Fala Produtor
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 19/06/2015 08:41
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 19/06/2015 08:22
https://dolartoday.com/venezuela-te-necesita-vivo-salud-de-leopoldo-lopez-en-estado-critico-tras-24-dias-en-huelga-de-hambre/
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 19/06/2015 08:22
https://dolartoday.com/zonas-de-paz-impunidad-corredores-para-el-libre-comercio-de-la-droga-lider-de-banda-lo-cuenta-todo/
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 19/06/2015 08:20
https://dolartoday.com/mientras-maduro-habla-de-invasion-y-magnicidio-bandas-de-delincuentes-se-unen-para-enfrentar-la-policia/
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 19/06/2015 08:19
https://dolartoday.com/se-les-cayo-la-mentira-ministerio-publico-encontro-llamados-la-violencia-en-tuits-de-leopoldo-lopez/
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 19/06/2015 08:17
Vejo uma foto dessas e sinto orgulho de ser brasileiro. Os senadores do meu País, de mãos com mulheres guerreiras, esposas de presos politicos, escravizados pelo regime chavista na Venezuela. As milicias bolivarianas dominaram aquele País Venezuela, e o que os nossos senadores sofreram ontem é o que os Venezuelanos (que se opõem ao regime de Maduro) sofrem todos os dias...Paralelo a tudo isso, aqui vocês podem ver uma noticia sobre a Odebrecht brasileira, aquela cujo consultor é ninguém menos que o sr. Lula da Silva: https://dolartoday.com/robando-manos-llenas-empresa-brasilena-odebrecht-cobra-3-veces-mas-en-venezuela-por-trabajos-de-construccion-del-del-metro/
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Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 18/06/2015 19:56
Excelente trabalho da Carla Mendes hoje!
Muito bacana ver a evolução do conhecimento se manifestando de forma tão consistente, ainda mais em se tratando de uma profissional jovem, tratando com opinião um assunto tão cheio de componentes imprevisíveis como a Agricultura.
Feito esse merecido elogio, a interpretação dos cenários a que estamos submetidos no caso da Soja é um desafio intelectual de alta relevância e responsabilidade.
Como Economista, estou absolutamente convencido de que a aparente "prudência" por trás dos comentários de determinados Analistas, esconde a insegurança que é natural quando não se "domina" as variáveis que envolvem assuntos sujeitos a rápidas alterações.
Portanto, considero que é relativamente fácil adotar uma postura "conservadora" de apenas comentar fatos ocorridos ou simplesmente de repetir o que uma determinada corrente preconiza. Numa linguagem mais popular, são muitos os que "jogam para agradar a torcida" ou que dizem o que o "Produtor" quer ouvir.
Felizmente, o Noticias Agricolas vem se mostrando um espaço bastante democrático, que oportuniza a manifestação de gente despreparada algumas vezes, mas, que ao mesmo tempo, tem conseguido levar ao Produtor gente do calibre de Liones Severo, de Steve Cachia, de Dirceu Gassen, de Marcos Fava Neves e outros tantos que dividem o conhecimento com o espectador.
Por falar em Análises de Mercado, independente do comportamento imprevisível do Clima, Severo tem se posicionado de maneira firme no sentido da valorização dos preços atuais, ao contrário do que vinham sustentando a maior parte dos Analistas até ontem...
Para mim está claro que a postura adotada por Severo não é a de quem "torce" para subir porque isso seria bom para o Produtor. Tratam-se de análises consistentes sobre o desdobramento da demanda com a utilização de modelos estatísticos que contemplam uma série de fatores subjacentes de difícil compreensão até para quem conhece bem uma parte do processo. Há que se ter muita "Bala na Agulha" para afirmar publicamente que o USDA está errado em suas contas ou que a Bolsa em Chicago não está refletindo integralmente os fundamentos do mercado.
Citando outros profissionais que para mim são referencia. Há alguns anos, fui a numa excelente Palestra do Agronomo Dirceu Gassen que na ocasião estava abordando técnicas de manejo de plantas daninhas. Recordo até hoje duas frases que me fizeram refletir muito: 1) "A Produtividade é igual a Soma do Conhecimento Acumulado por Hectare"; 2) "Antigamente, aquele Filho que não prestava para o Estudo era mandado pra Roça e o outro ia para a Cidade Grande para ser Doutor. Hoje, para ter Sucesso na Agricultura, quem quer estar na Roça tem que Estudar e muito...Os menos preparados podem rumar para a Cidade".
Steve Cachia esteve recentemente representando o Agro Brasileiro como Palestrante num Congresso Internacional ocorrido na Indonesia, onde estiveram presentes grandes players que determinam a Demanda daquilo que produzimos.
Marcos Fava Neves, outro notório intelectual da área, obteve essa semana nos Estados Unidos um prêmio internacional de grande relevância como Profissional do Agronegocio.
São muitos os brasileiros que têm se dedicado ao conhecimento voltado para a melhoria da Agricultura e reconheço o enorme esforço desse site para ser um veiculo concreto desse processo.
Isto posto, tenhamos em conta que o Conhecimento é um Ativo valioso para se acumular, transmitir e/ou receber, principalmente numa época de Crise como a que estamos vivendo.
Parabéns ao Noticias Agricolas pelo excelente Trabalho! Apesar do Frio que hoje faz na minha Terra, recebam um Abraço Caloroso.
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Carlos Alberto Erhart Sulina - PR 18/06/2015 18:49
O soja sobe em Chicago mas por aqui o dólar cai... e ainda baixam o prêmio no porto -- só prá não subir o preço ao produtor.
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GUILHERME LEÃO Gurupi - TO 18/06/2015 18:02
A questão é a seguinte: e depois que as lavouras estiverem instaladas, irá faltar chuva (nos EUA)?
Pois aí sim, será o ponto de definição da confirmação de mais uma mega safra ou quebra significativa que dará preços às nossas commodities.
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Carla Mendes
Campinas - SP
Guilherme Leão, continue nos acompanhando pois iremos atualizar frequentemente as informações sobre o clima e previsões para o Meio-Oeste americano durante o desenvolvimento todo dessa nova safra dos EUA. Nesta sexta-feira, às 9h, teremos uma entrevista com o engenheiro agrônomo Dirceu Gassen para entender os impactos dessa chuvarada sobre as lavouras recém plantadas de soja e milho por lá!
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Carla Mendes
Campinas - SP
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 18/06/2015 18:01
"Como sair desse buraco" - por FERNÃO LARA MESQUITA: --
O que assusta mais é a desproporção entre a quantidade e a qualidade do alarme e o tamanho do desastre. A unanimidade dessa alienação é inquietante. A fronteira hoje é o mundo e já passamos longe o limite a partir do qual não se cabe mais no mercado global. Os tempos dos verbos em uso em Brasília estão defasados. Não é que a conta vai estourar. A conta já estourou. A indústria nacional já está cataléptica. Ninguém ? fora os barões do BNDES ? consegue andar com as próprias pernas. Os empregos estão sumindo em velocidade vertiginosa. A inflação que se vê é só a primeira onda do tsunami que vem vindo.
O Estado tende geneticamente ao absolutismo e democracia é a única barreira capaz de impedi-lo de ocupar todos os espaços. Nos períodos de imunodepressão institucional ? quando a "razão de Estado" se impõe sobre os direitos individuais e os demais Poderes são avassalados pelo Executivo ? o Estado incha, a segurança jurídica acaba, a produção e o emprego mínguam e a inflação dispara.
Já vimos esse filme. O Estado brasileiro saiu do regime militar maior que nunca e, como consequência, a desorganização da economia foi ao paroxismo, passando dos 80% de inflação ao mês. Mas havia então ? ao menos na imprensa ? a consciência de que era disso que se tratava e nenhuma barreira autoimposta à crítica do regime. Graças a isso, apesar da feroz oposição do PT à desmontagem da obra econômica da ditadura com as 540 estatais que o partido tratava de colonizar, foi possível fazer a estatização recuar até o ponto a que a trouxe o governo FHC.
Trinta anos de progressiva ocupação do sistema educacional e dos "meios de difusão ideológica da burguesia" por um discurso único eficiente o bastante para, na contramão do mundo, "criar mercado" para 30 e tantos partidos políticos, todos "de esquerda", e ao fim de outros 12 de ódio ao mérito, truculência regulatória, agressões à aritmética e aparelhamento do Estado e até da economia "privada" para "um projeto de poder hegemônico", o fosso que se havia estreitado ganha as proporções de uma falha tectônica.
O efeito prático é esta combinação aberrante: apesar de a renda per capita de Brasília, onde nada é produzido, ter passado a ser o dobro da do Brasil e 1/3 maior que a de São Paulo, síntese precisa do sistema de castas em que nos transformamos, os temas do tamanho do Estado, da privatização, do privilégio e da desigualdade perante a lei estão quase completamente ausentes do debate; tudo o que se discute é como o "ajuste" vai tomar mais do País para dar mais ao Estado.
Para que a trajetória volte a ser ascendente é o contrário que tem de acontecer. Será preciso recuar até o ponto anterior àquele em que a economia parasitária passou a consumir mais do que a economia produtiva é capaz de repor. A questão é que o PT não é hoje muito mais que a representação política dos "servidores" do Estado, de modo que reduzir o tamanho do Estado significa reduzir o tamanho do PT (e de todos os "caronas" que, até segunda ordem, ele admite carregar na boleia da "governabilidade"). O tema oficial do 5.º Congresso Nacional do PT ? "Um partido para tempos de guerra" ? nos dizia do grau de mobilização dessa casta na defesa dos seus privilégios. O tom só abrandou porque ninguém está desafiando o status quo. Mas a impossibilidade matemática de mantê-lo e, ao mesmo tempo, evitar o desastre econômico e a conflagração social que vem com ele não é um bom presságio para a democracia no Brasil.
Mesmo assim, nem imprensa, nem "oposição" parecem dar-se conta disso.
Nas votações da única parte do "ajuste" em que as propostas reuniam o legalmente possível ao justo e ao desejável, com ligeiro constrangimento do desperdício no setor público, o PSDB, fiel depositário de metade das esperanças da Nação, simplesmente oficializou a sua condição de não existência. Renegou bandeiras históricas para assumir-se como nada mais que a imagem invertida do PT. Tudo o que tem a propor como alternativa ao que está aí é que seja ele a presidir a festa.
A reforma política, sem a qual não há esperança de romper a blindagem que veda qualquer forma de redução do peso do Estado, é outro atoleiro. Sempre que pressionados, os políticos sentem-se confortáveis para jogar na arena as surradas "propostas do costume" pela simples razão de que nem os mais agressivos "cães bravios" do nosso "jornalismo watchdog" resistem a esses "biscoitinhos". "Fim da reeleição" em pleno início de um quarto mandato por interposte pessoa? "Financiamento de campanha" em face de uma economia nacional inteira destruída para comprar votos? Mais leis anticorrupção no país dos foros especiais? Enquanto os eruditos da irrelevância se distraem debatendo infindavelmente o que quer que se lhes atire, os "jabutis" que aumentam o tamanho do problema passam ao largo gargalhando.
Ao fim de cinco séculos levando com a porta das reformas na cara sem conseguir iniciar uma que fosse, já era tempo de aprendermos que pouco importam as firulas e as beiradinhas conceituais desses preciosismos em que adoramos nos dividir e nos perder, o que é imprescindível é abrir finalmente essa porta e mantê-la aberta daí por diante.
É do mais elementar bom senso e da experiência pessoal de todos nós a noção de que, em qualquer estrutura hierárquica, manda quem tem o poder de contratar e demitir; manda quem tem a prerrogativa da última palavra nas discussões.
O Brasil terá de se reconstruir de alto a baixo para voltar a caber na arena global. E não há "pacote" de reformas que possa incluir tudo o que é necessário para tanto. As mudanças terão de se dar num processo, ou seja, num movimento que começa e não se detém mais.
É exatamente isso que proporciona o sistema de voto distrital com recall, a reforma em que são os eleitores que mandam, que começa e não acaba nunca e que, sendo assim, inclui todas as outras.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
o resumo geral se define na questão entre parasita e hospedeiro, chegamos ao ponto onde o hospedeiro não suporta mais o parasita e começa a morrer.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
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antonio edison felix de sousa Goiânia - GO 18/06/2015 17:15
Sr João Batista Olivi: Gostaria de saber como ficará a renegociação das DAU com taxa SELIC a 14% a.a, e pagamento da primeira parcela antecipadamente, com a agricultura nessa situação?!!. Acho que a adesão ao programa será muito pequena. O deputado Luiz Carlos Heinze poderia nos esclarecer. Obrigado.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 18/06/2015 07:59
Muito bom o artigo do Oliver, escancarando o que é de fato o Brasil: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/opiniao-2/oliver-esse-governo-sigiloso-e-uma-farsa-consentida-por-toda-a-classe-politica/
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Alisson Fernando Klimek Sorriso - MT 18/06/2015 07:54
Bom dia! Parabéns ao Notícias Agrícolas, eu todos os dias leio suas reportagem de um alto padrão de comunicação..., Estou morando em Novo Mundo - MT, lugar excelente..., queria que, se possível, vcs. fizessem uma matéria na região... estamos construindo um Armazém com capacidade estática de 1.200 (hum milhão e duzentas mil) sacas.
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João Roberto Cruvinel Ribeirão do Sul - SP 17/06/2015 21:47
É brincadeira.... mais uma vez, de maneira deliciosa, você nos levou de encontro aos nossos verdadeiros "eus"... que saudades da "coxa di retaio", "du coxão di paia", "du xeru du café passado nu cuador di panu"... Ah que saudades!! Valeu muito obrigado de fazer voltar num tempo muito querido.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 17/06/2015 20:05
Hoje li meio displicente uma noticia sobre a Aprosoja-BR ter convidado Eduardo Cunha, Ronaldo Caiado e Pedro Taques para um de seus eventos. Será que o novo presidente Almir Dalpasqualle, do qual falei duas vezes aqui, puxa a entidade para fora do entorno petista? Vai dar certo? Espero que sim, e espero mais, que os presidentes estaduais, diretores regionais, etc... que apoiaram e apoiam Dilma e seu sistema fascista e propineiro, saiam de seus postos e deixem que pessoas mais alinhadas aos valores e interesses da maioria dos produtores rurais, assumam as presidencias e diretorias. Fariam bem, em livrar-se dos petistas, as outras entidades representativas dos produtores rurais,... até chegar na CNA, e retirar Kátia Abreu e seu grupo definitivamente do comando da maior entidade nacional de representação dos produtores rurais do Brasil, e colocar em seus lugares pessoas alinhadas com o liberalismo economico e que pensem nos interesses do País e seus representados e não em apoiar partidos criminosos, em nome de um projeto particular de poder.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Rodrigo um exemplo de como estão os sindicatos no país é do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro. A "família MATA ROMA" & "outras famiglias" estão em todos os confins do país tupiniquim. É a cultura ibero americana em que fomos moldados: "ELES" são os indivíduos da sociedade que administram o patrimônio público ou coletivo e, que tomam o poder, inclusive de não prestar contas e, "NÓS" sociedade, aceitamos como uma coisa normal.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Sr. Paulo, acredito que as coisas começam a mudar, lentamente, mas começam... Se o novo presidente da Aprosoja Brasil, estiver com essa disposição de tirar o apoio da entidade, aquele discurso colaboracionista, ao governo, teremos certamente um grande avanço, pois pior que o patrimonialismo é o apoio à um governo corrupto, que quer fazer valer a lei apenas aos adversários e que não tem a minima noção da importância, não do agronegócio, mas dos produtores brasileiros.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
sindicato é o que é em qualquer parte do mundo, um ajuntamento socialista criminoso.
Assim foi em NY ate os anos 80, quando o então promotor Republicano Rudolph Giulianni avançou contra a Mafia nova iorquina, baseada em sindicatos vinculados ao partido democrata e dependentes de politicas de esquerda para sobreviver!
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Desculpe-me, mas quando citei os sindicatos estava me referindo a CNA e não a Aprosoja, pois a mesma, como o inicio da sigla mostra, o A é de Associação. O trabalho que a Aprosoja começou a desenvolver no Mato Grosso é um exemplo nacional, tanto que já existe a Aprosoja Brasil.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Sr. Paulo e Guilherme, pensei em colocar pessoas com pensamento economico liberal na CNA, mas reconheço que a idéia de vocês é bem melhor. Fechar de uma vez.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Paulo, veja esse artigo, fala da familia Mata Roma que voce mencionou, detalhando o que você disse: Máfias sindicais: a hora de acabar com o nefasto imposto sindical: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/sindicalismo/mafias-sindicais-a-hora-de-acabar-com-o-nefasto-imposto-sindical/
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Sindicato de forma geral, sempre vai ser aparelhado por parasitas, basta acompanhar como funcionam os sindicatos nos EUA, são ninhos de Democratas (o PT americano). Sempre lutando pelo sistema socialista em detrimento ao livre mercado.
Isso não tem futuro, tem que acabar... No maximo associações livres, onde participa e colabora quem quer e se sente representado, assim ja força os representantes a trabalhar pelos seus associados, caso contrario corta-se a fonte de recursos financeiros.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Rodrigo, não tenho a intenção nem a capacidade em decretar uma mudança tão radical em um sistema de sindicalismo, só procuro divulgar fatos que prejudicam a todos.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Você acertou em cheio Guilherme, não faz sentido cobrança compulsória de todos os produtores rurais, principalmente daqueles que não querem, nem concordam com os rumos politicos tomados por tais sindicatos. Isso só serve para enriquecer certas lideranças, que como uso da força bruta do governo, obrigam até os que não querem a pagar.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
se não fosse compulsório, não conheço um produtor que grãos sequer que pagaria o boleto.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
PARABÉNS... LAVA JATO !!!
Não sou invejoso! Muitos poderiam dizer que, essa euforia seria fruto da inveja de não possuir o dinheiro que estes figurões conseguiram amealhar. Ocorre que muitos empresários ganham dinheiro sem precisar lançar mão de "malfeitos", mas alguns trazem em seu DNA essa tendência maléfica.
SÉRGIO MORO NELES !!!