturais na distribuição de insumos agrícolas no paí.

Numa época de crise de caráter, integridade, de falência da direita e das esquerdas, e num sindicalismo fora de moda, precisamos olhar e prestar muita atenção na opção cooperativista. Para mim, vital e fundamental não só para o agronegócio que irá ao futuro, como para a recomposição do melhor da cidadania brasileira e mundial.

O lado positivo da crise da carne

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Vale ao final desta semana comentar o lado positivo que a crise da carne trouxe para o Brasil. Além de ter prejudicada a imagem do país, em um dia, detonou um esforço considerável que colocou o Brasil no lugar de maior exportador de frangos do mundo, no 4º maior em suínos. Prejudicou cerca de 4 milhões de famílias envolvidas com aves e suínos no país.

Tudo isso em troca de corrupção, que envolveu a princípio 21 plantas frigoríficas em meio a 4.800 que existem. Sem dúvida, uma overdose imprópria, pois a diferença entre o remédio e o veneno estará sempre na dimensão da dosagem.

Mas, nessa guerra surgiram brasileiros corajosos que puxaram para si a briga, e sem medo, ficaram expostos ao país e ao mundo. Pessoas como o próprio Ministro da Agricultura, Blairo Maggi e o presidente da ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli.

E gostaria de salientar um líder que apareceu fortemente em meio a essa crise, não apenas com sua competência técnica e de conhecimento do setor, mas também com uma alma humana e carismática; um destaque na comunicação não apenas com as classes empresariais, mas falando com o povo de maneira honesta, íntegra e passando confiança de verdade. Se trata do gaúcho Francisco Turra. Ele chegou a estudar para se tornar padre, foi quase um jesuíta. Também foi ministro da agricultura no passado e hoje é o presidente da ABPA – Associação Brasileira da Proteína Animal, conjugando nessa entidade fundamentalmente a produção de aves e suínos.

Nas suas manifestações, Turra falou da necessidade de ponderação e de responsabilidade e reafirmou que a verdade sobre a produção da proteína animal brasileira será restabelecida. Conclama com parte da oração do Pai Nosso, onde pedimos para não cair em tentação, e declara: “Não caiam em tentações fáceis…”, ele quis dizer que na desgraça que significa a generalização simplória, barata e superficial. Ele pede: “… se atenham aos fatos concretos…”, e de novo conclama: “Falamos em nome de mais de 4 milhões de famílias envolvidas no país com aves, e suínos…”.

Assistimos algo que tanto estamos precisando no país, de um homem sério, íntegro e que ao mesmo tempo consegue chegar aos cérebros humanos através da palavra que toca o coração – a voz da alma.

Em uma de suas manifestações ele disse: “Vamos superar com muito trabalho as adversidades confiando, pelo bem do Brasil…”. Com certeza, o Brasil não será mais o mesmo depois de todas essas operações da Polícia Federal, e o agronegócio não será mais o mesmo depois da crise da carne. Estará mais unido, reunido e compreendendo a importância da gestão de precisão das cadeias produtivas e da revelação de vozes que sejam capazes, mas que sejam também talentosas na confiança de como suas vozes ecoam, e surfam as ondas de todas as mídias.

Parabéns ao Francisco Turra, uma voz que cresceu em meio ao caos da crise que já está passando.

Quem é quem na guerra da carne?

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Enquanto o sistema da carne no Brasil sofre com o escândalo da corrupção, que virou injustamente uma bomba contra a segurança do produto brasileiro …

Fico com uma dúvida superior…

O Ministro da Justiça Osmar José Serraglio é citado nas escutas da Operação Carne Fraca…. Por outro lado, recentemente a Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal pedia a substituição do Diretor da Corporação, o delegado Leandro Daiello, que foi mantido no cargo, pelo Ministro da Justiça, agora mencionado nas escutas da operação.

Coisa muito esquisita… Fico aqui com a pulga atrás da orelha, ou melhor, com uma mosca de chifre rondando e zumbindo nas orelhas dos bovinos que me estimulam a inferir… Lei das inferências que poderia existir, tem muito mais coisa podre por trás do caso da carne fraca do que os santos bois, suínos, frangos e seus produtores rurais poderiam imaginar… Talvez nada a ver com a carne por si só…

Muito curioso que tenha sido tão mal comunicada essa Operação… Não creio na ignorância ou na ingenuidade dos agentes ao transformar papelão em embutido, ou ácido ascórbico em veneno…equivocadamente…Não se faz um erro desse tipo a toa, não se explode uma bomba atômica que arrasa milhões, para pegar somente 33 Fiscais acusados de corrupção e apenas 21 plantas frigorificas. Além de, acusar um, eu disse um Ex Superintendente do Ministério da Agricultura do Paraná, este que também havia sido indicado  a pedido do atual Ministro da Justiça antes de estar nesse cargo …

Muito pouco para tanta desgraça… Não é possível…

Será que a carne brasileira, que movimenta cerca de 40% do agronegócio do país, não está sendo apenas uma peça, e neste caso terrivelmente escolhida por todas as consequências advindas, na manobra de disputas de poder, de estratégias maquiavélicas na luta apocalíptica de interesses, onde o Brasil, o cidadão brasileiro,  e neste caso o produtor rural, terminam como os grandes prejudicados?

70 % dos delegados da Polícia Federal, segundo sua Associação, pediam  a troca do atual diretor e explode uma operação onde o próprio Ministro da justiça é citado, e isso tudo gerando imensa confusão, prejudicando até a própria positiva percepção de competência da Polícia Federal perante a nação. E agora, os próprios delegados da PF criticam a dita Operação.

Tudo muito estranho nessa Operação… Até porque tirou a Lava Jato do estrelato nestes dias, e com  consequências desastrosas. Essas que temos, em apenas uma semana 130 milhões  de dólares a menos no caixa do país, desemprego angustias, aflição, e uma festa para os concorrentes  e os detratores da proteína animal.

Talvez a Polícia Federal não estivesse falando de proteína animal tampouco sobre carne fraca… Até porque a carne do Brasil é forte, e a ciência comprova… Quem sabe não afirmo, mas me permitam imaginar e inferir… Se trate sim, de uma Operação de olho na carne fraca humana, na guerra das facções das forcas dos poderes nacionais…

Precisamos prestar atenção, muita atenção, pois o pior inimigo do mundo é o inimigo interno.

A carne brasileira é a forte e vai se recuperar já já!

Agrosuperação

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A redução das vendas no agronegócio já começou.

Demissões, insegurança de muitos funcionários que trabalham no sistema da carne, não só nos frigoríficos ou serviços, mas também nos fornecedores de insumos e de tecnologia para os produtores rurais.

Já vi as perspectivas de diminuição nas vendas de, por exemplo, sal mineral, nutrição bovina.

Produtores que acabaram de investir em tecnologias para melhorar o bem estar animal e a produtividade dos rebanhos são pegos numa tendência de queda de preços, o que muda totalmente os cenários de suas decisões recém tomadas.

No exterior, a mídia hoje totalmente conectada repercute a desconfiança do produto brasileiro, e já sabemos que o que é noticiado não existe na realidade, e sim o que vira percebido de tantas fagulhas e centelhas midiáticas…

E, agora o que fazer ? A nós.só nos resta a arte da superação.

Quem diria, quem poderia prever tal catástrofe no cenário do agronegócio de um dia para o outro… mas que na verdade já começou há muito tempo… Os acidentes tem efeitos imprevisíveis, mas suas causas são totalmente previsíveis, já estava lá, instalada a doença da corrupção por longos anos…

Fica aqui entretanto uma importante reflexão para todos nos brasileiros… Será que para prender justamente 1000 criminosos e corruptos da pior espécie, justifica-se destruir milhões de inocentes?

As demissões já começaram, a perda de receita inexorável também, para mim coloco de 15 a 20 % a menos na conta do setor de carnes neste ano são milhões de justos sendo injustiçados, e de inocentes sendo torturados…

Será esse o preço que o brasileiro, a maioria gigantesca dos brasileiros precisaremos pagar para o expurgo dos criminosos do poder ?

Uma bela questão para reflexão… Penso que precisamos sim punir, sem dó e nem piedade, criminosos que se escondem nos sistemas legalizados para vender o ilegal, porém, que isso seja feito sem que a vítima morra sempre, na perseguição do ladrão os cidadãos brasileiros …

A hora agora é de uma agrosuperação, pois o imprevisto já se fez visto, e agora só nos resta trabalhar e reconstruir….

Muito mal vai rolar sob a ponte, mas isso não pode nos fazer parar…