Fala Produtor

  • Geovani Salvetti Ubiratã - PR 08/10/2015 16:15

    Mais uma injustiça feita com o agricultor paranaense..., soja guacha no milho safrinha, nas beiras da BR e em patios de cooperativas sem tratamento, carregada de doenças, isso pode??... Quem perde não é só o agricultor paranaense mas todas as cidades, o comércio, a indústria do Estado, com mais esse corte de renda -- que era uma boa opção... Falavam tanto mal do Paraguai e hoje é o melhor país pra se trabalhar e viver..., lá se pode produzir sem empecilhos e tem mais segurança que o Brasil...

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    • Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR

      O que eles queriam? Que fungicidas funcionassem hoje da mesma maneira que funcionavam 10 anos atrás? Em nenhuma cultura isso acontece. As pragas e doenças vão ganhando resistencia e novos produtos vão sendo lançados. De que outra maneira os fabricantes de insumos iriam ganhar rios de dinheiro? Se a calda bordalesa funcionasse seria ótimo, mas não funciona. No final das contas é o judiciário que vai dizer se alguma agência tem o poder de proibir algum plantio de plantas lícitas. Parem de tentar justificar esta palhaçada. A razão de tudo isso é impedir a produção de sementes próprias, pois não tem como guardar semente boa se colher em fevereiro. Simplesmente se não tiver refrigeração ela não nasce em setembro. Não vai adiantar nada. Paraguai vai continuar plantando safrinha, os paranaenses vão plantar soja na última semana de dezembro numa pequena área para salvar sementes, produtores da minha região vão continuar a plantar soja dia 15/09 e colher no ínicio de janeiro, exportando esporos de ferrugem para o sul do Paraná, Santa Catarina, RGDS, etc... Estas áreas serão para a ferrugem como a soja safrinha é para nós, uma segunda chance do fungo. E os produtos vão funcionar sim.

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    • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR

      Existe mais um agravante nessa história. O Paraná colheu esse ano uma produção recorde de milho safrinha mesmo com a perda de área para a soja safrinha. Não foi diferente na região de Ubiratã-PR. Com a proibição da soja, o milho safrinha retornará com força, retomando a área que ocupava 2 ou 3 anos atrás. Se combinarmos a área plantada em 2013 com a produtividade obtida em 2015, não sei onde teremos secadores, silos e caminhões para tamanha produção. E os preços? Onde vão parar?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      CUIDADO QUE "OS XERIFES" DA ADAPAR VÃO SAIR À CAMPO !!!

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Geovani, vou emitir aqui uma opinião a respeito dos politicos, autoridades, representantes de entidades, grandes corporações, que são a oligarquia que manda no Estado. Começo dizendo que aqui, o desprezo pelo conhecimento é uma coisa monstruosa, e em sua ampla maioria, desses citados acima, possuem além do desprezo, uma inveja mortal daqueles que conhecem as coisas como realmente são, os que estudam, que sabem, e fazem tudo, desde a junção em grupos, em matilhas, prontos a isolar qualquer um que lhes desafie e contra os quais não possuem argumentos. Como gosto da lógica, da verdade, gostaria de assistir, nesse barafunda de discussões, a opinião de alguém como Ricardo Silveiro Balardin. Para falar a verdade, chega a ser aborrecido falar dos interesses oligopolisticos das grandes empresas nacionais e internacionais e sua simbiose com todos esses acima citados. Mais que ficar bem na fita, sabemos que rola um pixuleco, e esses lixos, os pixulequeiros são a elite social, politica e economica do Brasil. Os verdadeiros palpiterios, os que trocam todo o conhecimento, toda a verdade, por vantagens pessoais sem valor algum, por pura emulação.

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    • André Borsa Boa Esperança do iguaçu - PR

      Infelizmente mais uma derota pra nós produtores paranaense.Eu mesmo cheguei a produzir na safrinha passada em algumas áreas 50 sacas de soja por hectare.Certamente uma renda extra muito importante pra manter a propriedade que deixara de existir

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    • R L Guerrero Maringá - PR

      Vamos levar isso pra justiça? [email protected]

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 08/10/2015 16:09

    O IBGE não separa gado para corte do gado de leite, então a estatística não serve para avaliação de índices técnicos....

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  • dejair minotti jaboticabal - SP 08/10/2015 15:11

    As informações concedidas sobre o amendoim aqui no NA carecem de algumas considerações...

    O entrevistado repassou informações de preços relativos à safra 2014/2015, e não sobre a que esta sendo plantada agora..., também deu informações do preço do sistema no qual que ele participa e não do livre mercado... O preço no mercado, hoje, nas regiões produtoras alcançam até R$ 43,00 para um saco de amendoim em casca 25 kg padrão (padrão é um Runner de renda interna de 19 kg e tolerado até 1% de impureza, grãos soltos, preço de base óleo)..., então, na verdade, o amendoim hoje no mercado livre varia a um preço de de R$ 35 a R$ 38,00, ou de US$ 9,00 a US$ 10,00 ( que já era esse valor num dólar de R$ 3,00).

    Vemos então que não aconteceu nada no mercado além do estouro do dólar..., e como a situação econômica do Brasil deve demorar mais um pouco para se ajustar, o próximo ano em dólar deve ficar semelhante para o amendoim. Os custos de produção este ano devem ser maiores, então os produtores com margens menores terão fazer um bom gerenciamento de custo.

    O amendoim tem seu preço formatado pelo mercado externo, já o preço para óleo é mercado interno, sendo que o mercado interno é o pior deles, pois é pago em reais sem conversão e com concorrência desleal. Argentina e Estados Unidos acabaram de colher safras excelentes, os Estados Unidos carregam um estoque de passagem alto e possivelmente vai descarregar na China em torno de 1.000.000 de toneladas, o mundo esta produzindo 4.000.000 de toneladas a mais em relação 4 anos atrás. Deduz-se que não deve haver ganhos em dólar para nossa safra 2105/2016.

    O produtor brasileiro tem de ser mais participativo depois da sua colheita..., caso tenha que ser parceiro de empresas (por não haver viabilidade de retorno de investimento em pós colheita), deve se unir em associações de produtores e através até de consultoria discutir a formação de preço do parceiro comercializador..., o amendoim como matéria prima não agrega valor, portanto, caso seu parceiro não industrialize, e se industrializa ou não, seu crédito outorgado vai para ele e é usado como dinheiro (o preço de mercado não leva em consideração o crédito).

    Quanto à produtividade é difícil uma média de 500sc/alq ou 206 sc/ha -- isto é pontual --, se tudo correr bem, a média de 186sc/ha está de bom tamanho.

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    • Bruno Fernandes Modesto Homem Jaboticabal - SP

      Sabemos que esse valor (R$ 43) é no mercado Spot e está também no site do Ipea, mas sabemos que a maioria dos produtores não recebem esta cifra. O valor que mencioné é da safra passada sim, com fechamento até abril/2016. Quanto a produtividade, tem razão, mas a vários anos estamos atingindo este valor (500) senão mais. Os indicadores são sempre menores pois consideram produções de outras regiões. Finalizando, gostaria de dizer um outro fator impactante no custo de produção é o aumento do diesel tornando o preparo do solo oneroso, uma vez que vem do cultivo da cana onde o solo está adensado necessitando de um bom preparoteiro, uma vez que as vagens se desenvolveramo no solo.

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    • dejair minotti jaboticabal - SP

      Ficou melhor,que não recebem isto é correto e foi citado acima.Quando se declara opinião numa entrevista é para o mercado como um todo e não de um sistema fechado ao qual você deve participar. A média paga ao produtor pelo IEA deve estar em torno de R$35,00.Sucesso para você e família.

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    • Bruno Fernandes Modesto Homem Jaboticabal - SP

      Sabemos que esse valor (R$ 43) é no mercado Spot e é encontrado também no site do Ipea, mas a maioria dos produtores não recebem esta cifra. O valor que mencionei é da safra passada sim, com fechamento até abril/2016, é o valor de referência mais atual. Quanto à produtividade, tem razão, os indicadores são sempre menores por considerar produções de outras regiões com baixas produtividades, mas há vários anos estamos atingindo este valor (500) senão mais. Finalizando, gostaria de dizer outro fator impactante no custo de produção que é o aumento do combustível diesel tornando o preparo do solo oneroso, o cultivo da cana torna o solo mais adensado necessitando de um bom preparo, uma vez que as vagens se desenvolverão no solo.

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    • Bruno Fernandes Modesto Homem Jaboticabal - SP

      Mas eu fui entrevistado, fui questionado sobre como eu faço aqui, e não como se estivesse numa empresa com a preocupação de responder algo que poderia mudar o mundo rsrs..

      Obrigado pelas considerações.

      Abraço.

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    • Bruno Fernandes Modesto Homem Jaboticabal - SP

      Não escrevi nada de errado, mas sim posso ter deixado de mencionar algo e como não trabalho com os números a fundo do amendoim, neste sentido, obviamente não saberei dizer com exatidão. Portando, não errei mas sim não mencionei, pois na prática dominamos muito bem esta cultura.

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    • Bruno Fernandes Modesto Homem Jaboticabal - SP

      Desculpe a insistência, mas eu citei um valor pago pela saca de amendoim e deixei bem claro que sofrerão reajustes até o fechamento da safra, podendo atingir valores no patamar citado pelo Sr. Dejair Menotti.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 08/10/2015 08:03

    Vou parafrasear um marginal que se encontra atrás das grades, "renato duque": "QUE PAÍS É ESSE" ???

    Ontem circulou um artigo no estadão, cujo título "O nome disso é ditadura", onde cita o "Império do Crime" em que a Venezuela foi transformada. As instituições foram tomadas por companheiros bolivarianos e, os chefes do Estado são os Chefes da Máfia. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) no mais recente encontro da entidade, classificou a atual condição venezuelana como um "narcoestado real"

    Não devemos nos esquecer de que em 2005, o então presidente do Brasil, disse num discurso que a Venezuela tinha "Democracia em Excesso". O Brasil que esses petistas bolivarianos querem é o mesmo que a Venezuela?

    Já passou da hora da Policia Federal investigar esse FORO DE SÃO PAULO. Está aí a chave de todo o banditismo que o lulopetismo instituiu na América Latina e Caribe. ESTÁ TUDO DOMINADO !!

    Para encerrar, faço a pergunta:

    QUE PAÍS VOCÊ QUER DEIXAR PARA SEUS DESCENDENTES ???

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Hoje, como sempre, estou usando frases que conceituam comportamentos, logo vai uma máxima: "OS AUSENTES NUNCA TÊM RAZÃO" !!!

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR 08/10/2015 00:01

    Acabo de ver na TV o anúncio dos prêmios Nobel de medicina, de química e de física. A notícia foi acompanhada por uma reportagem feita no Japão sobre o porquê de o país ter levado 2 prêmios este ano (medicina e física) e 23 ao longo da história, sendo 20 nas áreas de ciências. A reportagem informou que, mesmo com a relativa estagnação da economia e a redução dos recursos para pesquisas por parte das grandes empresas, a produção científica está saindo das instituições de ensino e das pequenas empresas, mantendo uma tradição de alta qualidade e produtividade nas ciências. Enquanto isso, por aqui foi nomeado um ministro da ciência e tecnologia que nem graduação tem (o anterior também não tinha) e é dono de um bar chamado bar ganhas. Por que será que não temos nenhum prêmio Nobel? Por que será que estamos perdendo até para a Argentina na produção científica? (a propósito, a Argentina já tem 5 prêmios Nobel, estamos perdendo de 5 a 0),

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    • Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR

      Lembre que tivemos um presidente incensado pela mídia, pelos bilionários e pela intelectualidade que se vangloriava de nunca ter lido um livro na vida... quer melhor exemplo da importância que o Brasil dá ao conhecimento??

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Luiz vigano,esqueceste da atual presidente ,que leu livros mas nao sabe interpreta los. O ultimo deve ter sido " O tempo e o vento " .

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    • Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR

      A propósito caro Vilson, o filho de Veríssimo, o tal Luis Fernando Veríssimo, é um dos mais entusiastas defensores do lulopetismo... é só ler seus execráveis artigos publicados na mídia defendendo o governo Dilma e atacando os "golpistas"!!!

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  • Fernando Barbosa são Pedro da União - MG 07/10/2015 21:17

    João Batista, parabéns pelos esclarecimentos sobre hedge..., no caso do café (que não é uma commoditie) alguns produtores integram um sistema chamado de "fair trade", no qual compradores (geralmente da Europa) mantem um preço mínimo e também premio para garantir a subsistencia desses produtores (pequenos). Mas, mesmo com essa alternativa, nós, da cafeicultura, temos de enfrentar as dificuldades causadas pelo desvario de nossa política bolivariana... Ou seja, no campo, quem fica com as consequencias desse desastre geralmente são as cooperativas, que dependem do financiamento dos bancos para complemento de suas compras...

    João, vejo que o Pais precisa de um projeto de mercado e de um ajuste no controle das contas públicas. Acompanho sempre o Noticias Agrícolas e vejo tantas pessoas no FALA PRODUTOR, fazendo perguntas, outras trazendo respostas, mas todos perplexos com nossa realidade..., mas as informações fluem com muita rapidez, principalmente nas redes sociais, e o que fica são apenas fragmentos do momento. Se essas informações fossem usadas corretamente, com mais parcimonia e reflexão, nosso pais não estaria nessa situação, principalmente veriamos um crescimento da consciencia na hora de votar...

    Mesmo assim, parabéns pela publicação e pela sua insistencia em nos informar...

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  • Celio Porto Fernandes Filho Espírito Santo do Pinhal - SP 07/10/2015 20:46

    A sociedade brasileira está ansiosa pela retomada da governabilidade. Certamente não conta com a participação dessa quadrilha. O tunel se iluminou totalmente. Devemos escolher o caminho mais rapido. Desprezo é o que devemos ter com esses desqualificados. Veja o silencio do Dirceu. Vamos ocupar nossas leituras com coisas boas...

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR 07/10/2015 20:10

    Antes e durante a bolha de consumismo da era Dilma, o cidadão comum não tinha dinheiro, mas tinha crédito fácil e relativamente barato para os padrões do Brasil. Hoje, o mesmo cidadão, além de continuar sem dinheiro, está sem crédito, está endividado e a inflação está corroendo a parcela do seu salário reservado para o pagamento das dívidas. Isso na melhor das hipóteses, considerando que ele ainda mantém o seu emprego. Esse é o resultado da desastrosa política econômica da equipe de Dilma, chamada pomposamente de "nova matriz macroeconômica". No campo político, poderíamos chamar de "nova matriz moral e ética" a roubalheira institucionalizada no país. No campo diplomático, o mundo civilizado acaba de fechar o maior acordo comercial da história, o acordo transpacífico de cooperação comercial, do qual naturalmente o Brasil está de fora, pois esse acordo fere a "nova matriz diplomática" do Brasil que prefere se aproximar da esquerda latino americana e de ditaduras africanas.

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    • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR

      Ah! Já ia me esquecendo da "nova matriz tributária" que não mede esforços para esfolar o contribuinte até que ele se transforme em escravo do Estado. Parabéns presidenta Dilma e equipe pelas suas conquistas!

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    • Devanir Fachi Ubiratã - PR

      Muito bom texto Carlos Sekine. Mas esse é o plano do PT desde os anos 90. Deixar os brasileiros com inveja dos cubanos, bolivianos, venezuelanos, etc... Daqui alguns dias vão nos dizer o que comeremos.... Abraço Carlos.

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    • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR

      É mesmo Fachi. Tomara que não nos falte papel higiênico.

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    • João Alves da Fonseca Paracatu - MG

      Tem também a nova matriz de segurança(jurídica e pessoal),aquela que introduziram na cabeça das pessoas que o cidadão tem direito a tudo,sem precisar lutar por isto e trabalhar,veja prezado Carlos,aquele rapaz que foi morto após levar cuidadosamente a avó para retirar o dinheiro da aposentadoria e o delegado o que diz na entrevista( foi uma sequência de erros da vítima)...Isto não é só um absurdo ,é a prova cabal de perdemos esta guerra pros bandidos,sejam eles de colarinho branco ou não.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. João esta é a conclusão da 1ª fase para se chegar ao comunismo. A perda total dos parâmetros de direitos e deveres para conviver democraticamente. A 2ª fase vai ser quando acordarmos no dia seguinte e, concordarmos com os progressos sociais que esse governo lulopetista tem nos imposto de maneira sutil.

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  • FREDERICO DAVILA Buri - SP 07/10/2015 16:34

    É bom lembrar a todos os produtores de trigo que o preço do cereal hoje nos EUA (FOB) é R$ 735,00 (com dólar a R$ 3,86)..., estimando mais R$ 230,00/ton até Santos e mais um frete de R$ 50,00 de Santos para São Paulo, o trigo não chega por menos de R$ 1.015,00/ton nos moinhos. O produtor tem que guardar esse número na cabeça antes de negociar o seu trigo pelos valores que estão sendo oferecidos atualmente.

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    • Roberto Cadore Cruz Alta - RS

      Prezado Frederico Davila, tens informações dos nossos concorrentes sobre as cotações do trigo no Mercosul?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Frederico, está mais do que demonstrado que a força do produtor de trigo brasileiro ante a ABITRIGO não é eficiente. Não seria o caso de verificar quais são as linhas de crédito que as empresas obtêm junto ao governo federal, acho que está aí o "filão", pois o pãozinho ainda é visto como um mito de alimento dos pobres. Acho que o "compadrio" dos bancos oficiais, deve estar operando a passos largos nesta área. É questão de analisar, pois alguma coisa que nós não temos conhecimento está ocorrendo e, eles não querem que saibamos.

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  • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT 07/10/2015 15:33

    Nesta questão do refúgio no cultivo de plantas transgênicas Bt, de um lado está a Academia, de outro as empresas detentoras da tecnologia e intermediando o "entrevero" está o MAPA --, mas quem realmente vai "pagar o pato" é o produtor rural. E pode estar em risco o futuro do agronegócio. Vou fazer uma breve introdução e colocar, para abrir o debate, a minha opinião (que é a opinião de produtor rural com algum conhecimento de causa):

    O plantio comercial de plantas transgênicas no mundo tem mais de vinte anos. No Brasil legalmente data de 2006, sendo que a Resolução Normativa (RN nº4 do CTNBio) é de 16 de agosto de 2007 que trata da coexistência ou isolamento entre cultivos (distância mínima entre cultivo transgênico do não transgênico ou convencional). Já o cultivo de plantas transgênicas Bt (controle de pragas) no Brasil data de 2007/08 e não possui Resolução.

    Portanto a coexistência é norma (Lei) e vale para isolamento de qualquer cultivo transgênico de convencional.

    Já o refúgio (área de cultivo de plantas não Bt) tem o intuito de garantir a multiplicação de insetos sem risco de resistência à tecnologia Bt.. O refúgio não possui norma é uma recomendação (nunca seguida) e varia de 5 a 20% da área cultivada com transgênico Bt cultivada com plantas isogênicas não Bt., e a uma distância não superior a 800 metros. A função do refúgio é diminuir a pressão de seleção de pragas resistentes à tecnologia Bt..

    Há consenso em transformar o refúgio em norma (lei). A discussão está no tamanho da área de refúgio. A Academia (pesquisadores) sugerem 50% da área, as empresas em até 20%, e a celeuma está posta.

    No meu ponto de vista, o foco não está no tamanho da área, mas na forma e manejo que se dará a esta área.

    Na sugestão da academia, se um produtor for plantar 100 hectares de (soja, milho ou algodão), poderia plantar no máximo 50 hectares com Bt e no mínimo 50 hectares de não Bt isogênicas isto é, plantas de mesmo porte e ciclo da Bt. As pragas controladas pela tecnologia são polífagas, isto é, possuem vários hospedeiros inclusive plantas daninhas, portanto a pressão de seleção é significativamente menor.

    Por outro lado, também influencia na pressão de seleção: - A concentração de proteína na planta (técnica de transferência do gene); O tipo de proteína e combinações de proteína. Portanto um padrão fixo e de 50% cheira mais a xenofobia do que ciência. Precisamos urgentemente e agora é o momento discutir um padrão de qualidade para a tecnologia bt, um preço "justo" pela tecnologia que ela oferece na prática não pela expectativa, destinando parte dos "royalties" para um fundo que atestaria sua qualidade, funcionalidade e eficácia.

    Na minha opinião quem tem que definir o tamanho da área de refúgio tem que ser a empresa detentora da tecnologia, uma vez que é ela, em última instancia a responsável pela garantia de funcionamento.

    Se o MAPA definir uma área, pode estar em risco o futuro da transgenia e do agronegócio no Brasil. Não podemos esquecer que o MAPA faz as resoluções ou portarias gerais, valendo para o Brasil todo. Os Estados via suas secretarias podem ser mais restritivos, nunca mais liberais que o órgão federal. E por sua vez, o municipal pode ser mais restritivo que o estadual. Estas atribuições dos órgãos executivos tem força de lei, mas não precisam passar pelos respectivos legislativos.

    No caso específico do Mato Grosso, a comissão de defesa sanitária vegetal já sinalizou com área de 50%. Quem fiscalizará as áreas de refúgio bem como o Vazio sanitário deverá ser o INDEA em convênio com o MAPA. Mas como a maioria das prefeituras possuem secretarias de agricultura e ambientais, em breve deverá haver convênios destas estruturas municipais com o INDEA. Pois bem, isto quer dizer que municípios poderão através de portarias ou resoluções municipais, aumentar estas áreas.

    Agora imagine um prefeito ou um secretário de agricultura municipal, ache que em seu município, esta área deverá ser maior (60%, 70% ou 100%). É possível? passaria a ser possível. Em outras palavras, o MAPA e as estruturas de fiscalização estaduais e municipais, poderão em curto espaço de tempo, fazer o que a Marina Silva não conseguiu no Congresso: Áreas livres de transgênicos.

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  • mauro camacho sanches Catalão - GO 07/10/2015 12:29

    Os consultores do rabobank previram um dolar a R$ 3.65???, agora tambem estao ensinando como o pessoal do agronegocio deve fazer a sucessão... se os escutarmos não haverá sucessão...

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  • Marcelo Zarvos Linhares São Paulo - SP 07/10/2015 10:10

    Fotos de verdadeiros heróis que trabalham 24h por dia, que não perdem tempo com a politicagem canalha e barata que tomou conta desde país.

    Essa turma nos enche de orgulho. Que seria do Brasil sem eles?

    Parabéns a todos produtores rurais ...!!!

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  • Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT 06/10/2015 18:16

    Há controvérsias. O FMI está muito bonzinho e a "falha de São Paulo" como sempre procurando dourar a pílula para o governo, uma vez que em seu "gráfico" o Brasil aparece em oitavo com 1,9 trilhões de dólares, enquanto o FMI estima em 1,8 trilhões de dólares. Oras, não precisamos ser economista para fazer essa conta. Se o PIB brasileiro do ano passado foi de 5,5 trilhões de reais, as previsões do próprio FMI são de recessão de 3% para este ano e câmbio a 4,0 reais, o PIB do Brasil em 2015 deverá ficar abaixo de 1,5 trilhões de dólares. Minha "previsão" - Em 2016 deveremos ser a 11ª economia global.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      o seu raciocinio valia 30 anos atras ;; hoje e' pelo padrao de compras.

      O mesmo carro pode custar 16000 $ na Europa ou 26000 $ no Brasil mas para efeito do calculo da riqueza e' sempre o mesmo carro.

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  • amarildo josé sartóri vargem alta - ES 06/10/2015 13:57

    Amigo Arnaldo Botrel. Se possível conclua aqui, neste espaco, as importantes colocações pertinentes a safra de café que, infelizmente por questoes de tempo no mercado & Cia de hoje, nao teve a oportunidade de concluir. Entendo que suas colocações são de fundamental importância para conhecimento e planejamento dos cafeicultores brasileiros. Um abraço

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