Fala Produtor

  • Armando Albuquerque Iguatemi - MS 18/09/2013 00:00

    A aprovação da PEC-215, sem dúvidas, é o anseio de todos os Produtores Rurais. Como operador do Direito, ainda não consegui entender como o Ministro da Justiça pretende editar nova Portaria, em substituição à Portaria 14/96, editada pelo Ministério da Justiça, sem que ocorra a revogação do Decreto 1775/96. Entendemos que não há como o Ministério da Justiça editar uma Portaria, que é um ato normativo de vigência interna corporis, que vai ditar as regras para a demarcação das terras indígenas, incluindo outros órgãos federai, sem que o Executivo (leia-se a Presidenta) tire do âmbito da FUNAI a exclusividade da demarcação das ditas terras. Penso que é imprescindível que a Portaria seja editada, mas anteriormente deve ser precedida de um novo Decreto.

    Comentário referente a notícia: [b]Comissão da PEC-215 iniciará trabalhos na próxima quarta-feira (18)[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128343

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  • Luciane Possan Weber guaíra - PR 18/09/2013 00:00

    Tirar a terra de quem produz e é dono, ou melhor confiscar, e entregar para o Estado, serve a dois senhores: Serve para esse governo socialista/comunista, que acha que ninguém pode ser dono de nada, somente eles. (que mantém um povo inculto, dependente e pobre)... .E serve também para aqueles que estão assustados como potencial produtivo de nossas terras... E nós, produtores??!!. Nós, os que geramos riqueza para todos, estamos emparedados entre a esquerda burra e o capitalismo selvagem do resto do mundo. Até quando aguentaremos, é a aposta que corre o país e o mundo.

    Comentário referente a notícia: [b]Agricultura pede permissão para trabalhar, por Glauber Silveira[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128506

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS 18/09/2013 00:00

    Prezado Glauber, a questão é como nós, brasileiros, podemos nos unir para vencer esse elenco de conspirações.... Não vamos nos enganar, nosso governo quer um povo pobre, não faz diferença se a agricultura sustenta esse país.... Você pode incluir na sua cesta, conspirações mercadológicas para oferecer fortes prejuízos para agricultura brasileira. Nossa agricultura está estruturalmente dependente das informações dos conspiradores, que é direcionada compacta e gratuita.... Fui o único no mundo que disse que o mercado iria a us$ 13.50 p/bu e você está bem lembrado porque estávamos junto naquela ocasião. Você acha que isso é razoável e faz sentido ??? – porque sem prejuízo para minha experiência no mercado internacional, eu não sou gênio... Eu estou tomando algumas proteções. abraços

    Comentário referente a notícia: [b]Agricultura pede permissão para trabalhar, por Glauber Silveira[/b]

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  • Ronaldo Zanon Canarana - MT 18/09/2013 00:00

    Acredito que só existam duas formas para que possamos mudar isso: a primeira, precisamos em consenso escolher nossos representantes no senado e câmara dos deputados, mas isso realmente com união em torno de nomes colocados por nossa entidades que iriam para lá com o objetivo de realmente nos representar...., acredito que com a força que temos e o numero que somos, temos condições para isso... basta QUERER, caso contrario estamos fadados a passar a vida mendigando ajuda de governos que só pensam em se perpetuar no poder às custas da pobreza de cultura da população.

    O segundo ponto é que as nossa entidades representativas precisam investir nosso dinheiro em marketing nas grandes redes de midia..., venho dizendo há algum tempo de que adianta fazer propaganda para nos mesmos assistirmos...., quem precisa saber quem somos são aqueles que moram nas grandes metrópoles que assistem às novelas da globo, ou os programas do SBT..., essa que é a grande massa de manobra do governo..., precisamos mostrar para essas pessoas a nossa realidade, quem produz o alimento de cada dia que esta na sua mesa, eles precisam conhecer nossos problemas e o que enfrentamos para produzir, precisamos que a cada reportagem contra nós coloquemos uma a favo,r mostrando o porquê.. Ex.: como colocaram o tomate como grande vilão de preços caro, mas ninguém explicou que tinha havido uma quebra de safra e muitos produtores perderam dinheiro e que o preço só subiu porque faltou produto..., não podemos deixar aparecer nas reportagens da grande mídia como são veiculados normalmente algum produtor comprando maquinas de milhões com o sentido de que estamos sobrando dinheiro, sabendo que 90% das maquinas compradas são financiadas..., temos que ter em mente que as grandes mídias só mostram o que interessa a quem está pagando, e isso só vai mudar quando fizermos o mesmo. E desta forma que os agricultores americanos conseguiram respeito e força.

    Comentário referente a notícia: [b]Agricultura pede permissão para trabalhar, por Glauber Silveira[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128506

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  • ALEXANDRE NOWICKI Sete de Setembro - RS 18/09/2013 00:00

    Bom dia amigos do Notícias Agrícolas. Muito frio no Rio Grande do Sul... hoje tivemos a formação de geada aqui nos municípios de Sete de Setembro e Lagoa dos Três Cantos..., prejudicando novamente as nossas lavouras de trigo e também de milho.... E para piorar ainda mais as previsões estão prevendo a formação de geadas novamente para amanhã aqui para nossas cidades.

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  • Antonio R Neto Laguna Carapã - MS 18/09/2013 00:00

    Em Laguna Carapã (MS), choveu muito pouco..., as áreas estão sendo dessecadas e com o frio (temperatura em torno de 12 graus), ainda não conseguimos entrar plantando..., estamos esperando as chuvas começarem a se normalizar para somente depois acionar as plantadeiras...

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  • Rudinei Luis Erpen Lagoão - RS 18/09/2013 00:00

    Realmente se confirmou a formação de geada no RS, com temperatura negativas em algumas partes do Estado, o céu esta' limpo e sem vento, e amanheceu "branco" em muitos locais no RS... A nós, triticultores, resta agora aguardar para ver a intensidade do dano que esta geada causou e a consequente quebra de qualidade e produtividade... Segundo a Metsul-meteorologia chegou a fazer -0,5 Celsius na região de Passo Fundo e -2,1 na região de Santa Rosa, duas grandes cidades produtoras de trigo no RS.... Também existem relatos de formação de geada na região de Cruz Alta, esta tambem grande produtora de trigo... Agora é aguardar e ver a consequencia deste fenonemo.

    Forte abraço.

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  • ANTONIO REINALDO SCHNEID Maracaju - MS 18/09/2013 00:00

    Vergonhoso!!!!... é esse o termo mais apropriado para definir a questão indígena no Brasil, com a falta de posição do Judiciário num País sem postura e cumprimento de leis.... Infelizmente podemos concluir isso, quando tudo esta' escrito na Constituição Brasileira... seguir os ditames constitucionais, acionar as defensorias públicas (sem parcialidade ), tornaria esse um país ordeiro, justo e democrático.... (PS): Aos que não acreditam e caso estiver errado, que me apontem outro caminho legal e constitucional, mas não me venham com fisiologismo e com a conversa que esse ou aquele lugar era terra indigena, pois se assim for, desocupem a o Brasil, pois isso tudo "FOI" terra de indios em 1500, quando do Descobrimento do Brasil... ou tudo que a história conta é mera ficção.

    Comentário referente a notícia: [b]Governo diz a ruralistas que prefre regulamentar artigo da Constituição que reconhece as terras como indígenas[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128295

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  • Rudinei Luis Erpen Lagoão - RS 17/09/2013 00:00

    Em viagem na parte central do RS, ontem, constatei que grande parte das lavouras de trigo encontram-se em boas ou em excelentes condicoes, mas vi tambem que todas se encontram em fase critica, suscetivel `a geada (fase de emborrachamento e florescimento)..., então so' nos resta torcer para que nas proximas madrugadas, nao tenha formação de geada, pois a produção promete.... Grande abraço

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  • wilfredo belmonte fialho porto alegre - RS 17/09/2013 00:00

    Reivindicar é um direito, mas depredar patrimônio público e privado é de um primitivismo que somente irá gerar mais violência... Todos estes vândalos mascarados tem pai e mâe e, certamente, tem suas casas. Por que eles não depredam suas casas, picham suas paredes, botam fogo em seus móveis, e não exteriorizam suas revoltas com seu patrimônio e de suas famílias??? após isso, ai sim poderiam ir `as ruas...

    Comentário referente a notícia: [b]Celso de Mello tem o dever de impedir o avanço da trama liberticida que denunciou[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128479

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  • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR 17/09/2013 00:00

    Se na China os agricultores preferem a morte do que a desapropriação, no Brasil não podemos entrar nessa... e sim enfrentar estes que realmente apoiam os indios e quilombolas e coloca-los pra correr, como fizeram os agricultores de Guaira/PR, quando alguns indios invadiram ha poucos dias uma propriedade.. É preciso se organizar, inclusive TREINAR como se defender destes INVASORES (GOVERNO FEDERAL , FUNAI , ONGS E ESTE PT.)

    Comentário referente a notícia: [b]Na FOLHA: Agricultores chineses preferem a morte à desapropriação[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128480

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  • nilo leonardo filho realeza - MG 17/09/2013 00:00

    Concordo com o João Augusto e acrescento a falta objetividade e de planejamento dos empresários rurais... o governo já acostumou a maioria a fazer as suas safras penduradas em banco e sabe que a maioria não tem coragem de reter a produção e perder patrimônio... e aí, como não temos poder de negociação e uma representatividade séria , o governo nem se dá ao trabalho de fazer uma política específica para o setor.... ao contrario, só faz dificultar a vida dos agricultores..., devem rir muiiiito da nossa situação...

    Comentário referente a notícia: [b]Agricultura pede permissão para trabalhar, por Glauber Silveira[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128506

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  • Alin Pedro Itumbiara - GO 17/09/2013 00:00

    Já existem relatos de geadas em Wisconsin e Michigan... E agora, o que esperar??

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  • JUSTINO CORREIA FILHO Bela Vista do Paraíso - PR 17/09/2013 00:00

    O agronegócio vem, ao longo dos anos, confirmando a sua importância significativa na composição do PIB brasileiro, salvando seguidamente o discurso otimista do governo. A safra 2012/2013 alcançou 186,1 mil. de ton. de grãos, volume recorde, suficiente para atender ao mercado interno, com sobra para exportação, gerando, saldo positivo em nossa balança comercial. O resultado é bom, digno de comemoração! Mas, poderia ser melhor, não fosse nossa infra-estrutura e logistica ineficiente, que tira competitividade dos nossos produtos exportados, limitando o ganho dos nossos produtores. O produtor rural brasileiro é dedicado e eficiente, dentro da propriedade, basta observar o crescimento da produtividade em nossos campos. Esse desempenho deve ser creditado em maior parte exclusivamente ao homem do campo, que acredita na natureza e segue investindo em novas tecnologias, sem que tenha uma politica agrícola digna da importância do setor.

    Comentário referente a notícia: [b]PIB do agronegócio cresce 3,13% no primeiro semestre de 2013[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=128423

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  • Geovani Salvetti Ubiratã - PR 17/09/2013 00:00

    No Brasil a cada safra fica mais difícil se produzir. Tenho participado de reuniões, todas as semanas, sejam em Brasília ou em outro local, e 90% dos temas tratados estão relacionados à restrições à produção. Ou seja, estamos gastando muita energia pedindo, por favor, ao governo que nos deixe produzir e, se não quer ajudar, ao menos não atrapalhe.

    O Brasil virou o país do “não pode nada”, do “nada evolui”. A cada semana, nos vemos com uma nova norma, portaria, decreto ou lei que coloca restrições à produção. E estas que deveriam dar sustentabilidade à atividade, muito pelo contrário, têm trazido inúmeras restrições à vários aspectos que afetam nossa produção. Seja com uma nova norma relacionada à legislação de trânsito, à pulverização de lavouras, à regularidade ambiental, às normas de trabalho e do próprio produto.

    Todas as semanas são horas discutindo os impactos de leis e regulamentos sobre a produção. E como fica claro que seremos impedidos de trabalhar, temos que a cada semana lançar mão dos parlamentares da FPA e da CNA, e assim marcar novas reuniões com o Governo. E ainda assim, mesmo de joelhos pedindo ao governo que nos ajude, talvez nos atendam, talvez não. E tem sido assim, seja para liberação de produtos para defesa vegetal, alguns há anos para serem registrado, seja para liberar a operação de um porto, seja para não mudar uma lei que nos torne escravos da atividade, isto se já não formos.

    Estamos iniciando a maior safra que este país já teve, enquanto deveríamos estar nos reunindo com o governo para tratarmos do porto, da ferrovia, do armazém, da estrada, do incentivo à industrialização no país, da agregação do valor à produção, da ampliação e sanidade da exportação e do crescimento do agronegócio, mas não, as discussões estão tomando outros rumos. Isso porque, os temas que estamos debatendo junto com a FPA são: a terceirização da área meio, questão indígenas da PEC 215 e Defesa Vegetal/Agrotóxicos.

    Enquanto a FPA deveria estar cobrando obras ao crescimento do agronegócio, gasta sua energia para permitir que continuemos a produzir. Presenciamos deputados comprometidos com este país implorando para que o Brasil não regrida, para que os interesses sejam em defesa dos brasileiros e não de ONGs com interesses internacionais e comerciais. Será que o governo, nem sendo vítima de espionagem, acorda que em seu seio está infiltrado o interesse de outros países e não o nosso.

    Os produtores se obrigam a enfrentar não só a batalha da produção, afinal se espera colher alguns milhões de toneladas a mais, mas também as batalhas do “nada avança”, do “nada evolui”. Afinal, que porto foi ampliado, qual a estrada nova, a ferrovia que saiu do papel e começou a cortar o Brasil de leste a oeste, os buracos que foram tapados, a rodovia duplicada. Infelizmente, o crescimento da produção significa mais custos para nós.

    Se já não bastassem as obras que não saem do papel, temos também planos agrícolas que não decolam. Caso não seja assim me questiono, quantos armazéns já foram liberados na nova linha? E o seguro agrícola? Porque os editais do Plano de investimentos em obras de infraestrutura anunciado pela presidente estão fracassando? Infelizmente, estamos presenciando uma centralização maléfica no governo, em que terceiros escalões mandam mais que ministros e com isto só vai para frente o que eles, na sua interpretação, entendem ser prioridade.

    E nós produtores temos que travar batalhas intermináveis, temos que sair da produção e ir à Brasília para evitar que estragos maiores sejam feitos. Pedimos com frequência que liberem produtos, para podermos proteger nossas lavouras, além de debatermos com os índios para que terras produtivas centenárias continuem a produzir. Atualmente, estamos trabalhando para que se possa terceirizar a mão de obra no campo, algo que já é realidade para os nossos competidores e que gerou uma especialização do serviço nas lavouras, ou seja, maior produtividade – justamente um dos grandes desafios para o país continuar crescendo.

    O Brasil se tornou uma nação engessada, com leis inexequíveis, o país da burocracia e dos custos altos. Isto tudo porque temos uma máquina governamental inchada, mas que não fiscaliza, não pune e não age. Com isto as leis elaboradas são restritivas, causando na sociedade a fictícia sensação de segurança e controle. E, por outro lado, nós estamos cansados de lutar, pedimos clemência e que, por favor, nos deixem produzir.

    *Glauber Silveira

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