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Arquivo da categoria ‘marketing no agronegocio’

Portugal, uma agrossociedade

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Portugal, terra do pastel de Belém, ponto alto turístico e símbolo do agronegócio chamado setor agroalimentar. Este que tem crescido no país por conta do incentivo do governo, em Portugal as verbas para política agrícola comum tem previsão de crescimento em 2% para o próximo ano, reunindo mais de 43 bilhões de euros.

Uma novidade portuguesa que com certeza chama a atenção é que agora é possível abrir uma cooperativa em apenas um dia. O governo quer estimular o cooperativismo já que os pequenos produtores são a constante, e que basicamente, os produtos portugueses se caracterizam por pães, broas, doces, fulares, azeites, vinhos, uvas, como o vale das rosas, de extraordinária qualidade, frutas.

Este programa português é chamado de Cooperativa da Hora e está no projeto Simplex. Antes havia uma burocracia e custos, era necessário um certificado de admissibilidade mas, agora é possível abrir uma cooperativa instantaneamente, sem custos, e o registro comercial chega pela internet.

Discute-se muito em Portugal, da mesma forma como no Brasil, o futuro agroalimentar, a biotecnologia, o retorno do jovem ao campo, assim como demandas por crédito e apoio financeiro ao setor. Por exemplo, o fortíssimo segmento do vinho português está para receber uma ajuda de 65 milhões de euros para sua modernização, e  na mais antiga feira rural do país, no Ribatejo, em Santarém, discute-se a produção de cereais  e recebe 200 mil visitantes.

O novo agronegócio ou agroalimentar, como costumam chamar nesta terra, está cada vez mais para uma agrossociedade moderna, jovem, empreendedora e cooperativista do que em qualquer outro período da história.

12 de junho de 2017 as 12:59

Campeão mundial da preservação vegetal

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Na última reunião do Conselho do Agronegócio da FIESP, o tema debatido foi a questão territorial do país, e Evaristo de Miranda, diretor do Centro de Estudos do Território da Embrapa, apresentou dados e fatos importantes sobre a função da terra no Brasil.

Os dados do CAR, Cadastro Ambiental Rural, registraram mais de 4 milhões de propriedades rurais ativas no país e numa comparação com países que tem mais de 2 milhões de quilômetros, países grandes, o Brasil é o campeão mundial da preservação vegetal.

Temos cerca de 30% do território brasileiro preservado com unidades de preservação e terras indígenas, e ao comparar com grandes países como China, Rússia, Estados Unidos, Argentina, Austrália, os mesmos possuem menos de 10% de área preservada, ou seja, o Brasil já preserva legalmente três vezes mais do que outros grandes, e isso ainda sem contar as reservas legais. E, ao somar as reservas legais e APPs, são exatamente os produtores rurais os maiores protetores da vegetação nativa do país.

São fatos que desmontam mitos, e os mesmos estão disponíveis na Embrapa Território em Campinas, Monitoramento por Satélite.

Ao participar de reuniões importantes como estas do Conselho do Agronegócio da FIESP, fica clara a necessidade que o setor do agronegócio tem de transmitir a sua comunicação com a sociedade urbana como um todo.

Existem muitas vozes falando ao mesmo tempo e sem uma priorização de temas que precisam ser enfrentados pelo segmento, e para isso, precisam e devem ser levados a toda a população urbana, num diálogo persistente e intenso educativo e conscientizador.

Precisa ser montada uma central de gestão de crises, equipada e preparada pelo setor do agribusiness, que tem mantido o país de pé, crescendo no ano passado quase 5% sobre o ano anterior, num país que caiu mais de 3%, movimentando mais de 1.4 trilhão e assegurando um superávit do país em mais de 71 bilhões de dólares.

O problema central do agronegócio do país está na clarificação de uma liderança e de um Comitê Central de Gestão de Crises, pois sem a priorização dos problemas e seu enfrentamento não faremos logística, não resolveremos os dramas da infra estrutura, não teremos seguro rural, nem planejamento agropecuário, e muito menos saberemos transformar as nossas realidades positivas em percepções de valor.

7 de junho de 2017 as 11:11

Tendências do negócio de alimentos nos próximos cinco anos

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Você sabe como será o negócio de alimentos nos próximos 5 anos?

Com a mesma tecnologia que podemos vivenciar hoje na área da saúde. O campo vai ser digitalizado assim como um médico já atua com os equipamentos modernos, como por exemplo, na cirurgia robótica, que é de total precisão. Ou então, um diagnóstico de câncer de mama perfeito dentre as mais de 800 variações genéticas da doença, e cada uma delas com variações de protocolos.

Da mesma forma, a ciência e tecnologia já estão em andamento e sendo produzidas no mundo e no Brasil.

A IBM relatou trabalhos já realizados na Califórnia. Um deles, por exemplo, foi executado nas vindimas, onde sistemas cognitivos de computação diminuíram em 20% o consumo da água na irrigação e ampliaram em 23% a produtividade das uvas.

O tamanho da informação gerada no mundo dobra a cada um ano e meio, e na agropecuária, assim como na saúde, o mundo digital chega para olhar micro. Micro detalhes, nano detalhes, através de imagens para poderem avaliar áreas com infestações de doenças e em diversos estágios.

É possível avaliar também falhas de plantio no stand das sementes, ou nas coberturas inadequadas de fertilizantes, além de proporcionarem uma oferta de decisões sobre logística, armazenamento e perspectivas de mercado para cada cultura.

Imagine um robô com quem o produtor rural vai interagir e conversar perguntando se deveria plantar mais milho ou soja na próxima safra, qual o dia ideal pra iniciar a colheita.

No programa de TV “Jeopardy!” (atualmente exibido pela CBS Television Distribuition nos EUA) um computador chamado Watson interage com o apresentador e responde às perguntas feitas da mesma forma que os humanos.

Então, o alimento será produzido num futuro muito próximo com a gestão e a aplicação do Big Data e dos computadores e robôs que aumentam a nossa inteligência humana.

E serve aqui para os jovens em busca de carreira: pensem na ciência do Big Data no agronegócio. Será o maior campo a ser colhido nos próximos anos.
A gestão do produtor do futuro que já começou.

Café incolor

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Vem ai o café transparente…

Você já imaginou um café incolor? Uma empresa britânica desenvolveu o produto e chama Clear Coffee.

Feito do café Arábica e com água, a empresa britânica não divulga o segredo dessa magia e os inventores dessa café transparente são dois eslovacos que dizem que acabaram com as reclamações do café manchar roupas, dentes, etc..

Mas pergunto aqui entre nós brasileiros, será que teremos o mesmo prazer sensorial tomando um café sem cor? Será que a eliminação desse angulo da sensorialidade poderá ser bem recebida pelos nossos neurônios responsáveis pelo sentimento do prazer?

Como se bebêssemos então um vinho amarelo, cor de suco de laranja? Uma fanta vinho? Ou então se experimentássemos um whisky preto ou um leite cinza… imaginem!

O produto está sendo vendido por 30 reais uma garrafinha de 200 ml e principalmente como café gelado. Por enquanto só tem na Inglaterra e Estados Unidos e os fabricantes asseguram não usar corantes, conservantes e nem açúcar.

Mudança no consumo

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Você já ouviu falar da comida Kosher Judaica e da Halal Muçulmana?

O que se observa no mundo é um crescimento da demanda desses produtos que são originados e processados sob essa ética filosófica religiosa judaica. E o curioso é que esse aumento de consumo é dado por consumidores não judeus e não muçulmanos….

Nos Estados Unidos os dados revelam que apenas 8% do alimento Kosher, são consumidos pela população judaica, ou seja 92% de consumidores representa a população não adepta desta filosofia religiosa.

Segundo analistas especializados na interpretação das preferências dos consumidores, isso se deve a uma percepção de qualidade, de procedimentos de bem estar animal, de confiança e segurança no processo de produção de toda a cadeias produtiva dos alimentos Kosher…

Da mesma forma, a Câmara Árabe Brasileira sobre os alimentos Halal, registra que temos 90 % dos frigoríficos brasileiros certificados para a exportação de carne aos países muçulmanos, e com um potencial gigantesco pela frente.

Somos os maiores exportadores mas atendemos ainda apenas 20 % da população islâmica do mundo, que chega a quase 2 bilhões de pessoas.

No segmento Kosher, da mesma forma, analistas consideram que o Brasil sub explora esse mega segmento, onde poderíamos buscar negócios em produtos de valor agregado indo vender produtos em porções, e industrializados e não apenas commodities.

Ou seja, tanto o Halal, com um mercado de cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo, quanto o Kosher, consumido cada vez mais por não judeus, temos oportunidades significativas de agregação de valor e de expansão de negócios.

E em ambos os casos, procedimentos de bem estar animal e saúde são exigidos e consumidores enxergam nisso confiança e segurança alimentar.

Experimente nosso açúcar, não há nada igual!

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Onde está o etanol? Cade o plano bioenergético nacional?

E o Ramo Sucroalcooleiro brasileiro, onde foi que se  meteu, o que aconteceu?

Quando houve crise do petróleo nos anos 70, criamos o pro álcool e como sempre, oriundo de alguns brasileiros heróis e guerreiros…

Passados alguns anos não gostamos mais do nome álcool, e resolvemos assumir o etanol… Grandiosa ilusão, como se mudando o nome, rebatizando o mesmo bebe, trouxéssemos novos horizontes e sonhos para a bioenergia brasileira… Fomos até os Estados Unidos e ameaçávamos invadir o mundo com o único e legítimo etanol da cana de açúcar…

No primeiro governo Lula, sob a batuta do Roberto Rodrigues, vivemos esperanças esperançosas….

Depois não sei bem porquê, se uma mistura de zona de conforto com sensação de sucesso assegurado, batalhas de egos e de IDS com falta de vigilância séria da cadeia agroprodutiva da cana de açúcar, mergulhamos no destempero errante da ausência de liderança…

E deu no que deu, uma sobrevivência muda, onde todos mudos não sabem fazer a mudança. E ainda mais, essa gigantesca e extraordinária cadeia agroprodutiva da sugarcane, ainda aceita calada os desaforos cotidianos e reverberados e amplificados numa guerra contra o açúcar, como se fosse essa benção deliciosa dos doces do mundo, presente em toda e qualquer cadeia agroprodutiva mundial. Um diabo, uma agronomia do inferno, responsável pelas doenças e desgraças da saúde humana…

A cadeia agroprodutiva da cana de açúcar aceita, e parece que enfraquecida e empobrecida pelo não saber lutar contra a ignorante incompetência do legado desgoverno Dilma, hoje vive de espasmos ainda guerreiros e heróicos de alguns. O bio diesel, o álcool batizado de etanol, as co gerações da eletricidade, e os avanços da química fina, além dos revolucionários carros que já estão por perto, onde álcool vira eletricidade…

Recebi uns sacos de açúcar cristal de um apaixonado sucroalcooleiro lá do Maranhão, o Izar do açúcar Maity, e junto com esses lindos saquinhos marrons, vinha um bilhete dizendo, “Experimente uma caipirinha com este açúcar…Não haverá nada igual. Tome o café com este açúcar, simplesmente a bebida dos deuses”, e assinava. Nada no mundo pode ser bom e gostoso, sem o melhor açúcar.

Caramba… uma voz que não se calou…

Viva o açúcar o nosso etanol, ou álcool mesmo… E está na hora das novas lideranças da cadeia agroprodutiva da cana de açúcar aparecerem neste Brasil… Um açucareiro tropical antes que as saúvas o exterminem…

Novo Censo Agropecuário

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O competentíssimo Paulo Rabelo de Castro, economista e atual dirigente maior do IBGE, quer fazer, e precisamos imensamente disso, o novo censo agropecuário.

O Brasil mudou, deixa de ser rural e vira urbano e eu chamaria os novos produtores agropecuários como produtores agrourbanos, além do antigo conceito do rural…

A tecnologia tomou conta, a interatividade com a mídia, a urbanização e qualidade de vida nas cidades, revelam a transformação gigantesca do interior do Brasil.

Se você não viajou ao Mato Grosso, Goiás, oeste da Bahia, Sul do Piauí, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Rondônia, áreas cearenses como Ubajara, todo Vale do São Francisco nos últimos 10 anos, precisa ir lá para conhecer…

Mas para a visão de estratégias, com maior índice de segurança e certezas, precisamos muito do novo censo agropecuário… Este que, de acordo últimas notícias, e dentro da crise econômica brasileira, parece que os recursos para esse censo não sairão.

A iniciativa privada mais o Governo e o IBGE deveriam sentar juntos e encontrar um meio para viabilizar essas informações. Não é possível criar e conceber estratégias, ou qualquer esboço de planejamento do agronegócio, sem o novo censo…

A mudança ocorrida no Brasil tem sido monumental, tanto no campo, quanto na integração campo cidade. De um país que já aponta ter apenas 9% de sua população considerada rural, para 2030…Viramos agrourbanos.

O IBGE precisa viabilizar o novo censo e que Paulo Rabelo de Castro crie caminhos inovadores para esse fim…

Cadeia produtiva unida, jamais será vencida

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E a delegação brasileira que foi tratar, ou retratar, as negociações da carne brasileira nos Estados Unidos e no México, retornou vitoriosa.

O Ex Ministro Francisco Turra esteve com uma missão para esclarecer os aspectos do que eu já diria, nossa superada crise da carne, pois os responsáveis técnicos dos nossos clientes internacionais, a partir dos esclarecimentos e da prontidão das ações do Ministério da Agricultura do Brasil, das embaixadas brasileiras e de entidades e pessoas como o próprio Francisco Turra, Presidente da ABPA, Associação Brasileira da Proteína Animal, já compreenderam ser o produto brasileiro saudável e seguro.

Francisco Turra me disse ” o mercado norte americano permanece firme”, ressaltou o trabalho da Embaixada e do Mapa no México, e acrescentou que a agenda foi extensa, avançaram os termos para a retomada dos embarques da carne de frango.

Também, nesta missão, o pessoal do arroz acompanhou… Existem ótimas perspectivas para a exportação do arroz brasileiro já a curto prazo, muito bom para os produtores brasileiros, o melhor arroz do mundo…

O importante nessa jornada, foi a integração de agentes. Foram a iniciativa privada, aliada com o governo, e quando essas alianças saudáveis ocorrem, poderíamos utilizar uma velha palavra de ordem das resistências, “a cadeia produtiva unida, jamais será vencida”.

E, genial a ideia de irem juntos a proteína animal e todo o negócio do arroz brasileiro, que precisa e deve sim, buscar atuar também nos mercados globalizados. Não há nada mais local, tudo virou global e todo global depende de qualidade local e comprometimento saudável.

Cooperativismo, a sociedade consciente

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Em São Paulo hoje e amanhã acontece o Fórum das Cooperativas Agropecuárias, um evento da Informa Agro, no Hotel Maksoud Plaza.

Os temas são abrangentes e fundamentais neste momento de transformações globais. O cooperativismo no mundo inteiro envolve cerca de 1 bilhão de pessoas, uma base humana considerável…

No Brasil. a totalidade de pessoas conectadas a alguma cooperativa atinge cerca de 13 milhões de brasileiros, e as cooperativas agropecuárias contam com quase 1 milhão de produtores rurais, significam praticamente a metade de tudo o que é produzido no país, em alimentos, fibras, agroenergia , essências.

Temos cooperativas nas áreas  de agregação de valor, como carnes que competem com o estado da arte do melhor do mundo…

E cooperativas sendo agora estimuladas e formadas nas novas áreas do país, como Mato Grosso, com a presença da Aprosoja, no Oeste da Bahia, em Luis Eduardo Magalhães, com uma ótica na produção de sementes, por exemplo. Quer dizer, o cooperativismo não é apenas solução de micros e pequenos, representa a melhor e única formação possível de organização e orquestração das cadeias produtivas quando falamos de agronegócio.

Neste Fórum, os temas em debate envolvem a intercooperação, a gestão de cooperados, as marcas das cooperativas, a visão das cadeias produtivas e as mudanças estruturais na distribuição de insumos agrícolas no paí.

Numa época de crise de caráter, integridade, de falência da direita e das esquerdas, e num sindicalismo fora de moda, precisamos olhar e prestar muita atenção na opção cooperativista. Para mim, vital e fundamental não só para o agronegócio que irá ao futuro, como para a recomposição do melhor da cidadania brasileira e mundial.

O lado positivo da crise da carne

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Vale ao final desta semana comentar o lado positivo que a crise da carne trouxe para o Brasil. Além de ter prejudicada a imagem do país, em um dia, detonou um esforço considerável que colocou o Brasil no lugar de maior exportador de frangos do mundo, no 4º maior em suínos. Prejudicou cerca de 4 milhões de famílias envolvidas com aves e suínos no país.

Tudo isso em troca de corrupção, que envolveu a princípio 21 plantas frigoríficas em meio a 4.800 que existem. Sem dúvida, uma overdose imprópria, pois a diferença entre o remédio e o veneno estará sempre na dimensão da dosagem.

Mas, nessa guerra surgiram brasileiros corajosos que puxaram para si a briga, e sem medo, ficaram expostos ao país e ao mundo. Pessoas como o próprio Ministro da Agricultura, Blairo Maggi e o presidente da ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli.

E gostaria de salientar um líder que apareceu fortemente em meio a essa crise, não apenas com sua competência técnica e de conhecimento do setor, mas também com uma alma humana e carismática; um destaque na comunicação não apenas com as classes empresariais, mas falando com o povo de maneira honesta, íntegra e passando confiança de verdade. Se trata do gaúcho Francisco Turra. Ele chegou a estudar para se tornar padre, foi quase um jesuíta. Também foi ministro da agricultura no passado e hoje é o presidente da ABPA – Associação Brasileira da Proteína Animal, conjugando nessa entidade fundamentalmente a produção de aves e suínos.

Nas suas manifestações, Turra falou da necessidade de ponderação e de responsabilidade e reafirmou que a verdade sobre a produção da proteína animal brasileira será restabelecida. Conclama com parte da oração do Pai Nosso, onde pedimos para não cair em tentação, e declara: “Não caiam em tentações fáceis…”, ele quis dizer que na desgraça que significa a generalização simplória, barata e superficial. Ele pede: “… se atenham aos fatos concretos…”, e de novo conclama: “Falamos em nome de mais de 4 milhões de famílias envolvidas no país com aves, e suínos…”.

Assistimos algo que tanto estamos precisando no país, de um homem sério, íntegro e que ao mesmo tempo consegue chegar aos cérebros humanos através da palavra que toca o coração – a voz da alma.

Em uma de suas manifestações ele disse: “Vamos superar com muito trabalho as adversidades confiando, pelo bem do Brasil…”. Com certeza, o Brasil não será mais o mesmo depois de todas essas operações da Polícia Federal, e o agronegócio não será mais o mesmo depois da crise da carne. Estará mais unido, reunido e compreendendo a importância da gestão de precisão das cadeias produtivas e da revelação de vozes que sejam capazes, mas que sejam também talentosas na confiança de como suas vozes ecoam, e surfam as ondas de todas as mídias.

Parabéns ao Francisco Turra, uma voz que cresceu em meio ao caos da crise que já está passando.