Fala Produtor
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ademir fontana santa terezinha de itaipu - PR 19/07/2011 00:00
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Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 19/07/2011 00:00
O federalismo pressupõe que cada estado e até cada municípios deva possuir um alto grau de autonomia, com direito de adotar a medida que julgar cabível para cada caso, cada situação, cada circunstância, desafio ou cada oportunidade. E mesmo que uma cidade ou estado adotem uma medida que não esteja nas proibições principiológicas da Carta Maior – a Constituição do País – não significa que tal medida deva ser implementada em todo território nacional.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Samanta Pineda - Advogada Ambiental[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=92721
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Telmo Heinen Formosa - GO 19/07/2011 00:00
Não se pode elogiar muito cedo... umas das regras deste seguro é a seguinte: A parte que você colher abaixo de 20% da produtividade média do seu municipio, não merecerá indenização. Está escrito nos subitens 19.3.1 e 19.3.2 (pág. 21 das Condições Gerais). Isto se configura como uma espécie de franquia. Ah! mas eu conheço esta turma, não iam dar ponto sem nó! Também paga-se o Prêmio de acordo com o orçamento de cada Segurado e indeniza-se pela média municipal. Sorte que na soja, diferentemente do milho, a produtividade média dos municipios aproxima-se razoavelmente da média nacional, exceção do RS. Não está divulgada uma tabela municipal de Prêmios, cujos percentuais derivam dos históricos das indenizações passadas.
Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Seguro Faturamento protege agricultores de prejuízos na renda[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=92843
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 19/07/2011 00:00
Sr. João Olivi, quando ouvimos que Falta TRANSPARÊNCIA na política! Para entender o significado desta frase fui procurar o significado da palavra TRANSPARÊNCIA. Encontrei entre outras definições: Derivação, sentido figurado, qualidade do que não é ambíguo; clareza, limpidez. Ex.:a politica da transparência.
O sinônimo PUREZA cuja derivação por metáfora quer dizer "virtude do que não tem maldade nem malícia; candura, sinceridade e, finalizando rubrica: religião. ESTADO DO QUE NÃO TEM OU FICOU LIVRE DE PECADOS. ... Será que fui muito parcial em elencar as definições ? Não se aplicam à realidade da politica brasileira? Está vendo, como uma só palavra nos leva a transpassar e enxergar o verdadeiro significado do que estão nos dizendo POLITICAMENTE ( sem transparência ! ) ....” E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “ ....
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Carlos Roberto S. Corrêa Porto Alegre - RS 19/07/2011 00:00
João Batista, o Seguro Faturamento é um avanço positivo no Seguro Rural, mesmo ficando o Rio Grande do Sul apenas com as coberturas de geada e granizo, pelo que li. Também considero importante registrar que as médias mencionadas de produtividade são as municipais do próprio banco. Portanto, em minha opinião, este seguro tem méritos; mas deixa a desejar quando não considera a produtividade individual do produtor.
Também é importante regulamentar o tão debatido Fundo de Catástrofe, além de definir com antecedência a subvenção do seguro agrícola... afinal ainda não consolidamos um e já estamos entrando em outro com variáveis ainda mais complexas, não lhe parece?
Abraço e obrigado.
Carlos Roberto
Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Seguro Faturamento protege agricultores de prejuízos na renda[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 19/07/2011 00:00
O Seguro Agrícola de Faturamento do Banco do Brasil oferece toda a proteção que a sua lavoura precisa, do plantio à colheita. Não precisa ter financiamento para fazê-lo. O seguro foi criado especialmente para o agricultor que possui financiamento com o Banco do Brasil e deseja ver sua lavoura sempre protegida, com seu faturamento garantido.
COBERTURA DE FATURAMENTO: Garante a indenização em caso de diferença entre “Faturamento Garantido” e o “Faturamento Obtido” com a produção segurada, desde que esteja dentro da mesma área segurada. O limite máximo para o valor de indenização será o “Faturamento Garantido” para a área segurada, respeitando-se ao valor máximo passível a ser indenizado pela seguradora.
COBERTURA DE REPLANTIO: Garante a indenização em casos de perdas causadas exclusivamente por chuva excessiva, tromba d’água e/ou granizo que venham a causar a morte das plantas. O evento deve ter ocorrido em área maior ou igual à área mínima da cobertura de replantio, estipulado na apólice de seguro. O replantio somente poderá ser realizado dentro do período e condições estabelecidas pelo Zoneamento Agrícola (ZOAGRO). O limite máximo de indenização será o tamanho da área segurada em hectares multiplicada pelo valor segurado por hectare.
Para a contratação, é necessária a apresentação do croqui da área segurada com pontos georeferenciados que estabeleçam sua localização e limites, além da assinatura da Proposta de Adesão e do Termo de Responsabilidade.
RISCOS COBERTOS: A Seguradora indenizará a diferença entre o faturamento obtido e o faturamento garantido na apólice, quando decorrente de:
RISCOS CLIMÁTICOS: seca, granizo, incêndio e raio, geada, ventos fortes, chuva excessiva, ventos frios, tromba d’água, variação de temperatura.
RISCO DE PREÇO: redução do preço da cultura segurada no mercado, segundo média da bolsa de mercadorias e futuros. O risco estará descrito na apólice de seguro, com base nos últimos 15 preços informados.
RISCOS NÃO COBERTOS:
• Plantio fora do preconizado pelo Zoneamento Agrícola (ZOAGRO);
• Perdas em decorrência de pragas, doenças e plantas daninhas;
• Plantio em áreas de primeiro e segundo ano de cultivo;
• Culturas implantadas em local diferente do informado na proposta de seguro;
• Culturas intercaladas e consorciadas
• Perdas decorrentes de causas de qualquer natureza, após a colheita, mesmo que o produto colhido permaneça no campo de cultivo;
• Prejuízos em conseqüência de implantação da cultura em áreas sujeitas à inundação;
• Uso insuficiente ou excessivo de nutrientes, deriva ou uso inadequado de adjuvantes, fungicidas, herbicidas, inoculantes ou inseticidas;
• Perdas decorrentes de anomalias em plantas de soja, conhecidas como “soja louca” e “soja louca II”;
• Colheita sem autorização da seguradora, sendo que, o Segurado deverá comunicar a data do início da colheita com uma antecedência de 15 dias;
• Lavouras conduzidas fora dos padrões estabelecidos pelos órgãos de pesquisa;
• Seca para lavouras irrigadas;
• Qualidade do produto.IMPORTANTE: os riscos provenientes de doenças, pragas e seca para as culturas irrigadas não estão cobertos por este seguro.
Visite:
http://www.bbseguros.com.br/alianca/rural/bb-seguro-agricola-faturamento.html#
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Osmar Dias - Vice-Pres. Agronegócio Banco do Brasil[/b]
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Flavio Schirmann Formigueiro - RS 19/07/2011 00:00
Mais uma vez o governo quer botar a "raposa cuidando do galinheiro". Porque vai dar financiamento subsidiado exatamente àqueles que exploram os produtores com juros absurdos como os praticados pelos fornecedores de insumos, estes que já são muito caros jogando nosso custo de produção para "as nuvens"...Será porque eles vão pagar "propina"???
Comentário referente a notícia: [b]No Valor: Nova linha de crédito do governo vai resgatar endividados[/b]
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Paulo de Tarso Pereira Gomes Brazópolis - MG 19/07/2011 00:00
Muito obrigado à advogada Samanta Piñeda e ao jornalista João Batista Olivi..., pessoas como você é que nos dão ânimo para não parar a luta contra a fome, e a favor da prosperidade do nosso País.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Samanta Pineda - Advogada Ambiental[/b]
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Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 18/07/2011 00:00
A advogada Samanta Pineda foi perfeita em sua explicação.
É pertinente lembrar que o Brasil é uma república FEDERALISTA, E SEGUNDO AS REGRAS DO FEDERALISMO, OS ESTADOS TEM O PODER DE LEGISLAR SIM, ALIAS TEM O DEVER DE LEGISLAR.
O PROBLEMA É QUE O FEDERALISMO NÃO TEM SIDO RESPEITADO NO PAÍS!
QUANTO Aa IMPRENSA QUE REPETE MENTIRAS SOBRE O AGRONEGOCIO POR AI, NÃO FAZEM POR FALTA DE CONHECIMENTO, FAZEM ISSO POR DELINQÜÊNCIA E INTERESSES ESCUSOS!
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Samanta Pineda - Advogada Ambiental[/b]
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Samuel Henrique Fornari São José do Rio Pardo - SP 18/07/2011 00:00
Sr. Matielle, fiquei com algumas duvidas!!! Quando o Sr. diz que não existe nenhuma bolsa no mundo de café natural, e que estaria em conversa com BMF e CME para criá-lo, em que tipo de café se classificaria o atual contrato da BMF ( tipo4 e 5), não é café natural?. Aliás em minha opinião a mudança realizada pela BMF para tipo 4 ajudou na recuperação dos preços, pois possibilitou ao exportador ter um café de qualidade e pronto para embarque, aumentando assim seu interesse.
Outra duvida, nessa questão de regulagem de fluxo, que nosso café dura 20 anos e etc, não estaríamos novamente cometendo o mesmo erro do passado? Brasil segurava café, gerando estoques altíssimos, ganhando concorrentes mundo afora ( Brasil tinha 40/50 milhões de estoques, Africa produzia 15), hoje temos estoques enxutos e somos competitivos... Dobrar o preço que ja é remunerador não seria cometer o mesmo erro. Ganha-se por 2 ou 3 anos e sofre depois por 15 por ter dado a oportunidade de o mundo competir conosco novamente. Poderíamos pensar, mas não tem onde crescer a produção no mundo!!! Não penso assim, nos atuais níveis de preços já existem relatos de alguns grandes empreendimentos retornando a Africa, nosso vizinho chile ja caminha para 5 milhões de sacas, Vietnan cresceu quase que do nada para 20 milhões de sacas em pouco mais de uma década incentivado em sua grande maioria por Franceses que viam o preços do robusta se aproximando do arábica. Alguns dizem que a China ja produz um pouco mais do que consome, na Africa tem caboclo plantando alfafa e criando gado no deserto, enfim, pensar que nosso café pode ser guardado por longo prazo, que o preço deve triplicar, não seria um risco tremendo ao incentivo plantador e também a grande hegemonia brasileira conquistada a duras penas?
Abraço
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Armando Matielli - Presidente Sincal[/b]
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Roberto Carlos Maurer Almirante Tamandaré do Sul - RS 18/07/2011 00:00
Aleluia....Aleluia...Aleluia...Finalmente...vamos ver algum fato que mostre aos urbanos de onde vem o prato de cada dia...Meus parabéns pela união de todos... que Deus seja louvado e que alcancemos o nosso objetivo.
Comentário referente a notícia: [b]Campanha do Movimento Sou Agro estreia nos meios de comunicação[/b]
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 18/07/2011 00:00
Sr. João Olivi, um País desenvolvido culturalmente tem lá suas vantagens. Foi através de décadas incutido culturalmente no Brasil que o “dinheiro público não tem dono” e os espertalhões juntaram-se ( em partidos ) para locupletarem-se. Atualmente, assistimos diuturnamente escândalos que em outros países seriam verdadeiras ficções mas, aqui são banalidades. Só para ver a NOSSA IRRESPONSABILIDADE, no Ministério dos Transportes, na OPERAÇÕES TAPA-BURACOS nas estradas provocaram um rombo de R$ 5 bilhões por ano e com NOSSA CUMPLICIDADE ( em maiúsculo !) ... Obras de péssima qualidade nas rodovias, muitas movidas a corrupção, impõem perdas à economia do Brasil e MATAM 45 MIL PESSOAS ANUALMENTE !!... Segundo João Ubaldo Ribeiro, do Estadão: ...” E, afinal de contas, não somos assim tão bestas, pensam que estão nos enganando, mas não estão. Nós sabemos de tudo e não somos bobos, somos apenas omissos, submissos, cínicos e cada vez mais moralmente insensíveis – ninguém é perfeito .”. .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “....
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Marcos Augusto Lobler Restinga Seca - RS 18/07/2011 00:00
Bem que poderia ter este reajuste para o produtor de arroz, passaria de R$ 19,00 para R$ 22,80...., por enquanto aqui estamos recebendo R$ 20,23!!! Tá feia a coisa...
Comentário referente a notícia: [b]Preço do arroz deve ter reajuste de 20% nos supermercados do Rio Grande do Sul[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 18/07/2011 00:00
Acabei de ler um anuncio nesta página: "Banco 3 Letras: Empréstimo até 60 meses, Sem SPC/SERASA Condições especiais! Brasília". E dá o link da página na internet. www.agente3Letras.com.br. Talvez esteja aí a solução que o Ministro está pregando. E uma segunda alternativa um tal de shopcredit. Alvíssaras, quem sabe não está aí a redenção dos produtores!
Comentário referente a notícia: [b]No Valor: Nova linha de crédito do governo vai resgatar endividados[/b]
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 18/07/2011 00:00
Sr. João Olivi, em se tratando de Brasil & politica, não há limites. No estadão de ontem um artigo me chamou a atenção: “ Valdemar e sua incrível fábrica de palhaços”, onde cita que VALDEMAR COSTA NETO (PR- SP) vai lançar outro palhaço como candidato em 2012. No final Valdemar ainda criticou a qualidade do Congresso. “Tá muito ruim a politica. Você falar em deputado dói no ouvido das pessoas”. De fato, temos que falar do TRABALHO do deputado, não é mesmo DEPUTADO ? ? .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “....
Apesar da Marina Silva e seus ongolóides, a agricultura é o setor que mais gerou empregos em junho. Xô, ecoterroristas! A agricultura foi o setor que mais gerou empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Ministério do Trabalho divulgados hoje. Foram criadas no campo 75.227 vagas, com destaque para o cultivo de café (21.765 postos) e cultivo de frutas cítricas (13.301 postos). "Minas Gerais, São Paulo e um pouco de Centro-Oeste foram os principais responsáveis", avaliou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva.
Serviços foi o segundo setor que mais abriu vagas com carteira assinada, atingindo 53.543 novos postos no mês passado. Este é o terceiro melhor resultado para o segmento e merecem ênfase as áreas de Serviços de Alojamento e Alimentação (21.864 novos postos) e Serviços Médicos e Odontológicos (9.132 novos postos). A Construção Civil foi a responsável pela geração de 30.531 postos de trabalho, o segundo melhor resultado para o mês. Já o comércio criou 29.967 vagas com carteira assinada no mês passado, o terceiro melhor para junho. A indústria da transformação injetou 22.618 novas pessoas no mercado de trabalho, já descontando as demissões. A Extrativa Mineral, apesar de ter criado apenas 1.752 postos, obteve o recorde para o mês em questão. (Com informações do Canal do Produtor/CNA)