Fala Produtor
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pedro cesar moreira nova ponte - MG 18/07/2011 00:00
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Telmo Heinen Formosa - GO 18/07/2011 00:00
Senhor Armelindo, sobre a questão das Reservas em sua região, prove aos Promotores que o que está em vigor é o "Programa Mais Ambiente", instituido pelo Decreto 7029. Esclareço-lhe que não há REVERSÃO permitida, como, por exemplo, utilização daquilo que era uma Reserva. Todas as permissividades previstas na legislação em estudo são no sentido de diminuir uma recomposição e nunca um aumento de uso.
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armelindo corte dos reis Enagenheir Bel trão - PR 17/07/2011 00:00
Olá Sr. TELMO! Pequenos agricultores da minha região estão sendo pressionados pelo Ministério Público; adquiriram reservas florestais, muitos de terceiros, e averbaram em suas matrículas! E agora? Os mesmos podem retroceder e vender estas mesmas ou transferir para outras propriedades?
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Telmo Heinen Formosa - GO 17/07/2011 00:00
Além de conceder a Escritura, mesmo com a Terra hipotecada porque foi financiada, nenhuma restrição de venda pode ser imposta. A liberdade de localização é fundamental..., para tanto a disponibilidade do patrimonio deve seguir as regras do mercado com duas exceções. O reagrupamento deve ser restringido, bem como o beneficiamento mais de uma vez. Quem já foi beneficiado uma vez, não poderá sê-lo uma segunda vez, a não ser que pague o lote à vista. No mundo inteiro nada superou a regularização fundiária para promover o progre$$o! O regime socialista é o caminho mais longo para se chegar ao capitali$mo, já dizia o economista Roberto Campos. [Verdade insofismável!!!]
Comentário referente a notícia: [b]Entidades se unem pela regularização fundiária[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=92691
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armelindo corte dos reis Enagenheir Bel trão - PR 17/07/2011 00:00
Parabéns a advogada Samanta Pineda pela sua atitude sábia e transparente de esclarecimento sobre o novo código ambiental. Se o Brasil fosse governado não por partidários politico mas sim por pessoas inteligentes, já seríamos primeiro mundo a muito tempo.
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Telmo Heinen Formosa - GO 17/07/2011 00:00
O principal motivo pelo qual os Ah!sentados da Reforma Agrária não conseguem progredir é esta HIPOCRISIA brasileira de não dar-lhes a Escritura da Terra e de não "permitir" que possam vendê-la. O objetivo da Reforma Agrária é fazer aquele terreno produzir ou abrigar um favelado rural? Se for este segundo então é melhor fazer vilas de abrigados na cidade..., custa bem menos e é muito mais fácil atendê-los. Porém, se o objetivo é fazer a terra produzir, então tem que dar a Escritura e permitir que possa vender num lugar e comprar no outro para rearranjar as pessoas distribuidas nos lotes aleatoriamente pela burrice de um sorteio chamado de "democrático". Nada supera a regularização fundiária para gerar valor e riqueza. O PROGRESSO neste caso caminha pelas próprias pernas! Estude os casos e verá! Sem documentos o sujeito não consegue comprar a prazo nem nas Casas Dahia, o que dirá maquinário e insumos agrícolas... Cada vez me convenço mais que temos 96% de TOLOS neste país.
Comentário referente a notícia: [b]Confira as principais notícias agrícolas deste domingo[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=92724
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 16/07/2011 00:00
Sr. João Olivi, o povo brasileiro deve ser descendente cultural dos aborígenes australianos pois o “efeito bumerangue” sempre está presente em suas ações. Veja na última eleição, por motivos culturais (voto de protesto ), elegeram a reboque, do protesto TIRIRICA, um “ÍCONE” da politica, VALDEMAR COSTA NETO e, atualmente estamos, através da imprensa, que os senhores lula e josé dirceu querem calar,sendo informados dos desmandos que ocorreram e ocorrem no DNIT, onde segundo relato, são determinados pelo senhor VALDEMAR . A população tem que ser alertada, que existem protestos e, “protestos bumerangues” que na sua maioria não fazem bem à saúde ! !.Os envolvidos tinham tanta certeza da impunidade que usavam de sarcasmo , até para batizar veleiro, caso do senhor JOSÉ GUILHERME SADOK DE SÁ, ex-diretor do DNIT, que batizou o seu de : ... “EU MEREÇO” ... .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “ ....
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Armindo Bochi Santiago - RS 16/07/2011 00:00
Em relação ao futuro do preço do boi gordo aqui na minha região de Santiago (RS): a maior cotação do boi gordo será entre os mêses de dezembro e janeiro, pois o inverno foi muito rigoroso afetando até as pastagens de aveia azevém. Os campos da fronteira foram muito sacrificados, de modo que só teremos bois prontos para abate (campos de engorda a campo) a partir de março/abril. Para mim, que acompanho há anos o comércio do boi gordo, deveremos vender nossos bois entre dezembo a janeiro ao preço em torno 110 reais a arroba. Tenho acompanhado diariamente os comentários de vocês e são muito valiosos para mim, pois sou presidente do Sicredi/Vale do Jaguari, onde tenho mais de 24.000 associados e tenho usado seus artigos para orientar meus associados. Abraço a todos. Armindo Bochi, Diretor Presidente Sicredi Vale do Jaguari (RS) --
Comentário referente a notícia: [b]Preço da arroba do boi no Brasil seguirá em alta este ano[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=92684
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 16/07/2011 00:00
Sr. João Olivi, gostaria de voltar ao tema “SANFONICE”: tomemos como exemplo o TRIGO..., na safra 2009/2010 o MAPA, através dos seus algozes, alardearam um “harém” para os produtores, aí vieram as chuvas na colheita comprometendo a qualidade e ... os futuros proprietários do harém se tornaram eunucos pois ninguém quis o TRIGO, inclusive o “GOBIERNO” ( mui amigo ); as seguradoras usaram o método “pente fino” , que ninguém consegue passar nos pré-requisitos, poucos conseguiram ressarcir o prejuízo com o seguro agrícola. Na safra 2010/2011 o “algoz mor” do MAPA após o plantio ser iniciado, numa só CANETADA REDUZIU O PREÇO MÍNIMO usando o argumento que o preço internacional do TRIGO estava mais baixo. Estamos em plena safra de inverno 2011/2012,e no caso especifico desse cereal TRIGO o que temos visto na mídia é que áreas de plantio no Brasil, foram reduzidas, o preço internacional disparou, os insumos para a produção tiveram aumentos significativos, influindo diretamente no custo de produção e, nada do “algoz mor” usar o mesmo argumento para AUMENTAR O PREÇO MÍNIMO... O QUE ACONTECEU ? ELE NÃO LÊ MAIS JORNAIS ?, NÃO ASSISTE O MERCADO & COMPANHIA ? ONDE ESTÁ VOCÊ ALGOZ ?. PS – Se o senhor estiver sem caneta para dar a CANETADA AUMENTANDO O PREÇO MÍNIMO , qualquer produtor vai emprestar uma CANETA, com bastante tinta para não falhar na hora de assinar, para o senhor ! .... “ E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “ ....
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Petronilha Batista Muzambinho - MG 16/07/2011 00:00
Senhor Roberto, não basta ter uma advogada que pense assim... seria importante ter mais profissionais com esta visão, pois será dificil enfrentar o outro lado.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Samanta Pineda - Advogada Ambiental[/b]
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Salomão Brígido Lemos São José do Rio Preto - SP 16/07/2011 00:00
Gostaria de ter a opinião de quem entende mais do assunto:(milho) vender agora ou esperar até dezembro?
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Roberto Carlos Maurer Almirante Tamandaré do Sul - RS 15/07/2011 00:00
Sr. João Batista gostaria de fazer algumas perguntas. Onde foi que a advogada Samanta Pineda se formou? Foi em algum lugar diferente???. Como é que ela sabe, como ela interpretou a lei deste modo? Tem mais alguém desta classe que concorda com Dra.? Pois só escuto falarem mal do código, quase na maioria advogados, cientistas, politicos, burologistas. Sendo assim por que uma pessoa destas, capaz de explicar também e saber falar tão facílmente, não pode ir até aos Senadores e fazer uma explanação que satisfaça aos membros do Senado e parem de ouvir pessoas barrentas, defensoras do apocalipse???? .
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Samanta Pineda - Advogada Ambiental[/b]
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JOSÉ DONIZETI PITOLI Cornélio Procópio - PR 15/07/2011 00:00
Sr. Vilson: Em resumo, minha mensagem para o mercado do milho é a seguinte: No meu ponto de vista, os estragos causados pelas geadas são bem menores do que os dados que estão sendo apresentados... Só que acreditando que os danos às lavouras de milho foram grandes, as empresas de integração estão aumentando o prazo de reposição dos alojamentos. Com isto o consumo de milho deve cair muito e haver sobra de produto no mercado, pressinando os preços para baixo.
Outro fator a ponderar é que houve um considerável aumento na área de milho safrinha plantada em todo país..., somente no Paraná este aumento foi de 22%; também há de se avaliar que existem muitas áreas que não foram afetadas, porque estavam já em maturação, e muitas ainda sequer foram atingidas e que terão produtividade excepcional, algo entre 5.500 e 7.000 quilos por hectare.
Aqui no PR, no MT e MS, as áreas que estão sendo colhidas atingem esta produtividade. Outro fator, é que quando forem colhidas as áreas atingidas pela geada, este produto vai chegar com qualidade baixa e apresentar preços bem menores que o produto de padrão normal.
O preço baixo do produto ruim, puxa para baixo, também o preço do produto bom.
Diante disto, sugiro: primeiro, que os produtores tenham muita cautela na comercialização aproveitando os bons preços e vendam uma parcela do que vai ser colhido, fugindo de pagar juros e multa pelo atraso de algum compromisso; deixando para jogar com o mercado somente o que sobrar de sua produção.
Em segundo, para que todos os técnicos que estão fazendo as avaliações de campo, apresentem um quadro mais ajustado possível e com revisões periódicas.
Sempre que falta milho, quem paga a conta é o comprador da carne e seus derivados. Quando sobra milho, quem recebe menos é o produtor.
Por isto muita atenção na comercialização da sua safra. Caso queira me contatar: [email protected]
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Pitoli - Ger. Comercial - Coopermibra - Campo Mourão/PR[/b]
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Carlos Mello Palmeira das Missões - RS 15/07/2011 00:00
Precisamos urgentemente conhecer e/ou interagir com o conteúdo de todos estes anexos. Em especial, o contexto e holística da Carta à Presidente Dilma e, em sua integridade, o anexo: Matrículas com Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP. Apelo de Pequenos Agricultores ?!?!. Anexo este que vem a ser quase que um resumo de todos os outros anexos que também interagem entre si. E, portanto fundamentais para entendermos e agirmos urgentemente no sentido de sanarmos todas estas demandas.
É urgente que tomemos atitudes para uma renegociação e/ou reescalonamento de passivos para que as nossas pequenas propriedades rurais e/ou suas matrículas tenham capacidade para acessar plenamente novos créditos, para assim salvar esses agricultores e suas sucessões familiares que ainda estão no campo. Pois isto é também salvar a segurança alimentar em todos os sentidos. Além, é claro, de inúmeros outros fatores socioambientais e financeiros. Principalmente estancarmos o êxodo rural. Nosso estado e/ou o Estado Brasileiro tem que urgentemente garantir oportunidade também para esses agricultores de pequena escala.
Sem dúvida nenhuma o maior problema que temos que resolver hoje e que está literalmente matando o pequeno e/ou pequeno-médio agricultor é o endividamento passivo que temos, tanto a nível Bancário como fora dos Bancos (principalmente com nossas cooperativas agropecuárias). Portanto temos que agir urgentemente, pois caso não fizermos nada agora em termos de endividamento e crédito, nós pequenos e/ou pequeno-médios fomos, estamos e vamos continuar esmagados !!!
Temos que ter tratamento diferenciado, não somente pelo tamanho de nossas propriedades, mas também conforme a situação, região, causa climática e/ou estado de emergência ou calamidade, e custo de produção que nos têm afetado nesses últimos anos e/ou a partir de 2003/2004.
Temos também que fomentar eficazmente um crédito rural facilitado, objetivando uma matriz produtiva que tenha em sua essência a sustentabilidade plena e/ou uma produção agroecológica para as propriedades de menor escala.
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Rui Seiti Kamimura Jr Conceição das Alagoas - MG 15/07/2011 00:00
No Brasil tem dessas coisas mesmo... Fala-se em investir mais no setor sucroalcooleiro, mas parece que essa classe (mais os usineiros, que os fornecedores) acredita que cana é igual capim e que é só plantar e esperar 5-6 anos e embolsar os lucros... Muito se investe em logística e na indústria, mas pouco no campo. A cultura é extremamente exigente em tratos culturais e o que se faz é basicamente trabalhar em função da indústria... exemplo: usar um herbicida com residual longo para facilitar a pulverização e não porque é o mais adequado, plantar cana sobre cana sem intercalar outra cultura como a soja ou o amendoim ou a crotalária, ou pior usar outra gramínea exigente (como é o caso do sorgo sacarino) para manter a usina funcionando mais tempo. Será que é esse o sistema sustentável que prega o setor? Daí agora dizem que a solução é construir mais usinas e plantar uma área ainda maior... Desse jeito só vai sobrar área marginal para as outras atividades da agropecuária.
E para os que ainda acreditam no aquecimento global, sinto muito, mas parece que "ESFRIOU" de vez (risos).
O agricultor brasileiro está de mãos atadas, apesar de todo o esforço empregado..., como o Brasil chegará a ser a maior potencia mundial se não nos dão condições para trabalhar??? para que isso aconteça é preciso ações, planejamento, investimento e parar de viver de sonhos, pois sonhos sem atitudes se tornam miragens...
Comentário referente a notícia: [b]Logística brasileira em descompasso com modernização da agricultura[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=91129